Será feita a 12 de Maio de 2019 às 16 horas na Mãe Soberana em Loulé.
Venha a assistir, participe neste ato de fé pela proteção dos operacionais da nossa região.
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04/04/2019
10/12/2018
Bombeiros do Algarve rejeitaram decisão da Liga
Os bombeiros algarvios rejeitaram a decisão da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) de não reportar as ocorrências à Proteção Civil e a situação operacional no distrito de Faro está normal, garantiu o Comandante Distrital de Operações de Socorro.
O responsável do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro, Vítor Vaz Pinto, disse à agência Lusa que "não há nada a falar" sobre as eventuais consequências na região da decisão que a LBP adotou de não reportar as ocorrências à Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), "porque os bombeiros do Algarve não a seguiram" e "prevaleceu, junto das corporações da região, o sentido de responsabilidade" para com as populações.
Vaz Pinto escusou-se a fazer mais comentários sobre a matéria e remeteu para um comunicado de 22 de novembro da Liga dos Bombeiros do Algarve (LBA), estrutura que congrega todas as Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários (AHBV) e Corpos de Bombeiros da região, a dar conta da sua posição sobre um documento intitulado "Moção Conjunta", elaborado pela LBP, em protesto contra o pacote legislativo aprovado pelo Governo para reorganizar o setor da Proteção Civil e o estatuto dos bombeiros.
A LBA considerou na ocasião que essa "legislação não corresponde às legítimas expectativas e anseios dos bombeiros e das AHBV, podendo causar/agravar desmotivação dos operacionais e perturbação sensível na capacidade de resposta do sistema de proteção civil nacional", mas rejeitou também a ideia de deixar de reportar as ocorrências à Proteção Civil.
A liga algarvia assegurou, nesse comunicado, que "o ponto 8 da referida 'Moção Conjunta' não terá acolhimento no Algarve", porque "os operacionais bombeiros da região continuarão a passar dados das ocorrências a que sejam chamados a intervir para a ANPC (tendo sempre em mente o superior interesse da proteção das vidas e bens)".
O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Jaime Marta Soares, garantiu no domingo que a ausência de reporte à Proteção Civil não compromete o socorro à população e devolveu a acusação de irresponsabilidade ao ministro da tutela, Eduardo Cabrita.
Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/bombeiros-do-algarve-rejeitaram-decisao-da-liga-e-estao-a-reportar-a-protecao-civil
FIRESHELTER52
O responsável do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro, Vítor Vaz Pinto, disse à agência Lusa que "não há nada a falar" sobre as eventuais consequências na região da decisão que a LBP adotou de não reportar as ocorrências à Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), "porque os bombeiros do Algarve não a seguiram" e "prevaleceu, junto das corporações da região, o sentido de responsabilidade" para com as populações.
Vaz Pinto escusou-se a fazer mais comentários sobre a matéria e remeteu para um comunicado de 22 de novembro da Liga dos Bombeiros do Algarve (LBA), estrutura que congrega todas as Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários (AHBV) e Corpos de Bombeiros da região, a dar conta da sua posição sobre um documento intitulado "Moção Conjunta", elaborado pela LBP, em protesto contra o pacote legislativo aprovado pelo Governo para reorganizar o setor da Proteção Civil e o estatuto dos bombeiros.
A LBA considerou na ocasião que essa "legislação não corresponde às legítimas expectativas e anseios dos bombeiros e das AHBV, podendo causar/agravar desmotivação dos operacionais e perturbação sensível na capacidade de resposta do sistema de proteção civil nacional", mas rejeitou também a ideia de deixar de reportar as ocorrências à Proteção Civil.
A liga algarvia assegurou, nesse comunicado, que "o ponto 8 da referida 'Moção Conjunta' não terá acolhimento no Algarve", porque "os operacionais bombeiros da região continuarão a passar dados das ocorrências a que sejam chamados a intervir para a ANPC (tendo sempre em mente o superior interesse da proteção das vidas e bens)".
O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Jaime Marta Soares, garantiu no domingo que a ausência de reporte à Proteção Civil não compromete o socorro à população e devolveu a acusação de irresponsabilidade ao ministro da tutela, Eduardo Cabrita.
Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/bombeiros-do-algarve-rejeitaram-decisao-da-liga-e-estao-a-reportar-a-protecao-civil
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16/05/2018
Bombeiros de Aljezur com Auto Tanque novo
Finalizou-se o Procedimento por Concurso Público da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Aljezur para "Fornecimento de um VTTF - Veículo Tanque Tático Florestal".
A Direção, Comando e Corpo Ativo congratulam-se com esta aquisição através de Fundos Comunitários e com o apoio financeiro da Câmara Municipal de Aljezur, na parte não financiada, pelo Portugal 2020.
O Veículo já se encontra na posse da Associação, conforme o constante do Auto de Recepção!
A Direção, Comando e Corpo Ativo congratulam-se com esta aquisição através de Fundos Comunitários e com o apoio financeiro da Câmara Municipal de Aljezur, na parte não financiada, pelo Portugal 2020.
Visite e conheça a página dos Bombeiros de Aljezur no facebook:
22/06/2017
Algarvios regressam a casa após terem comandado o ataque às chamas
Uma equipa de Posto de Comando do Algarve, chefiada pelo responsável distrital da Protecção Civil, Vítor Vaz Pinto, esteve a dirigir as operações de combate ao grande incêndio de Pedrógão Grande desde a manhã de Segunda-feira, dia 19, até às 18 horas desta Quarta-feira.
Esta equipa está de regresso ao Algarve após ter contribuído para que, durante a tarde desta Quarta-feira, tivesse sido possível anunciar que o fogo foi dominado. Aliás, foi o próprio Vaz Pinto que, na sua última intervenção perante os jornalistas, deu a boa nova.
No terreno ficaram ainda 32 bombeiros algarvios que integram o Grupo de Reforços para Incêndios Florestais (GRIF) e que estão a combater o incêndio que, actualmente, merece a maior atenção, o de Góis. Mas também esses elementos vão ser rendidos por outros tantos bombeiros algarvios que arrancam esta madrugada para o centro do país.
Esta equipa está de regresso ao Algarve após ter contribuído para que, durante a tarde desta Quarta-feira, tivesse sido possível anunciar que o fogo foi dominado. Aliás, foi o próprio Vaz Pinto que, na sua última intervenção perante os jornalistas, deu a boa nova.
No terreno ficaram ainda 32 bombeiros algarvios que integram o Grupo de Reforços para Incêndios Florestais (GRIF) e que estão a combater o incêndio que, actualmente, merece a maior atenção, o de Góis. Mas também esses elementos vão ser rendidos por outros tantos bombeiros algarvios que arrancam esta madrugada para o centro do país.
algarvemarafado.com
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12/04/2017
Bombeiros de Lagoa têm nova ambulância e Veículo de Combate a Incêndios
Os Bombeiros Voluntários de Lagoa têm uma nova ambulância e novo um veículo de combate a incêndios, que foram entregues pela Câmara de Lagoa, na passada sexta-feira, dia 7.
Segundo Francisco Martins, presidente da Câmara de Lagoa, «com estas aquisições, aumenta a capacidade de assistência à população na área da saúde e também combate aos fogos que todos os anos ocorrem na região».
As duas viaturas entregues foram adquiridas no âmbito dos protocolos assinados em 2016 e 2017 entre a Câmara Municipal e a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários.
Os bombeiros receberam um veículo Florestal de Combate a Incêndios, pesado, todo o terreno, dotado de bomba de serviço de incêndios e tanque de quatro mil litros de agente extintor. O carro custou 33 500 euros, tendo a autarquia financiado a compra em 25 mil euros.
Já a ambulância, que é de transportes múltiplos, tem a lotação de oito lugares, sendo um em maca. O veículo pode ainda transportar duas cadeiras de rodas. Neste caso, a Câmara contribuiu com 40 mil euros.
A autarquia comparticipou a aquisição dos veículos com 65 mil euros.
Segundo Francisco Martins, presidente da Câmara de Lagoa, «com estas aquisições, aumenta a capacidade de assistência à população na área da saúde e também combate aos fogos que todos os anos ocorrem na região».
As duas viaturas entregues foram adquiridas no âmbito dos protocolos assinados em 2016 e 2017 entre a Câmara Municipal e a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários.
Os bombeiros receberam um veículo Florestal de Combate a Incêndios, pesado, todo o terreno, dotado de bomba de serviço de incêndios e tanque de quatro mil litros de agente extintor. O carro custou 33 500 euros, tendo a autarquia financiado a compra em 25 mil euros.
Já a ambulância, que é de transportes múltiplos, tem a lotação de oito lugares, sendo um em maca. O veículo pode ainda transportar duas cadeiras de rodas. Neste caso, a Câmara contribuiu com 40 mil euros.
sulinformacao.p
FIRESHELTER52
10/04/2017
Municípios do Algarve criam pacote de incentivos para recrutar bombeiros
A Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) anunciou ontem que vai criar um pacote de medidas que incentivem a entrada de novos bombeiros para as corporações municipais e voluntárias do distrito de Faro que têm dificuldades de recrutamento.
O distrito de Faro tem atualmente 1.207 bombeiros profissionais e voluntários e o presidente da Assembleia Geral da Federação de Bombeiros do Algarve, Rui André, disse à agência Lusa que seria importante recrutar mais 300.
A Federação de Bombeiros do Algarve levou a questão da falta de bombeiros à AMAL que decidiu encetar um processo de levantamento regional com vista à criação de um pacote de incentivos para os bombeiros.
A elaboração do pacote regional de incentivos vai ser liderada pelos municípios Monchique e São Brás de Alportel.
O presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, Vítor Guerreiro, explicou à Lusa que o seu município criou para os seus bombeiros uma redução de 50% da tarifa da água e dá entradas gratuitas às piscinas municipais e para os espetáculos que se realizem no concelho.
Agora a ideia é criar um pacote único regional de incentivos para aqueles profissionais da Proteção Civil.
A ideia passa por “pensarmos a 16 [municípios] e criarmos medidas de apoio e incentivos aos bombeiros da região, para que cada município não faça por si só e para que em toda a região exista o mesmo tipo de benefícios e de ofertas para os bombeiros”, explicou aquele responsável.
Com a aproximação do verão, as ofertas de trabalho na região aumentam e Vítor Guerreiro disse que as ofertas em setores do turismo podem ser mais apelativas do que as da área da proteção civil.
Rui André, também presidente da Câmara Municipal de Monchique, apontou ainda que o atual esquema de formação de bombeiros é muito exigente e que a área de transporte de doentes na região tem muita procura e tem vindo a levar ao surgimento de empresas privadas que recrutam bombeiros e acabam por retirar recursos às corporações da região.
Apesar de dizer que a situação não é dramática, Rui André considerou que é importante dar mais autonomia na área da proteção civil e do combate a incêndios florestais na região para que possa haver mais capacidade de resposta regional tanto a ocorrências simultâneas como para ocorrências de grande dimensão.
“Os municípios e a AMAL fizeram um grande esforço para conseguir apetrechar os bombeiros com meios de proteção individual e outros e agora é pena que os meios mais valiosos que são os recursos humanos escasseiem”, comentou o autarca de Monchique.
Rui André espera conseguir levar uma proposta de medidas para a discussão e possível aprovação na próxima reunião da AMAL que se realiza na primeira semana de maio.
Segundo aquele responsável, o ideal seria que o pacote de incentivos entrasse em vigor já este verão.
O distrito de Faro tem atualmente 1.207 bombeiros profissionais e voluntários e o presidente da Assembleia Geral da Federação de Bombeiros do Algarve, Rui André, disse à agência Lusa que seria importante recrutar mais 300.
A Federação de Bombeiros do Algarve levou a questão da falta de bombeiros à AMAL que decidiu encetar um processo de levantamento regional com vista à criação de um pacote de incentivos para os bombeiros.
A elaboração do pacote regional de incentivos vai ser liderada pelos municípios Monchique e São Brás de Alportel.
O presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, Vítor Guerreiro, explicou à Lusa que o seu município criou para os seus bombeiros uma redução de 50% da tarifa da água e dá entradas gratuitas às piscinas municipais e para os espetáculos que se realizem no concelho.
Agora a ideia é criar um pacote único regional de incentivos para aqueles profissionais da Proteção Civil.
A ideia passa por “pensarmos a 16 [municípios] e criarmos medidas de apoio e incentivos aos bombeiros da região, para que cada município não faça por si só e para que em toda a região exista o mesmo tipo de benefícios e de ofertas para os bombeiros”, explicou aquele responsável.
Com a aproximação do verão, as ofertas de trabalho na região aumentam e Vítor Guerreiro disse que as ofertas em setores do turismo podem ser mais apelativas do que as da área da proteção civil.
Rui André, também presidente da Câmara Municipal de Monchique, apontou ainda que o atual esquema de formação de bombeiros é muito exigente e que a área de transporte de doentes na região tem muita procura e tem vindo a levar ao surgimento de empresas privadas que recrutam bombeiros e acabam por retirar recursos às corporações da região.
Apesar de dizer que a situação não é dramática, Rui André considerou que é importante dar mais autonomia na área da proteção civil e do combate a incêndios florestais na região para que possa haver mais capacidade de resposta regional tanto a ocorrências simultâneas como para ocorrências de grande dimensão.
“Os municípios e a AMAL fizeram um grande esforço para conseguir apetrechar os bombeiros com meios de proteção individual e outros e agora é pena que os meios mais valiosos que são os recursos humanos escasseiem”, comentou o autarca de Monchique.
Rui André espera conseguir levar uma proposta de medidas para a discussão e possível aprovação na próxima reunião da AMAL que se realiza na primeira semana de maio.
Segundo aquele responsável, o ideal seria que o pacote de incentivos entrasse em vigor já este verão.
http://www.dnoticias.pt/
FIRESHELTER52
06/04/2017
4 Candidaturas Aprovadas para Novos Veículos de Bombeiros no Algarve
Estão como APROVADAS algumas candidaturas ao POSEUR20202 - Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos 2020 no eixo prioritário na promoção a adaptação às alterações climáticas e a prevenção e gestão de riscos na Categoria de Intervenção em Planeamento e Gestão de Riscos de mais 4 novos veículos de Bombeiros para a região Algarvia.
Ao que o SAFEPLACE52 conseguiu apurar na vertente de Veiculo Florestal de Combate a Incêndios, que visa proceder à aquisição de veículos operacionais de combate a incêndios florestais, nomeadamente VFCI´s, com vista a manutenção da capacidade de intervenção com candidaturas aprovadas para os Corpos de Bombeiros de Loulé e São Brás de Alportel com Taxa de Cofinanciamento do Eixo pela UE: 85,00 %
Na Vertente de Veiculo Tanque Táctico Florestal que visa proceder a manutenção operacional do dispositivo mínimo de segurança no DECIF e reduzir o tempo de resposta às ocorrências de incêndios florestais, melhoria da operacionalidade dos corpos de bombeiros no combate a incêndios florestais, e ainda o abate de um antigo Veículo Tanque com candidaturas aprovadas para os corpos de Bombeiros de Aljezur e Voluntários de Faro com Taxa de Cofinanciamento do Eixo pela UE: 85,00 %
A fim de reforçar a capacidade do GIPS em ações de fiscalização florestal e combate de primeira intervenção em incêndios florestais através da aquisição de viaturas operacionais a Operação em apreço consubstancia a aquisição de 8 VLCI Veiculos Ligeiros de Combate a Incêndios, com vista ao reforço da capacidade do GIPS no combate a incêndios, por via da substituição de 4 viaturas que, por motivo de desgaste elevado e/ou inoperacionalidade, irão ser abatidas, bem como, da aquisição de 4 novas viaturas ligeiras, igualmente para combate a incêndios florestais, repondo, assim, a capacidade de resposta dos diversos CMA distribuídos pelo território nacional.
Ao que o SAFEPLACE52 conseguiu apurar na vertente de Veiculo Florestal de Combate a Incêndios, que visa proceder à aquisição de veículos operacionais de combate a incêndios florestais, nomeadamente VFCI´s, com vista a manutenção da capacidade de intervenção com candidaturas aprovadas para os Corpos de Bombeiros de Loulé e São Brás de Alportel com Taxa de Cofinanciamento do Eixo pela UE: 85,00 %
Na Vertente de Veiculo Tanque Táctico Florestal que visa proceder a manutenção operacional do dispositivo mínimo de segurança no DECIF e reduzir o tempo de resposta às ocorrências de incêndios florestais, melhoria da operacionalidade dos corpos de bombeiros no combate a incêndios florestais, e ainda o abate de um antigo Veículo Tanque com candidaturas aprovadas para os corpos de Bombeiros de Aljezur e Voluntários de Faro com Taxa de Cofinanciamento do Eixo pela UE: 85,00 %
Mas não é tudo:
Podem consultar os interessados esta informação em: https://poseur.portugal2020.pt/pt/candidaturas/candidaturas-aprovadas/
FIRESHELTER52
14/08/2016
Mais Bombeiros Algarvios partem para Incêndios no Norte
Esta madrugada, partiram os Bombeiros, que vão substituir os camaradas que compõem a GRIF Algarve ("Fire Mouros") , que neste momento está em S.Pedro do Sul, a reforçar aquele teatro de operações (TO).
Agradecemos o esforço aos camaradas que vão ser rendidos e um bom trabalho em segurança aos que vão iniciar o combate.
Deixamos ainda uma palavra de apreço a todos os camaradas que de norte a sul têm combatido as chamas de uma forma incansável, bem como aos demais agentes de proteção civil envolvidos nas operações.
Agradecemos o esforço aos camaradas que vão ser rendidos e um bom trabalho em segurança aos que vão iniciar o combate.
Deixamos ainda uma palavra de apreço a todos os camaradas que de norte a sul têm combatido as chamas de uma forma incansável, bem como aos demais agentes de proteção civil envolvidos nas operações.
FIRESHELTER52
07/04/2016
DECIF Algarve - 60 Euros por dia
O protocolo criado visa estabelecer, para o período mais vulnerável à ocorrência de Incêndios Florestais – 15 de maio a 15 de outubro –, os critérios e procedimentos relativos ao financiamento às entidades detentoras dos Corpos de Bombeiros, por forma a assegurar a constituição do DECIF do Algarve.
O documento, também aprovado por unanimidade na reunião de 7 de março na AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve, será celebrado entre a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), a Federação dos Bombeiros do Algarve (FBA), os 16 municípios do Algarve e 13 Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários.
De acordo com o mesmo, a Autoridade Nacional de Proteção Civil compromete-se a compensar financeiramente a constituição das Equipas de Intervenção para este ano em 45 euros (por homem/por jornada de 24h.).
Por seu turno, os Municípios comprometem-se a atribuir à Federação dos Bombeiros do Algarve um complemento diário de 15 euros a cada um dos 746 bombeiros, num valor total de 331.560 euros.
A cada município, corresponderá um encargo financeiro no valor de 20.722 euros
Segundo o protocolo, e de acordo com as diretrizes do Comando Distrital de Operações de Socorro de Faro, as Associações Humanitárias de Bombeiros e os Corpos de Bombeiros mantidos pelos municípios obrigam-se a constituir as Equipas de Intervenção do DECIF para as seguintes fases de perigo: Fase Bravo (15 de maio a 30 de junho), Fase Charlie (01 de julho a 30 de setembro) e Fase Delta (01 a 31 de outubro).
Fonte: Algarve Primeiro
FIRESHELTER52
O documento, também aprovado por unanimidade na reunião de 7 de março na AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve, será celebrado entre a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), a Federação dos Bombeiros do Algarve (FBA), os 16 municípios do Algarve e 13 Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários.
De acordo com o mesmo, a Autoridade Nacional de Proteção Civil compromete-se a compensar financeiramente a constituição das Equipas de Intervenção para este ano em 45 euros (por homem/por jornada de 24h.).
Por seu turno, os Municípios comprometem-se a atribuir à Federação dos Bombeiros do Algarve um complemento diário de 15 euros a cada um dos 746 bombeiros, num valor total de 331.560 euros.
A cada município, corresponderá um encargo financeiro no valor de 20.722 euros
Segundo o protocolo, e de acordo com as diretrizes do Comando Distrital de Operações de Socorro de Faro, as Associações Humanitárias de Bombeiros e os Corpos de Bombeiros mantidos pelos municípios obrigam-se a constituir as Equipas de Intervenção do DECIF para as seguintes fases de perigo: Fase Bravo (15 de maio a 30 de junho), Fase Charlie (01 de julho a 30 de setembro) e Fase Delta (01 a 31 de outubro).
Fonte: Algarve Primeiro
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