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18/01/2019

4 Freguesias de Tavira Prioritárias para limpeza de combustível

28 freguesias algarvias integram o lista de freguesias de 1.ª e 2.ª prioridade para limpeza no âmbito do Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios (SNDFCI), divulgou hoje o governo.


Trata-se de um despacho conjunto do secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, e do secretário de Estado da Proteção Civil, José Artur Neves, que define igualmente os prazos para a realização das ações de fiscalização que devem incidir sobre as áreas prioritárias.

No Algarve, há 20 freguesias consideradas de 1.ª prioridade, em oito concelhos: Giões, Martim Longo, Vaqueiros e União das Freguesias de Alcoutim e Pereiro (Alcoutim); Aljezur e Odeceixe (Aljezur); Azinhal e Odeleite (Castro Marim); Alte, Ameixial, Salir e União de Freguesias de Querença, Tôr e Benafim (Loulé); Marmelete (Monchique); São Bartolomeu de Messines e São Marcos da Serra (Silves); Cachopo, Santa Catarina da Fonte do Bispo, União das Freguesias de Conceição e Cabanas de Tavira e União das Freguesias de Tavira - Santa Maria e Santiago (Tavira); e Budens (Vila do Bispo).

Na lista de 2.ª prioridade, o Algarve conta com oito freguesias: Bordeira (Aljezur); Porches (Lagoa); União das Freguesias de Bensafrim e Barão de São João (Lagos); Mexilhoeira Grande (Portimão); São Brás de Alportel (São Brás de Alportel); Barão de São Miguel e Vila do Bispo e Raposeira (Vila do Bispo); e Vila Nova de Cacela (Vila Real de Santo António).

A classificação foi feita pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, consoante as áreas confinantes a edificações, a aglomerados populacionais, às áreas industriais, bem como às redes viária e ferroviária e às linhas de transporte e distribuição de energia elétrica.

https://regiao-sul.pt/2019/01/17/sociedade/28-freguesias-do-algarve-sao-prioritarias-para-limpeza-de-combustivel/457155#prettyPhoto/0/

FIRESHELTER52

11/01/2018

Turismo do Algarve preocupado com estado da saúde na região

O presidente do Turismo do Algarve, Desidério Silva, fez um apelo, em carta enviada ao ministro da Saúde para que tome medidas “para resolver de imediato o estado dos serviços de Saúde no Algarve”.


Aponta os relatos e imagens "dramáticas" que os Media todos os dias publicam sobre a forma desumana “como estão a ser tratadas as pessoas (residentes e turistas) sobretudo as mais idosas, que recorrem aos serviços de urgência dos Hospitais da Região do Algarve e particularmente o de Faro”.

A insuficiência e deficiente qualidade dos “serviços hospitalares e de saúde da Região, para além de lamentáveis, provocam em residentes e turistas desconfianças e receios quanto à capacidade de resposta dos mesmos quando as pessoas precisam de aceder de urgência a esses serviços.

O Presidente do Turismo considera que deste modo se está a pôr em causa a própria Região de Turismo, "cujas receitas contribuem substancialmente para a riqueza do País".

Desidério Silva afirma que a sua reivindicação é feita “não apenas pelo Turismo do Algarve mas principalmente, pelo direito fundamental de algarvios e visitantes” a serviços de saúde humanos e eficientes que atentem particularmente “nas necessidades dos mais carenciados e desprotegidos”«, que são os que mais sofrem.

O Presidente do Turismo apela por isso a que sejam tomadas medidas urgentes para que os Hospitais e Serviços de Saúde no Algarve sejam dotados ”dos meios técnicos e humanos suficientes para poderem dar resposta adequada às populações do Algarve”.

/www.algarveprimeiro.com

FIRESHELTER52

29/12/2017

Estradas do Algarve 10 anos - 448 Mortos

As estradas algarvias continuam a acumular acidentes, vítimas e perigos. Segundo apurou o JA, só na última década morreram 448 pessoas nas estradas da região…! 


Além disso, o ano de 2017 ainda nem terminou, mas já é certo que vai fechar com um novo balanço negativo: até agora, já ocorreram mais de 10 mil acidentes – à média de 30 por dia – o valor mais alto em muitos anos, e só ultrapassado por Lisboa e Porto. A razão ainda está por estudar

O número de acidentes nas estradas da região não pára de aumentar. De acordo com os últimos dados oficiais da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), desde 1 de janeiro e até 7 de dezembro, foram registados no Algarve uma média de 30 acidentes por dia – o valor mais alto registado em muitos anos.

Ao todo, foram 10.198 as ocorrências registadas até agora pelas autoridades nas estradas algarvias (9.763 em 2016 e 8.973 em 2015). Atualmente, este número só é ultrapassado em todo o país por Lisboa (24.913 acidentes) e Porto (21.824), enquanto os restantes 15 distritos registaram menos de dez mil acidentes este ano…

(NOTÍCIA COMPLETA NA ÚLTIMA EDIÇÃO DO JORNAL DO ALGARVE – NAS BANCAS A PARTIR DE 28 DE DEZEMBRO)

Nuno Couto|Jornal do Algarve

http://www.jornaldoalgarve.pt/448-pessoas-morreram-nas-estradas-algarvias-nos-ultimos-10-anos/

FIRESHELTER52


27/11/2017

Agricultores do nordeste algarvio defendem nova barragem

Os agricultores do nordeste algarvio defendem a construção de uma barragem para solucionar os longos períodos de seca que estão a afectar a agricultura e a condicionar novos investimentos em culturas de regadio.


“Estamos numa situação de seca severa, sem água para as culturas e sem pastagens para os animais, daí a necessidade da construção de uma barragem com ligação à de Odeleite e que, além de servir para o consumo humano, daria a possibilidade aos agricultores de fazerem regadio”, disse à Agência Lusa Valter Luz, vice-presidente da Cumeadas – Associação de Produtores do Nordeste Algarvio.

Nos concelhos de Alcoutim e de Castro Marim, os efeitos da seca são visíveis nas culturas e na alimentação para os animais. A ausência de vegetação estende-se por vários quilómetros.

“A construção de uma barragem é a melhor solução. As ribeiras e as pequenas charcas que foram feitas estão secas e, neste momento, as pessoas não têm alimento nem água para os animais e até as culturas de sequeiro estão em risco”, alertou o representante da associação.

Para combater os impactos da seca, o Governo alargou aos dois concelhos as Medidas Seca 2017, que prevêem apoios para o transporte, captação e armazenamento de água.

Segundo os agricultores, as medidas não resolvem o problema, “apenas minimizam uma situação que é recorrente há vários anos”.

No entender de Valter Luz, o nordeste algarvio tem sido esquecido ao longo dos anos e é preciso mais “vontade política para olhar para o problema dos agricultores e mudar as coisas, sob pena de a zona se converter num deserto”.

“Este ano, o problema atingiu o seu ponto mais grave, problema esse que se tem agravado desde 2013”, frisou o representante, acrescentando que “os responsáveis políticos têm de olhar para a zona com perspectiva de futuro e dar garantias às pessoas de que podem fazer agricultura, com água”.

http://www.postal.pt/2017/11/agricultores-do-nordeste-algarvio-defendem-nova-barragem/

FIRESHELTER52