A térmografia permite a transformação de calor em imagem, e é o trabalho das nossas câmaras de imagem térmica que usamos no combate aos incêndios em interiores.
Enquanto as câmaras convencionais transforma luz em imagem a tecnologia das CIT produz imagens transformadas por parte do calor radiante à sua volta com uma nitidez brutal.
Este equipamento permite os Bombeiros no interior das estruturas poderem ver para além do fumo, do escuro característico que envolve as perigosas missões de busca e salvamento e combate a incêndios urbanos.
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07/02/2019
O Mapa da Peste a Epidemia do Séc XVI e XVII
Na Península Ibérica, durante os séculos XVI e XVII, ocorreu uma das piores epidemias conhecidas até o momento chamada "peste".
Quer saber mais sobre a história da Peste e dos milhões de vida que levou, veja o link em baixo.
FIRESHELTER52
26/01/2019
Câmara de Imagem Térmica um Aliado Indispensável nas Operações
As câmaras de imagem térmica ou os termógrafos permitem-nos ver o que está à nossa frente em situações em que é quase impossível a olho nu provocadas pela escuridão, irradiação de calor, poeiras, fumo ou outros.
Dentro de um ambiente de incêndio os Bombeiros deparam-se com atmosferas envolventes incrivelmente enfumadas e escuras sem a garantia ou a percepção de onde estão ou para onde vão.
As Câmaras de Imagem Termográfica (CIT) mostram-nos o caminho para que possamos nos mover rapidamente, procurar a localização do fogo, procurar as vítimas garantir a segurança dando uma forma de mobilidade rápida e mais segura dentro do edifício.
Em poucas palavras, as CIT criam imagens de calor em vez de luz, detectando diferenças de temperatura em determinado espaço e transformando esses valores numa imagem térmica nítida no LCD da CIT.
Em determinados modelos, como a FLIRK55, equipamento adquirido pelos Bombeiros Municipais de Tavira há 3 anos, os quadros estáticos (fotos) também podem ser capturados e armazenados na memória interna para posterior revisão e download para documentação e treino e avaliação, como estes que aqui estão, todos da mesma TIC tirados em cenários reais ou formativos.
Na prática com a utilização da CIT resolve-se um dos piores cenários que os bombeiros enfrentam, em vez de seguirem passo a passo com uma mão encostada à parede de forma lenta e táctil com as CIT conseguimos chegar ao local do incêndio dentro da estrutura e debela-lo muito mais rápido e com mais segurança.
Dentro de um ambiente de incêndio os Bombeiros deparam-se com atmosferas envolventes incrivelmente enfumadas e escuras sem a garantia ou a percepção de onde estão ou para onde vão.
As Câmaras de Imagem Termográfica (CIT) mostram-nos o caminho para que possamos nos mover rapidamente, procurar a localização do fogo, procurar as vítimas garantir a segurança dando uma forma de mobilidade rápida e mais segura dentro do edifício.
Em poucas palavras, as CIT criam imagens de calor em vez de luz, detectando diferenças de temperatura em determinado espaço e transformando esses valores numa imagem térmica nítida no LCD da CIT.
Em determinados modelos, como a FLIRK55, equipamento adquirido pelos Bombeiros Municipais de Tavira há 3 anos, os quadros estáticos (fotos) também podem ser capturados e armazenados na memória interna para posterior revisão e download para documentação e treino e avaliação, como estes que aqui estão, todos da mesma TIC tirados em cenários reais ou formativos.
Na prática com a utilização da CIT resolve-se um dos piores cenários que os bombeiros enfrentam, em vez de seguirem passo a passo com uma mão encostada à parede de forma lenta e táctil com as CIT conseguimos chegar ao local do incêndio dentro da estrutura e debela-lo muito mais rápido e com mais segurança.
Através do sistema termográfico as CIT podem ser usadas em qualquer local e em diferentes operações.
Um acidente de automóvel onde a vitima tenha sido projetada numa barreira com mato ou floresta bastante arborizada ou densa e esteja desaparecida, o operacional ao usar a CIT enquanto a temperatura do corpo da vitima não estiver intimamente ligada à temperatura ambiente é identificada em segundos no visor da CIT porque o mesmo transforma o calor em imagem.
Mesmo no oceano, um naufrago à noite se conseguir manter partes do corpo fora de agua e o operador da CIT num varrimento em várias centenas e metros consegue detectar aquele ponto mais quente.
Infelizmente há muito pouca informação em Português sobre as CIT e a sua utilização, como formador em algumas corporações que possuem estes equipamentos e nos dão as suas opiniões é que utilizam as CIT nos finais das operações para identificar pontos quentes no rescaldo, uma pena tal desaproveitamento, uma CIT transformada num termómetro de parede...
Para resumir,a CIT é uma ferramenta que, quando usada corretamente, permite que os bombeiros se movam com rapidez e segurança e façam o trabalho de maneira muito eficaz.
Foi uma forma simples e básica de explicar um pouco sobre este equipamento, para as manobras operacionais dos Bombeiros, desenvolvi um estudo mais aprofundado que engloba atmosferas húmidas, fumo denso e outros nas leituras termográficas....
Abraço
João Horta
João Horta
Bombeiro Municipal
FIRESHELTER52
13/12/2018
Carta Área Ardida Portugal 2018
Cada um que tire as ilações que quiser, segurança, prevenção, estratégia e empenhamento, a resposta está nestes dados.
Comparando 2017:
clique nas imagens para aumentar.
FIRESHELTER52
12/12/2018
Porta 65: nova fase de candidaturas de apoio ao arrendamento jovem arranca hoje
Arranca esta quarta-feira (12 de dezembro de 2018) o novo período de candidaturas ao programa de arrendamento jovem Porta 65.
O concurso estará aberto a partir das 10h00 do dia de hoje e as 18h00 do próximo dia 7 de janeiro de 2019, segundo as informações divulgadas no Portal da Habitação.
O Porta 65 Jovem pretende regular os incentivos aos jovens arrendatários, estimulando “estilos de vida mais autónomos por parte de jovens sozinhos, em família ou em coabitação jovem, a reabilitação de áreas urbanas degradadas e a dinamização do mercado de arrendamento”, lê-se na página de apresentação do projeto.
Quem pode candidatar-se a este programa?
Jovens com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 35 anos (no caso de casais de jovens, um dos elementos pode ter até 37 anos) que reúnam as seguintes condições:
- sejam titulares de um contrato de arrendamento celebrado no âmbito do NRAU (Lei nº 6/2006, de 27 de Fevereiro), ou do regime transitório previsto no seu título II do capítulo I;
- não usufruam, cumulativamente, de quaisquer subsídios ou de outra forma de apoio público à habitação;
- nenhum dos jovens membros do agregado seja proprietário ou arrendatário para fins habitacionais de outro prédio ou fracção habitacional;
- nenhum dos jovens membros do agregado seja parente ou afim do senhorio.
Por quanto tempo poderás beneficiar do Porta 65?
A subvenção é concedida por períodos de 12 meses, podendo ter candidaturas subsequentes até ao limite de 60 meses, seguidos ou interpolados. Podem ser apresentadas pelo menos 5 candidaturas no mesmo período em que realizou a primeira candidatura, para que a subvenção não seja interrompida.
Quando são conhecidos os resultados?
Após a submissão da candidatura, poderás receber um pedido de esclarecimento na área de mensagens da candidatura, para regularizar em 5 dias úteis, alguma informação que não esteja conforme. Este pedido pode ocorrer a qualquer momento durante o período de análise das candidaturas, que é de 60 dias após o termo das candidaturas de abril e de 45 dias após o termo das candidaturas de setembro e dezembro.
Os resultados das candidaturas aprovadas com subvenção, até ao limite das verbas estabelecidas para cada período de candidatura, são publicados no Portal da Habitação, onde também poderás tiras dúvidas sobre os dados necessários para te candidatares, sobre os documentos e de que forma poderás fazer uma simulação.
Por: Idealista
O concurso estará aberto a partir das 10h00 do dia de hoje e as 18h00 do próximo dia 7 de janeiro de 2019, segundo as informações divulgadas no Portal da Habitação.
O Porta 65 Jovem pretende regular os incentivos aos jovens arrendatários, estimulando “estilos de vida mais autónomos por parte de jovens sozinhos, em família ou em coabitação jovem, a reabilitação de áreas urbanas degradadas e a dinamização do mercado de arrendamento”, lê-se na página de apresentação do projeto.
Quem pode candidatar-se a este programa?
Jovens com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 35 anos (no caso de casais de jovens, um dos elementos pode ter até 37 anos) que reúnam as seguintes condições:
- sejam titulares de um contrato de arrendamento celebrado no âmbito do NRAU (Lei nº 6/2006, de 27 de Fevereiro), ou do regime transitório previsto no seu título II do capítulo I;
- não usufruam, cumulativamente, de quaisquer subsídios ou de outra forma de apoio público à habitação;
- nenhum dos jovens membros do agregado seja proprietário ou arrendatário para fins habitacionais de outro prédio ou fracção habitacional;
- nenhum dos jovens membros do agregado seja parente ou afim do senhorio.
Por quanto tempo poderás beneficiar do Porta 65?
A subvenção é concedida por períodos de 12 meses, podendo ter candidaturas subsequentes até ao limite de 60 meses, seguidos ou interpolados. Podem ser apresentadas pelo menos 5 candidaturas no mesmo período em que realizou a primeira candidatura, para que a subvenção não seja interrompida.
Quando são conhecidos os resultados?
Após a submissão da candidatura, poderás receber um pedido de esclarecimento na área de mensagens da candidatura, para regularizar em 5 dias úteis, alguma informação que não esteja conforme. Este pedido pode ocorrer a qualquer momento durante o período de análise das candidaturas, que é de 60 dias após o termo das candidaturas de abril e de 45 dias após o termo das candidaturas de setembro e dezembro.
Os resultados das candidaturas aprovadas com subvenção, até ao limite das verbas estabelecidas para cada período de candidatura, são publicados no Portal da Habitação, onde também poderás tiras dúvidas sobre os dados necessários para te candidatares, sobre os documentos e de que forma poderás fazer uma simulação.
Por: Idealista
FIRESHELTER52
07/11/2018
50% dos Acidentes Ocorrem em Casa - A queda e o Idoso
Na minha vida profissional um do serviços que desenvolvo com maior gosto e agrado é o serviço da Emergência Médica Pré-Hospitalar e hoje deixo o testemunho na primeira pessoa como uma simples queda de um idoso muda drasticamente a vida de uma família inteira.
A falta ou a dificuldade na visão, o desequilíbrio ou o simples facto de escorregar num tapete podem levar um idoso ao chão.
Diversos traumatismos podem acontecer neste mecanismo, mas as lesões nas articulações coxo-femorais são quase sempre as mais graves.
Levam o idoso à cama, numa recuperação cirúrgica que nem sempre é possível, associada a uma recuperação com muitas sequelas que não atingem só a a parte mecânica e física do movimento, atingem também toda a família pois a dependência é enorme.
A melhor forma de tratar estas patologias é prevenir que elas aconteçam, e quem ja passou por isso sabe bem ao que me refiro, a exaustão física e psicológica do cuidador.
Leia e Partilhe:
FIRESHELTER52
A falta ou a dificuldade na visão, o desequilíbrio ou o simples facto de escorregar num tapete podem levar um idoso ao chão.
Diversos traumatismos podem acontecer neste mecanismo, mas as lesões nas articulações coxo-femorais são quase sempre as mais graves.
Levam o idoso à cama, numa recuperação cirúrgica que nem sempre é possível, associada a uma recuperação com muitas sequelas que não atingem só a a parte mecânica e física do movimento, atingem também toda a família pois a dependência é enorme.
A melhor forma de tratar estas patologias é prevenir que elas aconteçam, e quem ja passou por isso sabe bem ao que me refiro, a exaustão física e psicológica do cuidador.
Leia e Partilhe:
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02/11/2018
Chaminés: falta de manutenção aumenta risco de incêndio
Sempre que se acende uma lareira, os gases e fumos extraídos acumulam-se nas paredes e formam uma substância altamente inflamável – creosoto. Com a passagem do tempo e a constante utilização aliada à falta de limpeza, o ambiente perfeito para a ocorrência de um incêndio é criado.
Aconselha-se, pois, a adoção de uma atitude de prevenção, fazendo manutenção periódica que permita a limpeza da referida substância, assim como a de outros detritos que se possam acumular nas chaminés.
A periodicidade aconselhada é de 2 em 2 anos para chaminés de lareiras e de 5 em 5 para chaminés de cozinhas, sendo a intervenção realizada por empresas especializadas. Após o serviço, deverá ser passada uma declaração de limpeza que, em caso de sinistro, poderá vir a servir de garantia e ilibar de responsabilidades os proprietários.
Com a manutenção em dia, se houver a fatalidade de um incêndio grave no prédio ou frações contíguas, é mais fácil isentar de responsabilidade civil o condomínio ou condómino, nos termos do Código Civil, e atribuir às seguradoras o pagamento dos danos.
A legislação aplicável nestes casos é a do Regime jurídico da segurança contra incêndios em edifícios.
Conselhos
Aconselha-se, pois, a adoção de uma atitude de prevenção, fazendo manutenção periódica que permita a limpeza da referida substância, assim como a de outros detritos que se possam acumular nas chaminés.
A periodicidade aconselhada é de 2 em 2 anos para chaminés de lareiras e de 5 em 5 para chaminés de cozinhas, sendo a intervenção realizada por empresas especializadas. Após o serviço, deverá ser passada uma declaração de limpeza que, em caso de sinistro, poderá vir a servir de garantia e ilibar de responsabilidades os proprietários.
Com a manutenção em dia, se houver a fatalidade de um incêndio grave no prédio ou frações contíguas, é mais fácil isentar de responsabilidade civil o condomínio ou condómino, nos termos do Código Civil, e atribuir às seguradoras o pagamento dos danos.
A legislação aplicável nestes casos é a do Regime jurídico da segurança contra incêndios em edifícios.
Conselhos
- Se for um acérrimo utilizador da sua lareira da sala, deverá limpá-la ao fim de cada duas toneladas de lenha consumida;
- No que diz respeito às chaminés da cozinha, dependendo da existência ou não de exaustor e também da intensidade da utilização, podem precisar de limpeza mais frequente;
- Para obter a máxima eficácia na extração de fumo e evitar a entrada de vento, poeiras e outros obstáculos à ventilação, devem ser montadas girândolas na saída das chaminés;
- Fale com os seus vizinhos, alerte-os para os problemas que possam advir da desvalorização da questão e tente agilizar o processo, juntando a limpeza de todas as chaminés do edifício. Desta forma, poderá obter um orçamento mais acessível a todos os condóminos;
- Não se esqueça de pedir diversos orçamentos, para que possa comparar valores e serviços;
Para Obter uma informação ainda mais completa ou saber mais sobre este assunto veja:
https://www.condominiodeco.pt/informe-se/artigos/obras/perigo-chamines?fbclid=IwAR2cOqgQMBnr31qlQzf83X1LNoy6LzIhLTwpmvpFLbeKZ-wM-YdNM6_I-fw
FIRESHELTER52
30/10/2018
Gripe e constipação: descubra as diferenças
Saiba o que define cada uma delas e como deve atuar perante os sintomas.
Os vírus responsáveis pela gripe e pela constipação são distintos e, como tal, os sintomas e o modo de atuar perante cada uma não são idênticos. Aprenda a distinguir uma da outra e a preveni-las.
Gripe
1. A gripe é uma doença aguda viral que afeta especialmente as vias respiratórias.
2. A transmissão do vírus da gripe é feita através de espirros ou de tosse, em que a pessoa infetada expele partículas.
A transmissão também pode ocorrer por contacto direto (como, por exemplo, as mãos tocarem em objetos que tenham ficado contaminados com as secreções de alguém infetado).
3. A melhor arma de prevenção contra a gripe é a vacinação, que deve ser anual, durante os meses de outono/inverno e, de preferência, em outubro/novembro – o pico da atividade gripal ocorre entre novembro e fevereiro. Segundo o Portal de Saúde, as pessoas que devem ser vacinadas contra a gripe são as que têm um risco superior de ter complicações depois da doença:
Idade igual ou superior a 65 anos;
Quem sofre de doenças crónicas dos pulmões, coração, fígado ou rins (exceto bebés com menos de 6 meses);
6. A toma de paracetamol ajuda a aliviar as dores e/ou a baixar a febre.
Sabia que…
Existem pessoas mais suscetíveis às constipações: crianças; fumadores e doentes respiratórios crónicos (doença pulmonar obstrutiva crónica, asma, enfisema pulmonar, entre outras patologias).
Os vírus responsáveis pela gripe e pela constipação são distintos e, como tal, os sintomas e o modo de atuar perante cada uma não são idênticos. Aprenda a distinguir uma da outra e a preveni-las.
Gripe
1. A gripe é uma doença aguda viral que afeta especialmente as vias respiratórias.
2. A transmissão do vírus da gripe é feita através de espirros ou de tosse, em que a pessoa infetada expele partículas.
A transmissão também pode ocorrer por contacto direto (como, por exemplo, as mãos tocarem em objetos que tenham ficado contaminados com as secreções de alguém infetado).
3. A melhor arma de prevenção contra a gripe é a vacinação, que deve ser anual, durante os meses de outono/inverno e, de preferência, em outubro/novembro – o pico da atividade gripal ocorre entre novembro e fevereiro. Segundo o Portal de Saúde, as pessoas que devem ser vacinadas contra a gripe são as que têm um risco superior de ter complicações depois da doença:
Idade igual ou superior a 65 anos;
Quem sofre de doenças crónicas dos pulmões, coração, fígado ou rins (exceto bebés com menos de 6 meses);
Diabéticos;
Outras patologias que diminuam a resistência às infeções.
4. Pessoas que tiveram uma reação alérgica grave a uma dose da vacina da gripe não devem voltar a tomá-la. A vacina contra a gripe também não deve ser tomada por pessoas com alergia severa ao ovo.
5. O contágio é evitado através do uso de máscara, isolamento, lavagem frequente das mãos com água e sabão (utilize toalhetes se não puder lavar as mãos). Quando tossir ou espirrar, utilize um lenço de papel ou o antebraço para tapar a zona da boca (não use as mãos).
6. Entre os sintomas mais comuns associados à gripe incluem-se mal-estar repentino, dores de cabeça, musculares/articulares, febre alta e, em alguns casos, olhos inflamados.
7. Para aliviar as queixas recomenda-se o repouso em casa, a toma de paracetamol para baixar a febre, o uso de soro fisiológico para diminuir a congestão nasal e beber muitos líquidos (água, sumos, infusões/chá) ao longo do dia. Na persistência dos sintomas de gripe deve recorrer-se ao médico assistente.
Sabia que…
Os antibióticos atuam nas bactérias e não nas infeções provocadas por vírus - gripes e constipações - e nunca devem ser tomados sem terem sido prescritos pelo médico. A gravidez e o aleitamento também implicam o aconselhamento médico antes de se tomar um medicamento.
Constipação
1. Trata-se de uma infeção das vias respiratórias superiores provocada por um vírus e, geralmente, é ligeira.
2. A transmissão ocorre, habitualmente, de indivíduo para indivíduo, através do contacto com as secreções respiratórias da pessoa infetada. Para que isso aconteça, basta que esta tussa, espirre ou, até, fale muito perto de alguém. O contacto direto com essas gotículas (através das mãos, por exemplo) também é uma forma de transmissão.
3. Para prevenir o contágio deve lavar frequentemente as mãos, tossir ou espirrar para um lenço de papel ou para o antebraço.
4. As queixas mais comuns, que surgem de forma gradual, são:
Outras patologias que diminuam a resistência às infeções.
4. Pessoas que tiveram uma reação alérgica grave a uma dose da vacina da gripe não devem voltar a tomá-la. A vacina contra a gripe também não deve ser tomada por pessoas com alergia severa ao ovo.
5. O contágio é evitado através do uso de máscara, isolamento, lavagem frequente das mãos com água e sabão (utilize toalhetes se não puder lavar as mãos). Quando tossir ou espirrar, utilize um lenço de papel ou o antebraço para tapar a zona da boca (não use as mãos).
6. Entre os sintomas mais comuns associados à gripe incluem-se mal-estar repentino, dores de cabeça, musculares/articulares, febre alta e, em alguns casos, olhos inflamados.
7. Para aliviar as queixas recomenda-se o repouso em casa, a toma de paracetamol para baixar a febre, o uso de soro fisiológico para diminuir a congestão nasal e beber muitos líquidos (água, sumos, infusões/chá) ao longo do dia. Na persistência dos sintomas de gripe deve recorrer-se ao médico assistente.
Sabia que…
Os antibióticos atuam nas bactérias e não nas infeções provocadas por vírus - gripes e constipações - e nunca devem ser tomados sem terem sido prescritos pelo médico. A gravidez e o aleitamento também implicam o aconselhamento médico antes de se tomar um medicamento.
Constipação
1. Trata-se de uma infeção das vias respiratórias superiores provocada por um vírus e, geralmente, é ligeira.
2. A transmissão ocorre, habitualmente, de indivíduo para indivíduo, através do contacto com as secreções respiratórias da pessoa infetada. Para que isso aconteça, basta que esta tussa, espirre ou, até, fale muito perto de alguém. O contacto direto com essas gotículas (através das mãos, por exemplo) também é uma forma de transmissão.
3. Para prevenir o contágio deve lavar frequentemente as mãos, tossir ou espirrar para um lenço de papel ou para o antebraço.
4. As queixas mais comuns, que surgem de forma gradual, são:
- Congestão e corrimento nasal intenso;
- Comichão e vermelhidão no nariz;
- Diminuição ou perda do olfato e do paladar;
- Espirros;
- Olhos lacrimejantes;
- Dor de cabeça e/ou de garganta;
- Eventualmente, febre baixa
6. A toma de paracetamol ajuda a aliviar as dores e/ou a baixar a febre.
Sabia que…
Existem pessoas mais suscetíveis às constipações: crianças; fumadores e doentes respiratórios crónicos (doença pulmonar obstrutiva crónica, asma, enfisema pulmonar, entre outras patologias).
www.saudecuf.pt
FIRESHELTER52
22/10/2018
Zonas Propicias a Inundações em Tavira
O Titulo de Veneza Algarvia como assim tem sido apelidada ao longo dos anos é atribuído a Tavira principalmente pela maneira fácil e corrente que o Gilão sobe pelas ruas da Cidade, alagando durante um período de tempo algumas artérias da cidade.
Este facto da-se por vários mecanismos:
Cheias Limpas de Águas do Gilão
A altura das marés, principalmente as mais vivas com um gradiante mais elevado contracenam com a altura da cota de algumas ruas da cidade, fazendo com que a água do rio Gilão suba pelos canos das águas pluviais ligadas às sarjetas das ruas saindo e mantendo-se nas ruas até que a maré comece a descer.
Mecanicamente é impossível responder a esta situação enquanto o caudal do rio não baixar.
No entanto válvulas unidireccionais poderiam permitir que a água do rio não invadisse os canos pluviais evitando assim as cheias por altura significativa das marés.
Cheias Rápidas em meio urbano
Num dia de chuva mais acentuada a água da chuva vai das zonas mais altas da cidade em direção ao rio, seja pelo alcatrão seja pelas condutas pluviais subterrâneas.
Se por ventura as marés estiverem cheias vai haver grande dificuldade em que as águas pluviais consigam desaguar no rio acumulando-se nas zonas mais baixas, acabando então por não conseguir vencer o obstáculo do rio saindo e mantendo-se assim na via publica, normalmente nas zonas mais perto do rio.
Estas cheias rápidas em meio urbano tendem em passar rápido, normalmente são de agua da chuva e acarretam alguma sujidade que se encontra nas estradas e passeios.
Enxurradas
As enxurradas ou agua de monte, são massas de agua provenientes da queda de chuva na serra que por vezes ganham aumentos muito grande de caudal invadindo estradas e caminhos entre o local que cai a chuva e o estuário onde vão desaguando.
Normalmente as cotas na serra são mais elevadas fazendo com que a água ganhe muita velocidade chegando à zona onde vai desaguar.
Curvas no rio, e canaviais são a defesa natural que faz a força das águas abrandar a sua velocidade evitando assim enxurradas mais graves e devastadoras.
Esta última trás à memória 1969 e 1989 onde provocou um grau de destruição elevado na baixa da cidade.
Intervenção vs Prevenção
O eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:
• Limpeza e desobstrução de ralos e canais de drenagem de quintais, varandas, caves e garagens, removendo folhas, areias e pedras que ali se tenham acumulado;
• Verificação e manutenção corretiva dos sistemas de drenagem;
• Limpeza de algerozes e caleiras.
Outras recomendações, como o "Turismo de Cheia", onde a comunidade sai nas suas viaturas e anda a passear nas zonas inundadas para ver os estragos também deve de todo ser evitado.
Siga as informações no SAFEPLACE52 (sempre em alternativa de um canal de comunicação dedicado da sua proteção civil local, caso exista), em em caso de emergência LIGUE DE IMEDIATO 112.
Este facto da-se por vários mecanismos:
Cheias Limpas de Águas do Gilão
A altura das marés, principalmente as mais vivas com um gradiante mais elevado contracenam com a altura da cota de algumas ruas da cidade, fazendo com que a água do rio Gilão suba pelos canos das águas pluviais ligadas às sarjetas das ruas saindo e mantendo-se nas ruas até que a maré comece a descer.
Mecanicamente é impossível responder a esta situação enquanto o caudal do rio não baixar.
No entanto válvulas unidireccionais poderiam permitir que a água do rio não invadisse os canos pluviais evitando assim as cheias por altura significativa das marés.
Cheias Rápidas em meio urbano
Num dia de chuva mais acentuada a água da chuva vai das zonas mais altas da cidade em direção ao rio, seja pelo alcatrão seja pelas condutas pluviais subterrâneas.
Se por ventura as marés estiverem cheias vai haver grande dificuldade em que as águas pluviais consigam desaguar no rio acumulando-se nas zonas mais baixas, acabando então por não conseguir vencer o obstáculo do rio saindo e mantendo-se assim na via publica, normalmente nas zonas mais perto do rio.
Estas cheias rápidas em meio urbano tendem em passar rápido, normalmente são de agua da chuva e acarretam alguma sujidade que se encontra nas estradas e passeios.
Enxurradas
As enxurradas ou agua de monte, são massas de agua provenientes da queda de chuva na serra que por vezes ganham aumentos muito grande de caudal invadindo estradas e caminhos entre o local que cai a chuva e o estuário onde vão desaguando.
Normalmente as cotas na serra são mais elevadas fazendo com que a água ganhe muita velocidade chegando à zona onde vai desaguar.
Curvas no rio, e canaviais são a defesa natural que faz a força das águas abrandar a sua velocidade evitando assim enxurradas mais graves e devastadoras.
Esta última trás à memória 1969 e 1989 onde provocou um grau de destruição elevado na baixa da cidade.
Intervenção vs Prevenção
O eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:
• Limpeza e desobstrução de ralos e canais de drenagem de quintais, varandas, caves e garagens, removendo folhas, areias e pedras que ali se tenham acumulado;
• Verificação e manutenção corretiva dos sistemas de drenagem;
• Limpeza de algerozes e caleiras.
Outras recomendações, como o "Turismo de Cheia", onde a comunidade sai nas suas viaturas e anda a passear nas zonas inundadas para ver os estragos também deve de todo ser evitado.
Siga as informações no SAFEPLACE52 (sempre em alternativa de um canal de comunicação dedicado da sua proteção civil local, caso exista), em em caso de emergência LIGUE DE IMEDIATO 112.
FRESHELTER52
06/09/2018
O que são os Ataques de Pânico ou de Ansiedade
Um estado de Pânico é um fenómeno físico resultante do processo de Ansiedade, mais especificamente quando se sente um nível extremo de Ansiedade.
A Ansiedade é um fenómeno físico de reação à emoção Medo, provocado pela libertação de adrenalina no sangue pelas glândulas supra-renais.
Em momentos de ansiedade é libertada adrenalina em quantidades abundantes preparando o organismo para grandes esforços físicos, estimulando o coração, elevando a tensão arterial, relaxando certos músculos e contraindo outros.
E quando o Pânico é um problema?
Por vezes, como efeito secundário de medicação, drogas ou de debilidades físicas diversas, existe uma libertação de adrenalina em excesso causando assim um colapso físico, sentindo-se um estado de Pânico... sem o ser.
Este colapso físico tendo sintomas semelhantes à Ansiedade, faz com que a mente acredite poder estar num estado iminente de perigo, e pode iniciar-se o primeiro evento da síndrome do Pânico. A partir deste evento isolado de pânico pode gerar-se o medo de sentir novamente o pânico!
Quem sofre desta perturbação sente uma ansiedade máxima em situações inexplicáveis, não conseguindo reconhecer os medos que lhes são inerentes.
A maior parte das vezes, as pessoas que sofrem desta perturbação não são corretamente diagnosticadas devido à dificuldade que, muitas vezes, existe em detetar este síndroma, o que leva frequentemente a pensar que são apenas episódios de ansiedade simples.
Sintomas mais frequentes dos Ataques de Pânico:
- Dificuldade respiratória ou sensação de estar a sufocar
- Vertigens, instabilidade ou desmaio
- Palpitações ou ritmo cardíaco acelerado
- Tremuras ligeiras ou acentuadas
- Sudação
- Falta de ar
- Náuseas, dor de estômago ou diarreia
- Sensação de irrealidade, estranheza ou separação do meio envolvente
- Sensações de adormecimento ou de formigueiros
- Ruborização ou calafrios
- Dor ou incomodidade no peito
- Medo de morrer
- Medo de «tornar-se louco» ou de perder o controlo
Estes sintomas são tão fortes que, ao acreditar que se pode morrer, criam só por si um trauma inconsciente e resistente que provoca um processo mental profundo e contínuo de afastamento de todas as experiências que se intrepretam, na altura, serem a causa do colapso físico vivido. Como a mente não conseguiu entender que as causas reais deste colapso tiveram na sua origem uma debilidade física, relaciona os fatores externos que aconteceram nesse momento, como por exemplo o lugar e as circunstâncias onde estavam, ou os pensamentos que tiveram, como experiências agressoras e perturbadoras a evitar no futuro.
Este processo mental erróneo provoca uma Ansiedade elevadíssima todas as vezes que se está perante estas experiências consideradas agressoras. As pessoas perturbadas com esta síndrome são levadas a pensar que têm fobias diversas quando, na verdade, o que sentem é um medo extremo de estar expostas a experiências que a mente associa como negativas.
Como se pode tratar os Ataques de Pânico?
Os Ataques de Pânico tratam-se na sua origem, ajudando as pessoas que sofrem a afastarem-se das emoções de medo traumático resultante do primeiro evento de pânico.
A Clínica da Mente utiliza a HBM Therapy, um tratamento exclusivo e inovador direcionado à raiz do problema. De forma totalmente natural, consegue detetar e dissociar as experiências e os traumas que causam a perturbação e devolve a paz interior e a felicidade.
Saiba mais em http://goo.gl/GdM9qT
FIRESHELTER52
31/08/2018
Condições para recorrer ao programa de apoio ao alojamento urgente
Entrou recentemente em vigor o decreto-lei que define as novas regras para apoiar o alojamento urgente.
O programa destina-se às pessoas que sejam privadas, de forma temporária ou definitiva, da casa onde viviam.
Pode ser solicitado por quem necessite de ajuda devido a um acontecimento imprevisível e inevitável, como acontece com os incêndios, ou se encontre em risco imediato de ficar sem casa.
O apoio pode também ser concedido aos que não têm uma alternativa com condições adequadas para viver ou não tenham condições de pagar uma casa.
Os apoios são concedidos de acordo com as necessidades e recursos disponíveis, e podem consistir:
· na atribuição de uma casa;
· na oferta de materiais para a reconstrução;
· em auxílio com os documentos e procedimentos necessários para o arrendamento de uma casa ou para mandar realizar obras numa casa que tenha sido destruída;
· na comparticipação de um alojamento temporário em casa ou alojamento turístico;
· na comparticipação ou pagamento total da renda de habitação permanente;
· na comparticipação da reconstrução ou reabilitação da casa destruída;
· na comparticipação na compra, construção ou reabilitação de uma nova casa.
Os apoios são prestados pelo Estado através do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), a quem compete gerir o programa e decidir sobre a concessão dos apoios e acompanhar a sua execução.
As candidaturas deverão ser apresentadas junto do município ou Região Autónoma e serão posteriormente avaliadas pelo IHRU, a quem compete verificar aquelas que são aptas a receber os apoios.
Em caso de não existirem fundos de apoio suficientes, será dada prioridade aos casos mais urgentes, como por exemplo:
· quem tenha necessidade de alojamento urgente ou temporário;
· pessoas ou famílias;
· com menores rendimentos;
· com mais de 65 anos;
· com mais pessoas a cargo;
· com pessoas com deficiência ou doença ou doença crónica ou menores de idade a seu cargo.
Os apoios são concedidos de acordo com as necessidades e recursos disponíveis, e podem consistir:
· na atribuição de uma casa;
· na oferta de materiais para a reconstrução;
· em auxílio com os documentos e procedimentos necessários para o arrendamento de uma casa ou para mandar realizar obras numa casa que tenha sido destruída;
· na comparticipação de um alojamento temporário em casa ou alojamento turístico;
· na comparticipação ou pagamento total da renda de habitação permanente;
· na comparticipação da reconstrução ou reabilitação da casa destruída;
· na comparticipação na compra, construção ou reabilitação de uma nova casa.
Os apoios são prestados pelo Estado através do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), a quem compete gerir o programa e decidir sobre a concessão dos apoios e acompanhar a sua execução.
As candidaturas deverão ser apresentadas junto do município ou Região Autónoma e serão posteriormente avaliadas pelo IHRU, a quem compete verificar aquelas que são aptas a receber os apoios.
Em caso de não existirem fundos de apoio suficientes, será dada prioridade aos casos mais urgentes, como por exemplo:
· quem tenha necessidade de alojamento urgente ou temporário;
· pessoas ou famílias;
· com menores rendimentos;
· com mais de 65 anos;
· com mais pessoas a cargo;
· com pessoas com deficiência ou doença ou doença crónica ou menores de idade a seu cargo.
regiao-sul.pt
FIRESHELTER52
19/06/2018
Varizes no Esófago - "Variz Esofágica"
Hoje vi uma publicação muito pertinente no face que rapidamente me apressei a partilhar.
Como socorrista de emergência já varias vezes presenciei situações as que descrevo em baixo.
A perda hemática no esófago chega a ser tão considerável que o sangue acumulado no estômago sai em jato de uma forma que vi uma vitima numa maca do hospital "pintar" as paredes e o teto à sua volta de sangue... Podem imaginar o pior cenário do freddy krueger.
As varizes esofágica são veias anormalmente inchadas dentro do forro do esôfago causado pela hipertensão portal.
Se não diagnosticada ou não tratada, varizes esofágica podem romper e levar a uma hemorragia fatal.
Sinais de hemorragia das varizes esofágica incluem:
- vomitar ou tossir sangue
- Vermelho, alcatrão, ou fezes muito escuras
- pressão arterial baixa
- delírio.
- Batimento cardíaco rápido
Como socorrista de emergência já varias vezes presenciei situações as que descrevo em baixo.
A perda hemática no esófago chega a ser tão considerável que o sangue acumulado no estômago sai em jato de uma forma que vi uma vitima numa maca do hospital "pintar" as paredes e o teto à sua volta de sangue... Podem imaginar o pior cenário do freddy krueger.
As varizes esofágica são veias anormalmente inchadas dentro do forro do esôfago causado pela hipertensão portal.
Se não diagnosticada ou não tratada, varizes esofágica podem romper e levar a uma hemorragia fatal.
Sinais de hemorragia das varizes esofágica incluem:
- vomitar ou tossir sangue
- Vermelho, alcatrão, ou fezes muito escuras
- pressão arterial baixa
- delírio.
- Batimento cardíaco rápido
19/03/2018
Baleia Regressa à Praia mas Morta
A baleia-anã que ontem tinha dado à costa, ferida, na Praia da Amoreira (Aljezur), e que tinha sido devolvida ao mar com a ajuda de voluntários e bombeiros, acabou este domingo por voltar a ser arrojada à praia, mas já morta.
Segundo João Duarte, um dos cinco bombeiros de Aljezur que ajudou a baleia-anã, o animal apresentava muitos ferimentos, como se pode ver nas fotos.
«Embora os ferimentos não fossem profundos, é provável que tenha lesões internas e, com o mar que estava, não é fácil sobreviver», tinha João Duarte, que era o chefe de equipa no local, comentado ontem na sua página de Facebook. O comandante das operações de socorro (COS) foi Mário Costa, comandante dos Bombeiros de Aljezur.
«Fizemos o que nos foi possível, numa primeira ação com ajuda de seis voluntários de várias nacionalidades que lá acorreram e depois apenas nós, cinco bombeiros, com a noção de que outras entidades eventualmente mais vocacionadas poderiam ter pelo menos pisado o areal…», acrescentou. Os bombeiros foram alertados às 14h00 de sábado, embora o animal tenha sido avistado pela primeira vez por volta do meio dia.
Apesar da zona ser da jurisdição da Polícia Marítima, e se situar em pleno Parque Natural, nenhum elemento dessas entidades se apresentou na praia, para colaborar na operação. Isto apesar de testemunhas oculares terem dito ao nosso jornal que viram um veículo todo-o-terreno da PM em ambos os lados da margem. João Duarte, porém, recusou comentar a ausência daquelas entidades.
«Quando chegámos, estava uma senhora portuguesa e dois estrangeiros, talvez alemães» a tentar ajudar a baleia. «Chamei um casal de alemães que estavam do lado do rio, que apareceram com um sexto voluntário civil, também estrangeiro», disse João Duarte ao Sul Informação. E foram todos estes voluntários, os bombeiros e os civis, que ajudaram o animal, depois de estarem muito tempo dentro de água, sob chuva torrencial.
«Conseguimos nessa fase, em que a maré não parecia estar ainda a vazar, arrastá-la para uma zona mais profunda do rio, onde nadou bem durante mais de meia hora, encalhando por breves momentos em bancos de areia e junto à margem direta, onde facilmente a desencalhámos», acrescentou.
Ontem, segundo contou João Duarte ao nosso jornal, quando foi devolvida ao mar, a baleia estava ferida e, «embora por vários momentos tenha nadado com elegância, notava-se que estava fraca e deixava-se enrolar nas ondas».
«À saída da barra, a baleia foi projetada várias vezes contra a rocha, tendo ficado temporariamente entalada, e, como o mar esteve bastante agitado durante a noite, não terá conseguido safar-se», acrescentou.
O estado do mar e os ferimentos acabaram por ditar a morte do cetáceo, que este domingo voltou a dar à costa, mas já morta, na mesma praia da Amoreira.
Segundo João Duarte, um dos cinco bombeiros de Aljezur que ajudou a baleia-anã, o animal apresentava muitos ferimentos, como se pode ver nas fotos.
«Embora os ferimentos não fossem profundos, é provável que tenha lesões internas e, com o mar que estava, não é fácil sobreviver», tinha João Duarte, que era o chefe de equipa no local, comentado ontem na sua página de Facebook. O comandante das operações de socorro (COS) foi Mário Costa, comandante dos Bombeiros de Aljezur.
«Fizemos o que nos foi possível, numa primeira ação com ajuda de seis voluntários de várias nacionalidades que lá acorreram e depois apenas nós, cinco bombeiros, com a noção de que outras entidades eventualmente mais vocacionadas poderiam ter pelo menos pisado o areal…», acrescentou. Os bombeiros foram alertados às 14h00 de sábado, embora o animal tenha sido avistado pela primeira vez por volta do meio dia.
Apesar da zona ser da jurisdição da Polícia Marítima, e se situar em pleno Parque Natural, nenhum elemento dessas entidades se apresentou na praia, para colaborar na operação. Isto apesar de testemunhas oculares terem dito ao nosso jornal que viram um veículo todo-o-terreno da PM em ambos os lados da margem. João Duarte, porém, recusou comentar a ausência daquelas entidades.
«Quando chegámos, estava uma senhora portuguesa e dois estrangeiros, talvez alemães» a tentar ajudar a baleia. «Chamei um casal de alemães que estavam do lado do rio, que apareceram com um sexto voluntário civil, também estrangeiro», disse João Duarte ao Sul Informação. E foram todos estes voluntários, os bombeiros e os civis, que ajudaram o animal, depois de estarem muito tempo dentro de água, sob chuva torrencial.
«Conseguimos nessa fase, em que a maré não parecia estar ainda a vazar, arrastá-la para uma zona mais profunda do rio, onde nadou bem durante mais de meia hora, encalhando por breves momentos em bancos de areia e junto à margem direta, onde facilmente a desencalhámos», acrescentou.
Ontem, segundo contou João Duarte ao nosso jornal, quando foi devolvida ao mar, a baleia estava ferida e, «embora por vários momentos tenha nadado com elegância, notava-se que estava fraca e deixava-se enrolar nas ondas».
«À saída da barra, a baleia foi projetada várias vezes contra a rocha, tendo ficado temporariamente entalada, e, como o mar esteve bastante agitado durante a noite, não terá conseguido safar-se», acrescentou.
O estado do mar e os ferimentos acabaram por ditar a morte do cetáceo, que este domingo voltou a dar à costa, mas já morta, na mesma praia da Amoreira.
sulinformacao.pt
FIRESHELTER52
Programa Nacional de Vacinação
O Programa Nacional de Vacinação é aplicado através de um Esquema Vacinal Recomendado a toda a população presente em Portugal, de acordo com a idade.
O esquema vacinal recomendado tem como objetivo obter a melhor proteção, na idade mais adequada e o mais precocemente possível.
Conheça o esquema vacinal recomendado do Programa Nacional de Vacinação:
O esquema vacinal recomendado tem como objetivo obter a melhor proteção, na idade mais adequada e o mais precocemente possível.
Conheça o esquema vacinal recomendado do Programa Nacional de Vacinação:
FIRESHELTER52
14/03/2018
E se os terrenos não estiverem limpos até ao fim do prazo?
Entre 15 e 31 de março, a GNR fará um levantamento dos terrenos por limpar.
Os responsáveis pelos terrenos que não tenham cumprido as regras vão ser identificados e multados.
A partir de abril, a responsabilidade pela limpeza dos terrenos passa a ser das Câmaras Municipais. Até 31 de maio as autarquias farão a limpeza dos terrenos, mas os proprietários serão obrigados a permitir o acesso aos seus terrenos e a pagar à Câmara o valor gasto na operação.
De que forma estas medidas protegem os cidadãos?
A propagação de incêndios é mais difícil em terrenos que foram limpos. Isto significa que as habitações e toda a envolvente ficam mais seguras e protegidas. Simultaneamente, há uma melhoria dos acessos, para que os bombeiros cheguem mais depressa e em segurança ao local.
Mais alguns conselhos
*Mantenha-se informado em relação ao risco de incêndio na sua área de residência
De que forma estas medidas protegem os cidadãos?
A propagação de incêndios é mais difícil em terrenos que foram limpos. Isto significa que as habitações e toda a envolvente ficam mais seguras e protegidas. Simultaneamente, há uma melhoria dos acessos, para que os bombeiros cheguem mais depressa e em segurança ao local.
Mais alguns conselhos
*Mantenha-se informado em relação ao risco de incêndio na sua área de residência
*Garanta que as mangueiras e o sistema de rega estão a funcionar
*Limpe os telhados e coloque rede de retenção de fagulhas na chaminé
*Deve ainda manter afastados da casa pilhas de lenha, botijas de gás ou outras substâncias explosivas e sobrantes da exploração agrícola ou florestal.
A medida pretende prevenir os incêndios e preservar as florestas, mas também sensibilizar os cidadãos para o facto da vida das suas famílias e a segurança dos seus bens dependerem dos seus gestos.
A medida pretende prevenir os incêndios e preservar as florestas, mas também sensibilizar os cidadãos para o facto da vida das suas famílias e a segurança dos seus bens dependerem dos seus gestos.
O que importa é contribuir ativamente para que Portugal não volte a viver o ‘inferno’ que viveu em junho e outubro de 2017.
De resto, aconselhamos a que esclareça as suas dúvidas e obtenha mais informações ligando o 808 200 520 e através da consulta do DL n.º 124/2006.
FIRESHELTER52
13/03/2018
O que Pode Causar o Contacto com as Alforrecas - Caravelas Portuguesas
Possivelmente já foram alertados por várias publicações do perigo nas costas de Huelva a Faro pelo aparecimento de caravelas portuguesas na praia devido ao temporal!
Temos de avisar TODOS!
Mas vamos completar um pouco a informação, já que são organismos muito interessantes.
Devem ter muito cuidado para não tocá-las já que produzem uma picada muito dolorosa e até mortal para. Crianças ou idosos....
Temos de avisar TODOS!
Mas vamos completar um pouco a informação, já que são organismos muito interessantes.
É muito habitual confundir as caravelas portuguesas (physalia physalis) com medusas quando não se trata de uma medusa, nem se quiser de um ser vivo.
As Caravelas portuguesas são sifonóforos, uma colónia de organismos que se associam para sobreviver. Cada um destes organismos, denominados zooides, é especializado numa actividade necessária para a sobrevivência da colónia. Todos estes organismos se encontram unidos entre si e fisiologicamente integrados sendo incapazes de sobreviver independente.
A Caravela Portuguesa recebe seu nome comum do pólipo superior, uma espécie de bexiga cheia de gás, que pode chegar a se destacar 15 centímetros acima da superfície da água e que de alguma forma se assemelha a um navio de guerra português do século. XVI.
A Caravela Portuguesa recebe seu nome comum do pólipo superior, uma espécie de bexiga cheia de gás, que pode chegar a se destacar 15 centímetros acima da superfície da água e que de alguma forma se assemelha a um navio de guerra português do século. XVI.
Estes organismos têm o trabalho de navegar, já os tentáculos, longos e magros que podem chegar aos 50 metros de comprimento, estão cobertos de nematocistos carregados de veneno e são usados para paralisar e matar os peixes e outras criaturas pequenas de que se alimentam.
Têm poucos predadores entre eles a tartaruga boba a tartaruga alaúdes o peixe lua e o mais interessante o dragão azul (Glauco azul) também está nas fotos um nudibrânquio capaz de se alimentar dela e usar o veneno da caravela em seu organismo para se defender...
11/07/2017
Recomendações para fazer face ao calor que ai vem
Torna-se importante informar e avisar que está para entrar aquilo que podemos já chamar "Onda de Calor".
Mas também se devia tornar importante a partilha de informação sobre o que se deve de fazer para nos proteger-mos da "ONDA DE CALOR".


Aumentar a ingestão de água ou sumos de fruta pouco açucarados e evitar o consumo de bebidas alcoólicas e bebidas com elevado teor de açúcar;
Evitar a exposição directa ao Sol entre as 11 e as 17 horas;
Permanecer em ambientes frescos/climatizados ou nas divisões mais frescas da sua casa;
evitar atividades que exijam esforços físicos nos períodos de maior calor;
Utilizar roupa solta, de cor clara, opaca, chapéu de abas largas, óculos com protecção contra radiação UVA e UVB e protector solar com índice protecção superior a 30;
Evitar fazer viagens nas horas de maior calor e não permitir a permanência de pessoas dentro de viaturas expostas ao sol, especialmente crianças e idosos;
Dar especial atenção aos idosos que vivem sozinhos.
evitar atividades que exijam esforços físicos nos períodos de maior calor;
Utilizar roupa solta, de cor clara, opaca, chapéu de abas largas, óculos com protecção contra radiação UVA e UVB e protector solar com índice protecção superior a 30;
Evitar fazer viagens nas horas de maior calor e não permitir a permanência de pessoas dentro de viaturas expostas ao sol, especialmente crianças e idosos;
Dar especial atenção aos idosos que vivem sozinhos.
Por não sentirem sede, devem receber atenção redobrada de familiares, amigos ou vizinhos que garantam a ingestão suficiente de líquidos e de arrefecimento corporal.
A desidratação provocada pelo calor leva ao agravamento do estado de saúde dos doentes crónicos (Indivíduos com hipertensão arterial, diabetes, problemas cardio-vasculares, respiratórios, hepáticos, alcoolismo, doentes oncológicos, parkinson, alzheimer, obesidade e acamados).
A desidratação provocada pelo calor leva ao agravamento do estado de saúde dos doentes crónicos (Indivíduos com hipertensão arterial, diabetes, problemas cardio-vasculares, respiratórios, hepáticos, alcoolismo, doentes oncológicos, parkinson, alzheimer, obesidade e acamados).
FIRESHELTER52
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