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16/06/2019

Sapadores florestais algarvios certificados para combater incêndios

30 sapadores florestais de diversos concelhos receberam esta quarta-feira Certificados de Formação em diferentes áreas ligadas à prevenção e combate a incêndios.


Os elementos das Equipas de Sapadores Florestais de São Brás de Alportel, Portimão, Silves, Vila Real de Santo António, Equipa do Serviço de Proteção Civil de Loulé, Equipa do Corpo Nacional de Agentes Florestais de Monte Gordo – ICNF e da ASPAFLOBAL receberam formação do Instituto do Emprego e Formação Profissional.

Em 2019, o Centro de Emprego e Formação Profissional de Faro acolheu as ações de formação modular certificada “Operações de extinção de incêndios”, “Equipamentos e veículos de Sapadores Florestais” e “Manutenção de espaços florestais e silvicultura preventiva”, que envolveram um total de 30 formandos.

Esta oferta formativa surgiu no âmbito de um protocolo assinado a 4 de Novembro de 2009, entre o IEFP e a Autoridade Nacional das Florestas – atual Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) -, «com o objetivo de implementar a formação necessária ao desenvolvimento da atividade de Sapador Florestal», segundo o instituto.

Segundo Fátima Cortes, a diretora do Centro de Emprego e Formação Profissional de Faro, o IEFP, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e o ICNF vão formalizar «um protocolo com vista ao desenvolvimento de um leque ainda mais abrangente de ações de formação na área da prevenção e combate aos incêndios».

www.sulinformacao.pt

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01/02/2019

Sapadores Florestais Municipais de São Brás de Alportel tiveram Formação

Decorreu entre 15 e 30 de Janeiro, no Corpo de Bombeiros São Brás de Alportel, um Curso de Operações de Extinção de Incêndios Rurais (50 Horas), ministrado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, onde participaram os membros da equipa de Sapadores Florestais da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, em funções desde Março de 2018.


Este módulo de formação integrou a formação técnica das equipas de Sapadores Florestais e teve como objetivo dotar os formandos com competências técnico-operacionais para integrar equipas de primeira intervenção em operações de extinção de incêndios rurais.

www.algarveprimeiro.com

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02/10/2018

AMAL- Concurso Aberto para Sapador Florestal

Encontra-se aberto, pelo prazo de 10 dias úteis, a contar do 1.º dia da publicitação (25 setembro) do presente aviso no Diário da República, procedimento concursal comum de recrutamento de 1 (um) técnico superior e 12 (doze) assistentes operacionais (sapadores florestais), na modalidade de contrato de trabalho em funções públicas a termo resolutivo incerto, para preenchimento de postos de trabalho previstos e não ocupados no mapa de pessoal da CI -AMAL — Comunidade Intermunicipal do Algarve.


Pode consultar o aviso da abertura de concurso no link em baixo:


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22/08/2018

Municípios do Algarve lançam concurso para contratar 15 sapadores florestais

A Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) vai lançar concurso para integrar nos seus quadros uma brigada de 15 sapadores florestais, ao abrigo de uma candidatura a fundos comunitários, disse o presidente da associação de municípios algarvia.


O concurso vai ser lançado até ao final do mês de agosto e a brigada de sapadores florestais “será composta por três equipas de cinco sapadores cada”, precisou o presidente da AMAL, Jorge Botelho, em declarações à agência Lusa.

“A candidatura foi feita, foi aprovada e o que a AMAL decidiu agora foi incorporar nos seus quadros de pessoal os 15 homens ou mulheres que vão ser alvo de concurso para a brigada de sapadores florestais”, explicou o também presidente da Câmara de Tavira, que espera ter o processo concluído e os operacionais integrados em outubro ou novembro.

Jorge Botelho destacou as “várias deliberações” tomadas na AMAL para encaixar estes profissionais, como o “aumento do quadro de pessoal” da Comunidade Intermunicipal ou a forma de garantir a dotação financeira para assegurar os salários para permitir a integração destas equipas na estratégia multimunicipal de prevenção a fogos florestais.

“Na última reunião da AMAL decidimos como repartíamos a comparticipação nacional de forma igualitária pelas Câmaras todas do Algarve. Nos próximos cinco anos, as câmaras vão pagar a parcela da comparticipação nacional”, afirmou o autarca algarvio, sublinhando que a AMAL receberá o montante dos fundos comunitários e a comparticipação de cada município para pagar depois os salários dos sapadores que constituam a equipa.

Jorge Botelho disse ainda que a brigada vai estar sediada em São Marcos da Serra, no concelho de Silves, ao abrigo de uma decisão tomada ainda antes de o incêndio que deflagrou em 03 de agosto em Monchique e que também afetou esse concelho do distrito de Faro.

“A brigada vai ficar em São Marcos da Serra e esperamos ter resultados aí no mês de outubro e novembro, já com as contratações feitas”, previu o autarca, frisando que as três equipas de cinco homens “vão ter lá a sua sede”, porque a autarquia de Silves disponibilizou um quartel desativado para esse efeito, mas “vão fazer trabalhos no Algarve todo”, porque se trata de “uma brigada regional”.

O presidente da AMAL considerou que o trabalho desta brigada vai ser “muito relevante” porque permitirá à região do Algarve “ter mais 15 homens para completar, numa lógica regional, aquilo que já são as equipas de sapadores florestais dos municípios”.

A contratação vai juntar-se a outra que a Comunidade Intermunicipal do Algarve fez para admitir um “engenheiro florestal para o gabinete técnico florestal intermunicipal da AMAL”, também através de uma candidatura a fundos comunitários entretanto aprovada.

Este engenheiro florestal vai “coordenar uma estratégia regional da AMAL de prevenção aos fogos florestais”, em colaboração direta com os gabinetes técnico-florestais municipais, permitindo aos 16 municípios que integram a AMAL realizar também trabalho preventivo de fogos florestais e minimizar o mais possível o risco de incêndio.

Por: Lusa

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13/06/2018

Sapador Florestal, em Portugal

Sapador Florestal, em Portugal, é a designação dada aos trabalhadores especializados na prevenção e combate aos incêndios florestais.


Os Sapadores Florestais desempenham a sua missão preventiva através de acções de roçagem de matos, de limpeza de povoamentos, da realização de fogos controlados, da manutenção de divisórias e linhas quebra fogo e de outras infra-estuturas, da vigilância da sua área de actuação e da sensibilização do público para as normas de protecção à floresta. Em caso de incêndio florestal, os Sapadores Florestais colaboram no seu combate, e, extinto o mesmo, colaboram nas acções de rescaldo.


Cada Sapador Florestal obtém a sua qualificação após a frequência e aprovação num curso de formação profissional específico.

Os Sapadores Florestais organizam-se em equipas de cinco elementos, com uma viatura especializada. Várias equipas podem agrupar-se e constituir Brigadas de Sapadores Florestais.

Todas as entidades públicas ou privadas que se dediquem à gestão de áreas florestais podem constituir organizar Equipas de Sapadores Florestais. A entidade com maior número de equipas é a Direcção-Geral dos Recursos Florestais, responsável pela gestão da maioria das florestas do Estado Português.

18/05/2018

AMAL AVANÇA COM CRIAÇÃO DE BRIGADA DE SAPADORES FLORESTAIS

AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve, decidiu avançar com a criação de uma brigada de sapadores florestais, que vai atuar na região Sul do país.


Os municípios vão agora proceder à abertura de concurso para contratar os 15 sapadores florestais, e a brigada será equipada com o material necessário.

A candidatura das câmaras algarvias, para a criação desta brigada, foi recentemente aprovada pelo secretário de Estado das Florestas e é agora dado o passo decisivo para concretizar o projeto.

A decisão foi tomada na reunião extraordinária do Conselho Intermunicipal, realizada esta sexta-feira, 18 de maio, em Alcoutim.

http://barlavento.pt

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31/03/2018

Bombeiros de São Brás com Novo Veiculo de Combate a Incêndios

Hoje foi um dia importante para todos os Sambrasenses e em especial para a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de São Brás de Alportel.


Com a aquisição deste no novo Veículo Florestal Combate Incêndios (VFCI), financiado pelo programa POSEUR Portugal 2020 em cerca de 80% e em cerca de 20% pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia, o Corpo de Bombeiros ficou mais operacional e capaz de responder a incêndios florestais.

O Sr. Prior António Faria procedeu à Benção do veiculo e de todos os que com ele vão operar.
Foi ainda apresentada aos munícipes a Equipa de Sapadores Florestais do Município à qual aproveitamos para desejar as maiores felicidades nesta nobre missão que agora iniciam.

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10/01/2017

Governo Publica Regime Jurídico das Equipas de Sapadores Florestais

O Decreto-Lei n.º 109/2009, de 15 de maio, que estabelece o regime jurídico aplicável à criação e funcionamento das equipas de sapadores florestais no território continental português e que regulamenta os apoios à sua atividade, tendo entrado em vigor há mais de seis anos atrás, torna-se hoje imperativo introduzirem-se ajustamentos a este regime no sentido de o tornar mais ágil, eficaz e transparente.


Nesse sentido, o presente decreto-lei reforça a função das equipas de sapadores florestais no contexto das medidas de política florestal, visando estabelecer coerência entre a atividade exercida pelas equipas de sapadores florestais e as medidas e ações de proteção e defesa da floresta estabelecidas na Estratégia Nacional para as Florestas e no Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios.

Conheça mais em:


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01/07/2016

Castro Marim com Equipa de Intervenção Florestal

A equipa municipal de intervenção florestal de Castro Marim vai manter-se no terreno até ao final da época estival, anunciou hoje a Câmara daquele concelho do Nordeste algarvio.


O principal objetivo é o desenvolvimento de ações no âmbito da conservação e valorização do património natural e florestal, nomeadamente de prevenção contra os incêndios florestais.

A equipa, constituída por seis elementos, está dotada de uma viatura 4×4 com um kit de primeira intervenção, com o intuito de melhorar o sistema de vigilância e deteção de incêndios, reforçar a fiscalização e garantir uma primeira ação rápida e eficaz, tendo todo o concelho de Castro Marim como área de atuação.

Com o mesmo objetivo, proteção de património natural e florestal e de gentes e haveres, a Câmara Municipal de Castro Marim celebrou um protocolo com a Federação de Bombeiros do Algarve, no âmbito do DECIF (Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais), que visa reforçar os corpos de bombeiros da região com equipas especiais de combate e apoio aos fogos.

No total, estas medidas de prevenção e combate contra os incêndios florestais representam um investimento autárquico de cerca de 30.000 euros.

sulinformacao.pt

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23/06/2014

Castro Marim Cria Equipa de Intervenção Florestal

Visando a prevenção contra os incêndios florestais, a Câmara Municipal de Castro Marim estabeleceu um protocolo de colaboração com a Associação Almada d'Ouro Club, que contempla a constituição de uma equipa de Intervenção Florestal.

A iniciativa foi aprovada com um apoio financeiro de cerca de 10.000 euros, destinado ao desenvolvimento de ações no âmbito da conservação e valorização do património natural e florestal. 

A equipa de Intervenção Florestal irá realizar ações de prevenção, vigilância e apoio ao combate contra incêndios florestais (primeira intervenção, ações de rescaldo e vigilância após rescaldo), ações de sensibilização das populações e ações de silvicultura preventiva.

O principal objetivo da criação de uma Equipa de Intervenção Florestal, refere o presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, Francisco Amaral, é "evitar o flagelo dos incêndios, que tanto tem castigado as gentes do nosso país nos últimos anos, sobretudo nesta época".

Com o mesmo objetivo, a Câmara Municipal de Castro Marim estabeleceu protocolos de colaboração que atribuem às cerca de duas dezenas de associações de caça do concelho a realização de desmatações e limpeza de aceiros. No seu todo, estes protocolos, traduzem um investimento autárquico de cerca de 30.000 euros.

Fonte: BPS/ Algarve Primeiro

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