O sindicalista acrescentou que está à espera que cheguem a Lisboa mais dirigentes sindicais provenientes de todo o país, exigindo "respeito pela profissão", que considera ser "a única carreira na administração pública com cortes na aposentação". A 22 de fevereiro, o Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML) pediu uma reunião ao secretário de Estado da Proteção Civil "para aferir as propostas" relativas às carreiras dos bombeiros sapadores do Regimento de Lisboa. A última reunião com a Secretaria de Estado da Proteção Civil ocorreu em janeiro, mas sem qualquer desenvolvimento em relação às propostas do sindicato e dos bombeiros.
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16/04/2019
Bombeiros Profissionais Concentraram-se em Lisboa
Cerca de 75 bombeiros estão esta terça-feira concentrados junto ao Ministério da Administração Interna (MAI), em Lisboa, esperando ser ouvidos pela tutela para discutir a proposta de regime de carreiras e o estatuto de aposentação dos bombeiros profissionais. António Pascoal, dirigente sindical do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa, expressou, na Praça do Comércio, a intenção de serem recebidos pelas 12:30 pelo secretário de Estado da Proteção Civil, José Artur Neves.
O sindicalista acrescentou que está à espera que cheguem a Lisboa mais dirigentes sindicais provenientes de todo o país, exigindo "respeito pela profissão", que considera ser "a única carreira na administração pública com cortes na aposentação". A 22 de fevereiro, o Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML) pediu uma reunião ao secretário de Estado da Proteção Civil "para aferir as propostas" relativas às carreiras dos bombeiros sapadores do Regimento de Lisboa. A última reunião com a Secretaria de Estado da Proteção Civil ocorreu em janeiro, mas sem qualquer desenvolvimento em relação às propostas do sindicato e dos bombeiros.
O sindicalista acrescentou que está à espera que cheguem a Lisboa mais dirigentes sindicais provenientes de todo o país, exigindo "respeito pela profissão", que considera ser "a única carreira na administração pública com cortes na aposentação". A 22 de fevereiro, o Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML) pediu uma reunião ao secretário de Estado da Proteção Civil "para aferir as propostas" relativas às carreiras dos bombeiros sapadores do Regimento de Lisboa. A última reunião com a Secretaria de Estado da Proteção Civil ocorreu em janeiro, mas sem qualquer desenvolvimento em relação às propostas do sindicato e dos bombeiros.
13/11/2018
Bombeiros sapadores e municipais protestam em Lisboa esta quarta-feira
Em causa está a legislação aprovada pelo Governo, que regula o estatuto dos bombeiros profissionais, informou esta segunda-feira o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL).
Segundo uma nota da direção nacional do STAL, a concentração terá início a partir das 14h30 na Praça do Comércio, em Lisboa, e visa protestar "contra os recentes decretos-lei que regulam o Estatuto dos Bombeiros Profissionais da Administração Local e o respetivo regime de aposentação e reforma".
O protesto é convocado pelo STAL e pelo Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML), uma vez que consideram que estes "se viram excluídos do processo negocial, não tendo obtido do Governo qualquer resposta aos pedidos de audiência".
"É inaceitável que o Governo tenha optado por excluir, de forma grosseira, o STAL e o STML, que representam a maioria dos bombeiros profissionais e que, logo no início da legislatura, apresentaram ao Governo uma proposta sobre o estatuto dos bombeiros", pode ler-se no documento, citado pela agência Lusa.
"A atual proposta do Governo constitui um retrocesso grave em relação à legislação em vigor no setor e demonstra ao mesmo tempo a incapacidade ou falta de vontade política do executivo para refletir os legítimos anseios dos profissionais do setor e as propostas sindicais", indica o STAL.
Segundo uma nota da direção nacional do STAL, a concentração terá início a partir das 14h30 na Praça do Comércio, em Lisboa, e visa protestar "contra os recentes decretos-lei que regulam o Estatuto dos Bombeiros Profissionais da Administração Local e o respetivo regime de aposentação e reforma".
O protesto é convocado pelo STAL e pelo Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML), uma vez que consideram que estes "se viram excluídos do processo negocial, não tendo obtido do Governo qualquer resposta aos pedidos de audiência".
"É inaceitável que o Governo tenha optado por excluir, de forma grosseira, o STAL e o STML, que representam a maioria dos bombeiros profissionais e que, logo no início da legislatura, apresentaram ao Governo uma proposta sobre o estatuto dos bombeiros", pode ler-se no documento, citado pela agência Lusa.
"A atual proposta do Governo constitui um retrocesso grave em relação à legislação em vigor no setor e demonstra ao mesmo tempo a incapacidade ou falta de vontade política do executivo para refletir os legítimos anseios dos profissionais do setor e as propostas sindicais", indica o STAL.
ionline.sapo.pt
FIRESHELTER52
23/10/2017
Manifestação em Faro revoltada com "inércia" no combate aos fogos
O Jardim Manuel Bivar em Faro foi palco esta tarde de uma manifestação, que chamou a atenção das entidades competentes e da opinião pública sobre o flagelo dos incêndios no país, desde os crimes de fogo posto, à falta de meios, passando pela "inércia de sucessivos Governos sobre este problema nacional".
Em declarações ao Algarve Primeiro, Carla Alcaide, uma das pessoas da organização, destacou que a ação não está ligada a cores políticas, "apenas à cor do país e à indignação face ao que tem acontecido".
Indignação que "cresceu", segundo Carla Alcaide, pela "inércia que existe em todos os setores políticos, admnistrativos e judiciais, pois entendo que a sociedade civil tem de fazer alguma coisa, já que o poder político faz pouco".
Visivelmente emocionada com os males da "inércia", diz que é "a culpada de tudo o que acontece no país, a inércia de quem poderia dar mais aos bombeiros para serem profissionais e são voluntários ou a política da floresta que tem sido uma pólvora que nunca mais tem fim", avançou.
Ao nosso jornal, Carla Alcaide, assumiu ainda que o Governo tem tido "total desrespeito por quem votou e por quem paga impostos" explicando que este movimento surgiu no Facebook na passada terça-feira "entre duas pessoas que nem sequer se conheciam, tendo decidido avançar com a ideia e escolher Faro, para a realização da manifestação".
Realizada a primeira ação, estão previstas outras iniciativas com a sociedade civil, "para tentar apurar com quem percebe de florestas, o que é que o cidadão pode fazer no seu dia-a-dia, tentar perceber com quem está nos bombeiros como é que podemos ajudar no terreno ou saber entre as populações mais afetadas o que mais precisam para sermos nós a enviar ao local os bens necessários e não o Estado".
Carla Alcaide, referiu ainda que Marcelo Rebelo Sousa, como "chefe das Forças Armadas, podia dar ordem para os aviões levantarem, sei que a nossa Força Aérea quer ajudar, mas ainda não o fez, aí o Presidente da República tem uma palavra a dizer, que já vem tarde".
Lamenta também as declarações de António Costa, quando disse que o problema dos incêndios vai repetir-se, "do que depender de nós garanto que iremos fazer tudo para que estas tragédias não se repitam, porque todos os Governos são culpados sem exceção, se os políticos são patriotas então deviam estar unidos e não continuar com divisões entre esquerda e direita".
"As vidas perdidas nos incêndios para mim foi a gota de água, mas a floresta queimada com esta rapidez, também não deixa esperança para o futuro das novas gerações, portanto temos que fazer o que podemos enquanto pudermos, concluiu.
Em declarações ao Algarve Primeiro, Carla Alcaide, uma das pessoas da organização, destacou que a ação não está ligada a cores políticas, "apenas à cor do país e à indignação face ao que tem acontecido".
Indignação que "cresceu", segundo Carla Alcaide, pela "inércia que existe em todos os setores políticos, admnistrativos e judiciais, pois entendo que a sociedade civil tem de fazer alguma coisa, já que o poder político faz pouco".
Visivelmente emocionada com os males da "inércia", diz que é "a culpada de tudo o que acontece no país, a inércia de quem poderia dar mais aos bombeiros para serem profissionais e são voluntários ou a política da floresta que tem sido uma pólvora que nunca mais tem fim", avançou.
Ao nosso jornal, Carla Alcaide, assumiu ainda que o Governo tem tido "total desrespeito por quem votou e por quem paga impostos" explicando que este movimento surgiu no Facebook na passada terça-feira "entre duas pessoas que nem sequer se conheciam, tendo decidido avançar com a ideia e escolher Faro, para a realização da manifestação".
Realizada a primeira ação, estão previstas outras iniciativas com a sociedade civil, "para tentar apurar com quem percebe de florestas, o que é que o cidadão pode fazer no seu dia-a-dia, tentar perceber com quem está nos bombeiros como é que podemos ajudar no terreno ou saber entre as populações mais afetadas o que mais precisam para sermos nós a enviar ao local os bens necessários e não o Estado".
Carla Alcaide, referiu ainda que Marcelo Rebelo Sousa, como "chefe das Forças Armadas, podia dar ordem para os aviões levantarem, sei que a nossa Força Aérea quer ajudar, mas ainda não o fez, aí o Presidente da República tem uma palavra a dizer, que já vem tarde".
Lamenta também as declarações de António Costa, quando disse que o problema dos incêndios vai repetir-se, "do que depender de nós garanto que iremos fazer tudo para que estas tragédias não se repitam, porque todos os Governos são culpados sem exceção, se os políticos são patriotas então deviam estar unidos e não continuar com divisões entre esquerda e direita".
"As vidas perdidas nos incêndios para mim foi a gota de água, mas a floresta queimada com esta rapidez, também não deixa esperança para o futuro das novas gerações, portanto temos que fazer o que podemos enquanto pudermos, concluiu.
http://algarveprimeiro.com
FIRESHELTER52
23/05/2013
Manifestação Contra Extinção Bombeiros Municipais De Abrantes
A Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais e o Sindicato Nacional dos Bombeiros Profissionais (ANBP/SNBP) vão organizar uma manifestação em Abrantes no próximo dia 12 de junho, contra a intenção da Câmara Municipal de extinguir os bombeiros municipais e demonstrar solidariedade com a luta destes bombeiros municipais. A ANBP/SNBP estão ainda a ponderar interpor uma providência cautelar, para impedir a extinção dos Bombeiros Municipais de Abrantes (BMA).
A extinção dos Bombeiros Municipais de Abrantes está prevista para a próxima reunião de Câmara, a realizar dia 27 de maio (segunda-feira).
Trata-se do culminar de uma intenção à muito premeditada por parte da presidente da Câmara, que passou pela criação da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Abrantes (AHBVA), a extinção dos Bombeiros Municipais e a entrega de todo o seu património, sem quaisquer custos, à AHBVA.
A presidente da Câmara veio colocar aos bombeiros dois cenários: ou eram cedidos por interesse público à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários ou, em caso de recusa, entrariam na mobilidade interna em qualquer outro serviço do município e perdem o estatuto de funcionários públicos.
A ANBP/SNBP manifestam a sua preocupação pela situação precária em que se encontram os bombeiros municipais, pelo que vão realizar hoje um plenário no quartel dos Bombeiros Municipais de Abrantes para discutir todos os problemas que afetam os membros desta corporação.
Foi também solicitada uma audiência à presidente da Câmara Municipal para saber qual o destino profissional dos bombeiros de carreira.
Ao contrário do que afirma a presidente da Câmara, eleita pelo PS, a criação dos bombeiros voluntários não vai diminuir os custos pois a autarquia vai transferir anualmente mais de 600 mil para a Associação Humanitária, suporta a sua manutenção e transfere todo o património dos bombeiros municipais sem quaisquer custos. Pelo contrário, os bombeiros municipais são uma solução mais económica, com o seu custo anual a ascender a 300 mil euros.
A dissolução dos bombeiros municipais, com 184 anos de existência, coloca também em causa a segurança da população de Abrantes e demonstra que a pretensa economia afinal não passa de um pretexto para extinguir um serviço público essencial à população.
bombeirosparasempre.blogspot.com
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