Anexo algumas fotos do incêndio na serra do Caldeirão na zona de Salir onde mais de 110 operacionais apoiados por mais de 30 meios terrestres combate a esta hora.
Fotos fornecidas por leitores e seguidores do blog que são residentes na zona do incêndio.
Que lição podemos tirar de uma noite assim?
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30/07/2019
26/07/2019
160 Bombeiros e 8 Meios Aéreos Combatem Incêndio na Serra de Silves
O vento forte está a provocar projeções do fogo e a complicar o combate ao incêndio que lavra desde as 12h09, numa zona de mato, em Vale Figueira, São Bartolomeu de Messines, concelho de Silves.
No combate ao incêndio estão quatro meios aéreos, 22 veículos e 84 operacionais.
Abel Gomes, segundo comandante distrital de operações de socorro, disse, ao Sul Informação, que as projeções estão a ocorrer «na frente Sudeste do incêndio», a única que está ativa.
Na zona há «habitações dispersas», mas, por enquanto, «não foi preciso fazer qualquer tipo de evacuações», segundo a mesma fonte.
O fogo lavra muito perto da Autoestrada do Sul (A2) e o fumo poderá obrigar a cortar a estrada. De momento, o trânsito ainda flui «normalmente, mas a Brisa está a acompanhar a situação».
No combate ao incêndio estão quatro meios aéreos, 22 veículos e 84 operacionais.
Abel Gomes, segundo comandante distrital de operações de socorro, disse, ao Sul Informação, que as projeções estão a ocorrer «na frente Sudeste do incêndio», a única que está ativa.
Na zona há «habitações dispersas», mas, por enquanto, «não foi preciso fazer qualquer tipo de evacuações», segundo a mesma fonte.
O fogo lavra muito perto da Autoestrada do Sul (A2) e o fumo poderá obrigar a cortar a estrada. De momento, o trânsito ainda flui «normalmente, mas a Brisa está a acompanhar a situação».
04/07/2019
Algarve e Andaluzia criam centro ibérico para investigação e combate aos incêndios
O CILIFO, Centro Ibérico de Investigação e Combate aos Incêndios Florestais junta o Alentejo, o Algarve e a região espanhola da Andaluzia. Vai ficar sedeado em Huelva.
Dois anos depois do pior ano de fogos para Portugal (2017), há duas regiões do país que se juntam à Andaluzia (Espanha) na constituição do Centro Ibérico de Investigação e Combate aos Incêndios Florestais – CILIFO, que vai ficar sedeado na cidade espanhola de Huelva.
A iniciativa é liderada pela Junta da Andaluzia e envolve quase duas dezenas de instituições do Alentejo e Algarve que formam a Eurorregião Andaluzia-Alentejo-Algarve.
O projeto tem como objetivos “a investigação e o fortalecimento da cooperação entre Universidades e os sistemas de proteção civil no apoio à prevenção e combate aos Incêndios florestais na Andaluzia e no Sul de Portugal”, explica a Universidade de Évora (UÉ), a única instituição do Alentejo que integra a parceria ibérica.
Uma iniciativa que, no global, conta com um orçamento de 24,6 milhões de euros, no âmbito do Programa de Cooperação Espanha-Portugal Interreg VA (POCTEP) 2014-2020.
“Consideramos que um projeto com esta envergadura, com estes parceiros e com esta abrangência territorial é um virar de página sobre aquilo que é o conhecimento em termos dos fogos florestais e o nosso conhecimento em termos de novas estratégias que permitam mitigar os incêndios”, refere António Candeias.
O vice-reitor da UÉ salienta o “trabalho em rede “que se perspetiva a partir de agora, na medida em que “ao trazer as competências das várias instituições que estão envolvidas”, vai permitir que “conseguimos ganhar uma escala que não temos e desenvolver investigação que não seria possível cada um desenvolver se estivesse isolado.”
“Uma nova forma de estar”, sublinha o responsável da academia alentejana, cujo objetivo é desenvolver uma investigação “com efeitos muitos práticos do ponto de vista dos cidadãos e das comunidades.”
Aposta na prevenção para combater flagelo dos incêndios
À Universidade de Évora cabe a componente da investigação e formação, dispondo, para o efeito, de um orçamento que ronda o milhão e duzentos mil euros. “Somos a universidade que tem o papel mais importante nesta área”, refere Rui Salgado, o coordenador do projeto na UÉ, tanto mais que o CILIFO vai direcionar o seu trabalho no montado e na floresta mediterrânica, onde há uma lacuna em termos de estudos.
“A maioria dos estudos têm sido efetuados atendendo à floresta da região centro, que é a mais preocupante para o país, existindo poucos estudos para a região mediterrânica, sobretudo para o montado”, por isso, “aqui podemos dar um contributo importante e podemos fazer a diferença”, assegura o investigador.
Nesta primeira fase do CILIFO, projeto a desenvolver em três anos, a UÉ está a trabalhar em diversos estudos, nomeadamente sobre as faixas de gestão do combustível, a previsão de descargas elétricas utilizando modelos de previsão numérica do tempo e a estimativa de biomassa residual nas regiões do Alentejo e Algarve. A equipa de trabalho que está, entretanto, a ser formada vai também, entre outras linhas de trabalho, debruçar-se sobre o impacto dos incêndios de 2017 na qualidade do ar.
“É um trabalho que nunca vai estar acabado, tendo em conta as alterações climáticas e, infelizmente, os fogos não têm tendência a diminuir”, lamenta Rui Salgado.
“O que podemos fazer é melhorar a prevenção e a capacidade de intervir no combate aos incêndios, por isso é importante cimentar um trabalho conjunto e colocar todo este conhecimento ao serviço da nossa região, do país e do sul de Espanha”, alude o coordenador responsável da UÉ.
Para além das infraestruturas a criar em Espanha e na região algarvia, nomeadamente em Castro Marim, Loulé, Monchique e Tavira, o CILIFO vai desenvolver um trabalho de proximidade com as populações, sensibilizando-as e promovendo a formação dos operacionais da Proteção Civil. Uma medida que é bem vista pelo comandante do CDOS (Comando Distrital de Operações de Socorro) de Évora.
“A autoridade nacional está sempre aberta e disponível para incorporar todos estes protocolos e medidas que parecem interessantes”, considera José Ribeiro, reconhecendo que algumas das áreas que vão ser trabalhadas, como “a gestão do combustível e a gestão da biomassa antes do período do verão”, são importantes.
O responsável pelo CDOS de Évora aponta, também, a sensibilização como prioritária, para “podermos chegar junto dos cidadãos de uma forma mais eficaz, transmitindo as medidas de prevenção e precaução que levem à redução das ignições.”
Dispositivo “mais musculado” no distrito de Évora
A apresentação do novo Centro Ibérico de Investigação e Combate aos Incêndios Florestais coincide com o arranque, em Portugal, da fase mais crítica dos fogos.
No distrito de Évora, à semelhança do país, o dispositivo está agora reforçado. “Essencialmente, mantemos o mesmo dispositivo, quer terreno, quer aéreo”, no entanto, refere o comandante José Ribeiro “incorporamos, por força da entrada em funcionamento de algumas equipas de intervenção permanente, mais elementos, naquilo que é um dispositivo terrestre.”
“É um dispositivo um pouco mais musculado que andará à volta dos 160 homens, diariamente entre julho e 30 setembro e um meio aéreo que já está sedeado, aqui, no centro de meios aéreos de Évora”, acrescenta.
O responsável pelo CDOS de Évora garante que está tudo operacional, tanto mais que as ocorrências dos meses de maio e junho colocaram à prova o dispositivo, atendendo a que se registaram “incêndios com um desenvolvimento muito rápido, com áreas muito significativas e em que o dispositivo deu uma resposta muito cabal.”
A iniciativa é liderada pela Junta da Andaluzia e envolve quase duas dezenas de instituições do Alentejo e Algarve que formam a Eurorregião Andaluzia-Alentejo-Algarve.
O projeto tem como objetivos “a investigação e o fortalecimento da cooperação entre Universidades e os sistemas de proteção civil no apoio à prevenção e combate aos Incêndios florestais na Andaluzia e no Sul de Portugal”, explica a Universidade de Évora (UÉ), a única instituição do Alentejo que integra a parceria ibérica.
Uma iniciativa que, no global, conta com um orçamento de 24,6 milhões de euros, no âmbito do Programa de Cooperação Espanha-Portugal Interreg VA (POCTEP) 2014-2020.
“Consideramos que um projeto com esta envergadura, com estes parceiros e com esta abrangência territorial é um virar de página sobre aquilo que é o conhecimento em termos dos fogos florestais e o nosso conhecimento em termos de novas estratégias que permitam mitigar os incêndios”, refere António Candeias.
O vice-reitor da UÉ salienta o “trabalho em rede “que se perspetiva a partir de agora, na medida em que “ao trazer as competências das várias instituições que estão envolvidas”, vai permitir que “conseguimos ganhar uma escala que não temos e desenvolver investigação que não seria possível cada um desenvolver se estivesse isolado.”
“Uma nova forma de estar”, sublinha o responsável da academia alentejana, cujo objetivo é desenvolver uma investigação “com efeitos muitos práticos do ponto de vista dos cidadãos e das comunidades.”
Aposta na prevenção para combater flagelo dos incêndios
À Universidade de Évora cabe a componente da investigação e formação, dispondo, para o efeito, de um orçamento que ronda o milhão e duzentos mil euros. “Somos a universidade que tem o papel mais importante nesta área”, refere Rui Salgado, o coordenador do projeto na UÉ, tanto mais que o CILIFO vai direcionar o seu trabalho no montado e na floresta mediterrânica, onde há uma lacuna em termos de estudos.
“A maioria dos estudos têm sido efetuados atendendo à floresta da região centro, que é a mais preocupante para o país, existindo poucos estudos para a região mediterrânica, sobretudo para o montado”, por isso, “aqui podemos dar um contributo importante e podemos fazer a diferença”, assegura o investigador.
Nesta primeira fase do CILIFO, projeto a desenvolver em três anos, a UÉ está a trabalhar em diversos estudos, nomeadamente sobre as faixas de gestão do combustível, a previsão de descargas elétricas utilizando modelos de previsão numérica do tempo e a estimativa de biomassa residual nas regiões do Alentejo e Algarve. A equipa de trabalho que está, entretanto, a ser formada vai também, entre outras linhas de trabalho, debruçar-se sobre o impacto dos incêndios de 2017 na qualidade do ar.
“É um trabalho que nunca vai estar acabado, tendo em conta as alterações climáticas e, infelizmente, os fogos não têm tendência a diminuir”, lamenta Rui Salgado.
“O que podemos fazer é melhorar a prevenção e a capacidade de intervir no combate aos incêndios, por isso é importante cimentar um trabalho conjunto e colocar todo este conhecimento ao serviço da nossa região, do país e do sul de Espanha”, alude o coordenador responsável da UÉ.
Para além das infraestruturas a criar em Espanha e na região algarvia, nomeadamente em Castro Marim, Loulé, Monchique e Tavira, o CILIFO vai desenvolver um trabalho de proximidade com as populações, sensibilizando-as e promovendo a formação dos operacionais da Proteção Civil. Uma medida que é bem vista pelo comandante do CDOS (Comando Distrital de Operações de Socorro) de Évora.
“A autoridade nacional está sempre aberta e disponível para incorporar todos estes protocolos e medidas que parecem interessantes”, considera José Ribeiro, reconhecendo que algumas das áreas que vão ser trabalhadas, como “a gestão do combustível e a gestão da biomassa antes do período do verão”, são importantes.
O responsável pelo CDOS de Évora aponta, também, a sensibilização como prioritária, para “podermos chegar junto dos cidadãos de uma forma mais eficaz, transmitindo as medidas de prevenção e precaução que levem à redução das ignições.”
Dispositivo “mais musculado” no distrito de Évora
A apresentação do novo Centro Ibérico de Investigação e Combate aos Incêndios Florestais coincide com o arranque, em Portugal, da fase mais crítica dos fogos.
No distrito de Évora, à semelhança do país, o dispositivo está agora reforçado. “Essencialmente, mantemos o mesmo dispositivo, quer terreno, quer aéreo”, no entanto, refere o comandante José Ribeiro “incorporamos, por força da entrada em funcionamento de algumas equipas de intervenção permanente, mais elementos, naquilo que é um dispositivo terrestre.”
“É um dispositivo um pouco mais musculado que andará à volta dos 160 homens, diariamente entre julho e 30 setembro e um meio aéreo que já está sedeado, aqui, no centro de meios aéreos de Évora”, acrescenta.
O responsável pelo CDOS de Évora garante que está tudo operacional, tanto mais que as ocorrências dos meses de maio e junho colocaram à prova o dispositivo, atendendo a que se registaram “incêndios com um desenvolvimento muito rápido, com áreas muito significativas e em que o dispositivo deu uma resposta muito cabal.”
RR
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17/06/2019
Alentejo com Incêndios Perto da Fronteira Algarvia
Segundo informação na página da ANEPC lavram no Alentejo distrito de Beja 2 Incêndios rurais em mato.
O incêndio com mais meios envolvidos é em Castro Verde São Marcos da Ataboeira e quase uma centena de operacionais apoiados por 4 meios aéreos estão em combate desde as 12:15.
O outro incêndio lavras desde as 15:28 na zona de Almodôvar, Monte das Mestras e quase duas dezenas de operacionais estão apoiados por um meio aéreo.
Seguindo a informação da ANEPC
Atualização às 19:00
Bombeiros do Algarve a caminho do Alentejo
Foto do incêndio que a coluna de fumo já é visível desde o Algarve:
Atualização 20:20
Na página da ANEPC incêndios estão controlados
FIRESHELTER52
O incêndio com mais meios envolvidos é em Castro Verde São Marcos da Ataboeira e quase uma centena de operacionais apoiados por 4 meios aéreos estão em combate desde as 12:15.
O outro incêndio lavras desde as 15:28 na zona de Almodôvar, Monte das Mestras e quase duas dezenas de operacionais estão apoiados por um meio aéreo.
Seguindo a informação da ANEPC
Atualização às 19:00
Bombeiros do Algarve a caminho do Alentejo
Foto do incêndio que a coluna de fumo já é visível desde o Algarve:
Atualização 20:20
Na página da ANEPC incêndios estão controlados
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31/05/2019
Dia Quente com Incêndios a Sul
Já se registaram hoje alguns incêndios na região Algarvia onde além de um ataque inicial musculado foi necessário proceder-se a ataque mais ampliado.
Foi assim ao final da manhã onde na serra de Silves, mais propriamente na zona de Benaciate São Bartolomeu de Messines três dezenas de operacionais apoiados por meios terrestres e aéreos combateram um incêndio onde há hora desta publicação estava em resolução face ao empenho dos meios envolvidos.
Um incêndio no limite Algarve / Alentejo a norte de Alcoutim despoletava há hora da publicação preocupação e ativação de meios dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e Alcoutim...
Alguns minutos depois a página da ANEPC dava a localização deste último como no distrito de Beja na zona localizada entre Giões e Mértola com 15 operacionais e 3 meios terrestres a caminho do local.
Fica pendente a atualização deste último.
16:41 (Beja) 25 Op- 6 meios terrestres 1 Meio Aéreo
FIRESHELTER52
Foi assim ao final da manhã onde na serra de Silves, mais propriamente na zona de Benaciate São Bartolomeu de Messines três dezenas de operacionais apoiados por meios terrestres e aéreos combateram um incêndio onde há hora desta publicação estava em resolução face ao empenho dos meios envolvidos.
Um incêndio no limite Algarve / Alentejo a norte de Alcoutim despoletava há hora da publicação preocupação e ativação de meios dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e Alcoutim...
Alguns minutos depois a página da ANEPC dava a localização deste último como no distrito de Beja na zona localizada entre Giões e Mértola com 15 operacionais e 3 meios terrestres a caminho do local.
Fica pendente a atualização deste último.
16:41 (Beja) 25 Op- 6 meios terrestres 1 Meio Aéreo
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23/05/2019
Bombeiros de Alcoutim com Apoio do Alentejo e Aéreo Combateram Incêndio
Os Bombeiros de Alcoutim apoiados pelos Bombeiros de Vila Real de Santo António, Mértola e Almodôvar combateram ontem à tarde um incêndio rural na zona de Santa Justa Alcoutim.
A força do ataque inicial de forma organizada e musculada permitiu um rápido domínio do incêndio sem que tenha afetado bens ou vidas humanas.
Além dos meios terrestres das corporações referidas uma Equipa Helitransportada apoiada por um Helicóptero Bombardeiro Ligeiro de Ataque Inicial foi determinante no combate.
Fotos:
A força do ataque inicial de forma organizada e musculada permitiu um rápido domínio do incêndio sem que tenha afetado bens ou vidas humanas.
Além dos meios terrestres das corporações referidas uma Equipa Helitransportada apoiada por um Helicóptero Bombardeiro Ligeiro de Ataque Inicial foi determinante no combate.
Fotos:

Protecao Civil - SMPC Alcoutim
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13/05/2019
Vários Incêndios Rurais em Curso na zona de Huelva
Várias dezenas de bombeiros florestais, apoiados por vários meios por terra e ar , na luta nesta segunda-feira à tarde contra dois incêndios que têm quebrado fora na área conhecida como The Swamp Barrocal e fazenda Los Mimbrales de Almonte, nos arredores de Doñana.
COMBATE A INCÊNDIO Berrocal ativou um moldado pelo helicóptero de transporte e fogo dispositivo 'Hotel 8', 29 floresta bombeiros , entre os quais um membro dos fogos Brigada Reforço Contra Florestais (BRICA) de Sevilha, um agente ambiental e dois técnicos de operações.
Por outro lado, um incêndio agrícola, que se espalhou posteriormente para terras florestais, afeta o povoado de 'Los Mimbrales' nos arredores de Doñana, onde atualmente operam 30 bombeiros , técnicos de operações e helicópteros. de transporte e extinção 'Hotel 7' e 'Eco 5'.
Precisamente, a Câmara Municipal de Almonte anunciou que o Plano de Emergência Municipal foi ativado como conseqüência do corte de tráfego em ambas as direções na A-483 (El Rocío-Matalascañas).
COMBATE A INCÊNDIO Berrocal ativou um moldado pelo helicóptero de transporte e fogo dispositivo 'Hotel 8', 29 floresta bombeiros , entre os quais um membro dos fogos Brigada Reforço Contra Florestais (BRICA) de Sevilha, um agente ambiental e dois técnicos de operações.
Por outro lado, um incêndio agrícola, que se espalhou posteriormente para terras florestais, afeta o povoado de 'Los Mimbrales' nos arredores de Doñana, onde atualmente operam 30 bombeiros , técnicos de operações e helicópteros. de transporte e extinção 'Hotel 7' e 'Eco 5'.
Precisamente, a Câmara Municipal de Almonte anunciou que o Plano de Emergência Municipal foi ativado como conseqüência do corte de tráfego em ambas as direções na A-483 (El Rocío-Matalascañas).
(tradução google)
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06/04/2019
Comandantes de Bombeiros Tiveram Formação Sobre Segurança em Incêndios Rurais
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), através do Comando Distrital de Operações de Socorro de Faro, promoveu ontem 5 de abril, uma Ação de Treino Operacional, na Base de Helicópteros em Serviço Permanente de Loulé, dirigida a todos os elementos de comando dos Corpos de Bombeiros da Região do Algarve, no âmbito do aprontamento do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais.
Esta ação, contou com a colaboração do Eng.º Luís Pita, da Escola Nacional de Bombeiros, para abordagem da temática relacionada com a segurança no combate a incêndios, bem como a colaboração da Dra. Marta Janeiro, da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, para realizar uma abordagem prática na interpretação de ferramentas de análise meteorológica bem como a sensibilização sobre a influência da meteorologia nos incêndios rurais.
Esta ação, contou com a colaboração do Eng.º Luís Pita, da Escola Nacional de Bombeiros, para abordagem da temática relacionada com a segurança no combate a incêndios, bem como a colaboração da Dra. Marta Janeiro, da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, para realizar uma abordagem prática na interpretação de ferramentas de análise meteorológica bem como a sensibilização sobre a influência da meteorologia nos incêndios rurais.
ANEPC
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16/03/2019
Bombeiros Municipais Combateram Incêndio na Serra de Tavira
Os Bombeiros Municipais de Tavira combateram um incêndio em mato na serra de Tavira durante a tarde de hoje.
Com inicio por volta da hora de almoço uma equipa de Bombeiros Municipais de Tavira deslocou-se à Portela da Corcha na serra de Tavira e combateram um incêndio em mato e pasto, arderam 1000m2.
Os trabalhos foram apoiados por um meio aéreo, um Helicóptero Bombardeiro Ligeiro de Ataque Inicial com uma equipa dos GIPS´s da GNR.
Os operacionais no terreno e com o apoio do meio aéreo debelaram o incêndio concluindo os trabalhos por volta das 15:00 horas.
FIRESHELTER52
Com inicio por volta da hora de almoço uma equipa de Bombeiros Municipais de Tavira deslocou-se à Portela da Corcha na serra de Tavira e combateram um incêndio em mato e pasto, arderam 1000m2.
Os trabalhos foram apoiados por um meio aéreo, um Helicóptero Bombardeiro Ligeiro de Ataque Inicial com uma equipa dos GIPS´s da GNR.
Os operacionais no terreno e com o apoio do meio aéreo debelaram o incêndio concluindo os trabalhos por volta das 15:00 horas.
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17/02/2019
Bombeiros Municipais de Olhão Combateram Incêndio em Marím
Os Bombeiros Municipais de Olhão combateram durante a manhã de ontem um incêndio em mato na zona de Marim Olhão.
10 Operacionais apoiados por 3 veículos combateram as chamas garantindo uma extinção rápida e eficaz.
FIRESHELTER52
10 Operacionais apoiados por 3 veículos combateram as chamas garantindo uma extinção rápida e eficaz.
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02/10/2018
Trovoada Provocou Incêndio na zona de São Marcos da Serra
No passado Domingo dia 30 de Setembro uma violenta trovoada abateu-se sobre a zona de São Marcos da Serra.
Granizo tamanho espesso, chuva em abundância e também trovoada fizeram-se sentir naquela zona de forma muito forte.
Há ainda o relato de uma intervenção por parte dos Sapadores Florestais e Bombeiros locais, Silves, Messines e Monchique de um raio que caiu numa árvore pegando fogo ao mato envolvente.
Ficam aqui algumas fotos coligidas num perfil de facebook de um colega Bombeiro de Silves.
FIRESHELTER52
Granizo tamanho espesso, chuva em abundância e também trovoada fizeram-se sentir naquela zona de forma muito forte.
Há ainda o relato de uma intervenção por parte dos Sapadores Florestais e Bombeiros locais, Silves, Messines e Monchique de um raio que caiu numa árvore pegando fogo ao mato envolvente.
Ficam aqui algumas fotos coligidas num perfil de facebook de um colega Bombeiro de Silves.
FIRESHELTER52
Incêndios suspeitos aterrorizam freguesia em Tavira
A freguesia de Santa Catarina da Fonte do Bispo, em Tavira, tem sido assolada por incêndios rurais nos últimos três meses.
Já aconteceram quase 10 fogos e a maioria tem sido ao sábado à tarde.
Algumas vezes surgem vários fogos, em pouco espaço de tempo e em locais próximos, o que leva à suspeita sobre a origem.
A Polícia Judiciária já esteve no local a recolher indícios e está a investigar o caso. "Tem sido muito perigoso e as pessoas da freguesia já andam com receio que possa haver algum incêndio que tome grandes proporções", assume ao CM Carlos Sousa, presidente da Junta de Freguesia de Santa Catarina da Fonte do Bispo, revelando a preocupação com os muitos incêndios nos últimos meses: "Se não fosse a grande eficácia dos bombeiros e do helicóptero não sei o que seria, porque até agora têm conseguido controlar os fogos rapidamente".
Por os incêndios acontecerem quase sempre no mesmo dia e, muitas vezes, vários, ao mesmo tempo, à mesma hora e na mesma zona, o autarca admite que tenham origem criminosa.
"É tudo muito suspeito, mas para já não há nada concreto. A Polícia Judiciária está a investigar. Espero que o culpado seja descoberto rapidamente", refere Carlos Sousa.
PORMENORES Sempre no mesmo dia Os últimos incêndios aconteceram todos ao sábado. No dia 22 de setembro houve um na zona de Alcaria e no dia 29 houve dois fogos num local próximo.
Casas em perigo Apesar da maioria dos fogos ter atingido apenas zonas de mato, o de dia 22 esteve perto de duas habitações. Valeu a pronta intervenção dos bombeiros.
Charcas de água A construção de várias cercas de água, por parte da junta de freguesia, na preparação do verão tem ajudado nos reabastecimentos do helicóptero.
Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/incendios-suspeitos-aterrorizam-freguesia-em-tavira?ref=cmaominuto_timeline
FIRESHELTER52
Já aconteceram quase 10 fogos e a maioria tem sido ao sábado à tarde.
Algumas vezes surgem vários fogos, em pouco espaço de tempo e em locais próximos, o que leva à suspeita sobre a origem.
A Polícia Judiciária já esteve no local a recolher indícios e está a investigar o caso. "Tem sido muito perigoso e as pessoas da freguesia já andam com receio que possa haver algum incêndio que tome grandes proporções", assume ao CM Carlos Sousa, presidente da Junta de Freguesia de Santa Catarina da Fonte do Bispo, revelando a preocupação com os muitos incêndios nos últimos meses: "Se não fosse a grande eficácia dos bombeiros e do helicóptero não sei o que seria, porque até agora têm conseguido controlar os fogos rapidamente".
Por os incêndios acontecerem quase sempre no mesmo dia e, muitas vezes, vários, ao mesmo tempo, à mesma hora e na mesma zona, o autarca admite que tenham origem criminosa.
"É tudo muito suspeito, mas para já não há nada concreto. A Polícia Judiciária está a investigar. Espero que o culpado seja descoberto rapidamente", refere Carlos Sousa.
PORMENORES Sempre no mesmo dia Os últimos incêndios aconteceram todos ao sábado. No dia 22 de setembro houve um na zona de Alcaria e no dia 29 houve dois fogos num local próximo.
Casas em perigo Apesar da maioria dos fogos ter atingido apenas zonas de mato, o de dia 22 esteve perto de duas habitações. Valeu a pronta intervenção dos bombeiros.
Charcas de água A construção de várias cercas de água, por parte da junta de freguesia, na preparação do verão tem ajudado nos reabastecimentos do helicóptero.
Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/incendios-suspeitos-aterrorizam-freguesia-em-tavira?ref=cmaominuto_timeline
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14/09/2018
Mais de 100 Bombeiros Combatem Incêndio em Monchique
A serra de Monchique está a arder nesta noite de temporal.
Segundo o site da ANPC mais de 100 operacionais apoiados por 33 Veículos Terrestres estão em combate.
Diversas fontes referem a zona da Nave, Palmeira ou Barranco do Banho como zonas próximas onde decorre o incêndio.
Bombeiros de toda a região algarvia estão a deslocar-se para o local, onde Tavira já enviou um auto-tanque.
Mantendo-me em atualizações espero um rápido domínio do incêndio.
FIRESHELTER52
Segundo o site da ANPC mais de 100 operacionais apoiados por 33 Veículos Terrestres estão em combate.
Diversas fontes referem a zona da Nave, Palmeira ou Barranco do Banho como zonas próximas onde decorre o incêndio.
Bombeiros de toda a região algarvia estão a deslocar-se para o local, onde Tavira já enviou um auto-tanque.
Mantendo-me em atualizações espero um rápido domínio do incêndio.
FIRESHELTER52
10/09/2018
Bombeiros Municipais Combateram Incêndio na Serra de Tavira
Os Bombeiros Municipais de Tavira responderam no passado dia 8 a um incêndio rural na serra de Tavira na zona do Faz-Fato Freguesia da Conceição de Tavira.
A pronta e rápida intervenção dos Bombeiros de Tavira apoiados por equipas dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e dos Bombeiros de Alcoutim foi determinante para uma rápida e eficaz extinção do incêndio sem provocar danos de maior.
35 operacionais apoiados por 5 meios terrestres de combate e apoio mais a equipa de um helicóptero bombardeiro ligeiro de ataque inicial empenharam-se nesta operação.
O incêndio ficou totalmente extinto por volta das 20 horas desse dia.
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A pronta e rápida intervenção dos Bombeiros de Tavira apoiados por equipas dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e dos Bombeiros de Alcoutim foi determinante para uma rápida e eficaz extinção do incêndio sem provocar danos de maior.
35 operacionais apoiados por 5 meios terrestres de combate e apoio mais a equipa de um helicóptero bombardeiro ligeiro de ataque inicial empenharam-se nesta operação.
O incêndio ficou totalmente extinto por volta das 20 horas desse dia.
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02/09/2018
Incêndio que alastrou do Ameixial a Almodôvar foi dominado
O incêndio que lavrou ontem, dia 1 de Setembro, no Ameixial, foi dominado e está já em fase de rescaldo.
As chamas deflagraram este sábado de manhã e evoluíram para Noroeste, para o concelho vizinho de Almodôvar, onde acabaram por ser debeladas pelos bombeiros.
A situação ficou controlada cerca das 21h00, mas os meios não foram desmobilizados.
A situação ficou controlada cerca das 21h00, mas os meios não foram desmobilizados.
Este domingo de manhã, continuam no terreno 400 homens, apoiados por 145 veículos e um meio aéreo.
sulinformacao.pt/
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31/08/2018
Bombeiros de Portimão agradecem a quem combateu em Monchique
Os Bombeiros de Portimão agradeceram e prestaram «o mais profundo reconhecimento» a todos os que deram o seu contributo para apagar o incêndio de Monchique e ajudar as vítimas que este causou.
A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Portimão (AHBVP) veio a público «agradecer e prestar o mais profundo reconhecimento a todos os que de uma forma ou de outra contribuíram para debelar a trágica situação, se empenharam e aliaram numa missão difícil e exigente no combate ao incêndio rural que deflagrou na Perna da Negra, Monchique, no passado dia 3 de Agosto e que se alastrou ao concelho de Odemira, Portimão e Silves».
O agradecimento é dirigido aos bombeiros e demais agentes de proteção civil, mas também «a todos e todas que de forma generosa e solidária, num gesto de grande nobreza e solidariedade, se prontificaram para nos ajudar das mais variadas formas».
A corporação portimonense enalteceu, desde logo, «todo o trabalho, disponibilidade, abnegação e altruísmo dos nossos bombeiros envolvidos no Teatro de Operações», que responderam «de forma heróica e abnegada, nunca descurando o nosso concelho e dando resposta adequada a todas as ocorrências para as quais foram solicitados».
Os elementos dos Corpos de Bombeiros e demais agentes de Proteção Civil, «que corajosamente se empenharam com determinação e competência na proteção e socorro da população das áreas atingidas, evidenciando um elevado grau de abnegação e de entrega, demonstrando todos eles sem exceção um grau de profissionalismo irreparável», também não forma esquecidos.
Os Bombeiros Voluntários de Portimão também mencionam «estagiários, cadetes e infantes da Escola, pessoal da logística, agrupamentos de escutas, guias de Portimão, população em geral, agentes económicos de Portimão e todas as demais entidades que colaboraram e se envolveram em tarefas de apoio e sustentação das operações proporcionando aos Operacionais no terreno as melhores condições possíveis».
«Também queremos agradecer a todos os cidadãos anónimos que de forma voluntária ajudaram no teatro das operações os nossos bombeiros a debelar o fogo e a todos os outros que se disponibilizaram a fornecer alimentos e outros consumíveis para serem entregues aos soldados da paz», acrescenta a AHBVP.
Os Bombeiros de Portimão concluem a nota pública com um «especial reconhecimento à Escola Júdice Fialho que, generosa e solidariamente, disponibilizou as suas instalações, onde foi criado um dispositivo de apoio logístico e alimentar aos operacionais no terreno».
A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Portimão (AHBVP) veio a público «agradecer e prestar o mais profundo reconhecimento a todos os que de uma forma ou de outra contribuíram para debelar a trágica situação, se empenharam e aliaram numa missão difícil e exigente no combate ao incêndio rural que deflagrou na Perna da Negra, Monchique, no passado dia 3 de Agosto e que se alastrou ao concelho de Odemira, Portimão e Silves».
O agradecimento é dirigido aos bombeiros e demais agentes de proteção civil, mas também «a todos e todas que de forma generosa e solidária, num gesto de grande nobreza e solidariedade, se prontificaram para nos ajudar das mais variadas formas».
A corporação portimonense enalteceu, desde logo, «todo o trabalho, disponibilidade, abnegação e altruísmo dos nossos bombeiros envolvidos no Teatro de Operações», que responderam «de forma heróica e abnegada, nunca descurando o nosso concelho e dando resposta adequada a todas as ocorrências para as quais foram solicitados».
Os elementos dos Corpos de Bombeiros e demais agentes de Proteção Civil, «que corajosamente se empenharam com determinação e competência na proteção e socorro da população das áreas atingidas, evidenciando um elevado grau de abnegação e de entrega, demonstrando todos eles sem exceção um grau de profissionalismo irreparável», também não forma esquecidos.
Os Bombeiros Voluntários de Portimão também mencionam «estagiários, cadetes e infantes da Escola, pessoal da logística, agrupamentos de escutas, guias de Portimão, população em geral, agentes económicos de Portimão e todas as demais entidades que colaboraram e se envolveram em tarefas de apoio e sustentação das operações proporcionando aos Operacionais no terreno as melhores condições possíveis».
«Também queremos agradecer a todos os cidadãos anónimos que de forma voluntária ajudaram no teatro das operações os nossos bombeiros a debelar o fogo e a todos os outros que se disponibilizaram a fornecer alimentos e outros consumíveis para serem entregues aos soldados da paz», acrescenta a AHBVP.
Os Bombeiros de Portimão concluem a nota pública com um «especial reconhecimento à Escola Júdice Fialho que, generosa e solidariamente, disponibilizou as suas instalações, onde foi criado um dispositivo de apoio logístico e alimentar aos operacionais no terreno».
sulinformacao.pt
FIRESHELTER52
14/08/2018
Bombeiros Respondem a Vários Incêndios Durante a Noite
Bombeiros Respondem a várias eclosões de incêndio em mato na freguesia de Castro Marim durante a noite de ontem.
Uma preocupante ignição na zona da Mata da Ordem na zona de Odeleite despoletou um ataque inicial musculado para este local por parte dos Bombeiros de Vila Real Alcoutim e Tavira.
No decorrer deste combate uma patrulha militar em vigilância neste local detetou outra ignição na mesma zona valendo o empenhamento dos meios de combate a caminho.
Após o rescaldo e já durante as acções de vigilância dois novos incêndios são despoletados e alertados na zona de Odeleite e Montinho da Aroeira.
Os Bombeiros de Vila Real Tavira e Alcoutim responderam prontamente a todas estas solicitações e garantiram a extinção e segurança dos focos de incêndio.
FIRESHELTER52
Uma preocupante ignição na zona da Mata da Ordem na zona de Odeleite despoletou um ataque inicial musculado para este local por parte dos Bombeiros de Vila Real Alcoutim e Tavira.
No decorrer deste combate uma patrulha militar em vigilância neste local detetou outra ignição na mesma zona valendo o empenhamento dos meios de combate a caminho.
Após o rescaldo e já durante as acções de vigilância dois novos incêndios são despoletados e alertados na zona de Odeleite e Montinho da Aroeira.
Os Bombeiros de Vila Real Tavira e Alcoutim responderam prontamente a todas estas solicitações e garantiram a extinção e segurança dos focos de incêndio.
FIRESHELTER52
10/08/2018
Serra de Tavira e Alcoutim Reforçada com Bombeiros de Fora
Bombeiros de Vila de Rei, Castelo Branco, Idanha-a-Nova e Proença-a-Nova constituem uma Brigada de Combate a Incêndios e que vai estar estacionada no Concelho de Alcoutim em reforço ao dispositivo de combate a incêndios no Sotavento algarvio.
FIRESHELTER52
Dominado o incendio monchique
O incêndio de Monchique foi dado como dominado há instantes.
A última atualização do site da Proteção Civil, feita há minutos, deu conta de que o incêndio está dominado e em resolução, quando se estava a entrar no oitavo dia de chamas a lavrar.
No terreno, continuam muitos meios – 1371 operacionais, apoiados por 442 veículos -, bem como máquinas de rastos.
No terreno, continuam muitos meios – 1371 operacionais, apoiados por 442 veículos -, bem como máquinas de rastos.
Os meios aéreos também já estão a atuar e deverão continuar a dar uma ajuda às forças no terreno na consolidação deste incêndio que, segundo os últimos dados, queimou mais de 27 mil hectares de serra nos concelhos de Monchique, Silves, Portimão e Odemira.
FIRESHELTER52
03/08/2018
Equipas Combatem Novo Incêndio em Monchique
Mais de 120 Bombeiros, apoiados por 9 meios aéreos estão a combater um violento incêndio em mato a norte de Monchique.
Segundo o site da ANPC o incêndio eclodiu na zona da Perna da Negra as 13:30, e fotos desde Messines já mostram dinâmica e alta coluna de fumo a preencher o céu na serra de Monchique.
O SAFEPLACE52 continuará a informar o ponto de situação, sabendo que Bombeiros de toda a região Algarvia estão a caminho do local.
14:45: - 200 Operacionais // 54 meios terrestres // 9 Meios aéreos //
17:00:- 415 Operacionais // 128 Meios Terrestres // Incêndio Ativo a lavrar descontrolado
2 Grupos de Reforço de Incêndios Florestais de Lisboa a caminho do local
Foto do local:
FIRESHELTER52
Segundo o site da ANPC o incêndio eclodiu na zona da Perna da Negra as 13:30, e fotos desde Messines já mostram dinâmica e alta coluna de fumo a preencher o céu na serra de Monchique.
O SAFEPLACE52 continuará a informar o ponto de situação, sabendo que Bombeiros de toda a região Algarvia estão a caminho do local.
14:45: - 200 Operacionais // 54 meios terrestres // 9 Meios aéreos //
17:00:- 415 Operacionais // 128 Meios Terrestres // Incêndio Ativo a lavrar descontrolado
2 Grupos de Reforço de Incêndios Florestais de Lisboa a caminho do local
Foto do local:
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