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07/11/2018

50% dos Acidentes Ocorrem em Casa - A queda e o Idoso

Na minha vida profissional um do serviços que desenvolvo com maior gosto e agrado é o serviço da Emergência Médica Pré-Hospitalar e hoje deixo o testemunho na primeira pessoa como uma simples queda de um idoso muda drasticamente a vida de uma família inteira.

A falta ou a dificuldade na visão, o desequilíbrio ou o simples facto de escorregar num tapete podem levar um idoso ao chão.

Diversos traumatismos podem acontecer neste mecanismo, mas as lesões nas articulações coxo-femorais são quase sempre as mais graves.

Levam o idoso à cama, numa recuperação cirúrgica que nem sempre é possível, associada a uma recuperação com muitas sequelas que não atingem só a a parte mecânica e física do movimento, atingem também toda a família pois a dependência é enorme.

A melhor forma de tratar estas patologias é prevenir que elas aconteçam, e quem ja passou por isso sabe bem ao que me refiro, a exaustão física e psicológica do cuidador.

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FIRESHELTER52

11/07/2017

Recomendações para fazer face ao calor que ai vem

Torna-se importante informar e avisar que está para entrar aquilo que podemos já chamar "Onda de Calor".
Mas também se devia tornar importante a partilha de informação sobre o que se deve de fazer para nos proteger-mos da "ONDA DE CALOR".



Aumentar a ingestão de água ou sumos de fruta pouco açucarados e evitar o consumo de bebidas alcoólicas e bebidas com elevado teor de açúcar;

Evitar a exposição directa ao Sol entre as 11 e as 17 horas;
Permanecer em ambientes frescos/climatizados ou nas divisões mais frescas da sua casa;
evitar atividades que exijam esforços físicos nos períodos de maior calor;

Utilizar roupa solta, de cor clara, opaca, chapéu de abas largas, óculos com protecção contra radiação UVA e UVB e protector solar com índice protecção superior a 30;

Evitar fazer viagens nas horas de maior calor e não permitir a permanência de pessoas dentro de viaturas expostas ao sol, especialmente crianças e idosos;

Dar especial atenção aos idosos que vivem sozinhos.
Por não sentirem sede, devem receber atenção redobrada de familiares, amigos ou vizinhos que garantam a ingestão suficiente de líquidos e de arrefecimento corporal.

A desidratação provocada pelo calor leva ao agravamento do estado de saúde dos doentes crónicos (Indivíduos com hipertensão arterial, diabetes, problemas cardio-vasculares, respiratórios, hepáticos, alcoolismo, doentes oncológicos, parkinson, alzheimer, obesidade e acamados).

FIRESHELTER52

26/06/2015

Brincadeiras na Água CUIDADO com as Nossas Crianças

O calor e o bom tempo convidam a um mergulho e miúdos e graúdos mal podem esperar pela oportunidade! Qualquer lugar serve – desde que tenha água refrescante. Os lagos, lagoas, rios e ribeiras fazem a delícia das crianças mais velhas, enquanto as mais pequenas, brincam perto de piscinas, poços e tanques.

A água é um polo de grande atração em todas as idades e talvez por isso os afogamentos são a 2ª causa de morte acidental. Perto de água não facilite e tenha em conta o seguinte:
- Verifique - perto dos locais onde as crianças brincam e onde vão passar os seus tempos livres ou as férias - se existem piscinas, tanques ou poços. Estes devem estar devidamente protegidos com vedações ou tampas resistentes (no caso dos poços).

- Se utilizar piscinas insufláveis despeje-as logo após a sua utilização e vire-as para baixo. Se isto não for possível, por serem grandes demais, vede-as como as restantes. Uma criança pequena afoga-se em menos de um palmo de água.

- Nas brincadeiras na água ou perto de locais com água as crianças mais pequenas devem ter sempre uma supervisão próxima e ativa de um adulto. As que não sabem nadar bem devem usar braçadeiras.

- Os brinquedos flutuantes – como colchões ou boias – não devem ser deixados na piscina pois chamam a atenção das crianças. Para além disso, a sua utilização deve ser sempre supervisionada e não dispensa a utilização de braçadeiras. Não são equipamentos de proteção e podem mesmo ser perigosos pois facilmente se viram ou são arrastados pelo vento.


- Com as crianças mais velhas é importante estabelecer regras para as brincadeiras perto de água que, geralmente, já são longe dos pais (ex:avisar para onde vai nadar/brincar, não nadar sozinho, nadar em locais vigiados, nadar paralelamente à margem, não mergulhar em locais cuja profundidade desconhece, não fazer brincadeiras que possam atrapalhar os amigos).

- Nos parques aquáticos a família deve certificar-se de que existem nadadores salvadores e equipamento de salvamento. 

Devem ler com atenção todas as indicações dos tanques/piscinas, respeitar (sem exceção) os avisos e instruções de utilização e instalar-se próximo dos tanques que as crianças vão utilizar. 

Deve combinar com os mais velhos as regras de utilização das piscinas e do espaço: caminhar em vez de correr (para não escorregar), agarrar-se bem a subir as escadas, verificar que a saída do escorrega está livre antes de se lançar, não escorregar de cabeça para baixo. 

As crianças mais pequenas podem necessitar de utilizar um colete (as braçadeiras podem sair com a queda na água). Em qualquer dos casos é fácil a criança atrapalhar-se mesmo que saiba nadar, pois há muita atividade na água, e mistura de idades. Facilmente apanha água na cara ou fica com a cabeça submersa sem intenção.

- Quando anda de barco ou pratica desportos náuticos a criança, assim como, todos os adultos, deve usar um colete salva-vidas.
- Em qualquer brincadeira na água ou perto dela a criança deve utilizar protetor solar que deve ser colocado antes de sair de casa e reposto várias vezes ao dia. Prefira produtos resistentes à água. Para além disso a criança deve usar um chapéu de abas largas.
 
APSI - Associação para a Promoção da Segurança Infantil

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