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01/01/2018

Normalizado atendimento nas urgências do hospital de Faro

O atendimento nas urgências do hospital de Faro está normalizado, depois de entre sexta-feira e sábado ter havido «um pico» na afluência, com utentes a esperarem várias horas para serem atendidos, disse hoje à Lusa fonte hospitalar.



De acordo com o gabinete de comunicação do Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA), “o atendimento no Serviço de Urgência (SU) foi normalizado ao início da noite de sábado, mantendo-se hoje os tempos normais para o atendimento dos utentes”.

Segundo a mesma fonte, o aumento do tempo no atendimento “deveu-se a um pico anormal na afluência de utentes à urgência, situação que foi ultrapassada”.

Na sala de espera do Serviço de Urgência do hospital de Faro, onde cerca de 20 utentes aguardavam para serem atendidos, o ambiente era calmo e o atendimento decorria com normalidade, conforme constatou a Lusa no local.

Alice Martins, de 68 anos, uma das utentes disse à Lusa que “o atendimento foi rápido”, depois de ali se ter deslocado devido a problemas respiratórios.

“Na triagem deram-me a pulseira verde, mas não tive de esperar muito tempo para ser atendida. Esperei cerca de meia hora”, referiu.

Outro utente confirmou o reduzido tempo de espera para ser atendido, depois de ter feito a triagem.

O elevado tempo de espera no Serviço de Urgência no hospital de Faro foi denunciado no sábado pela Ordem dos Enfermeiros (OE), referindo que os pacientes com pulseira laranja, a segunda mais grave do sistema de triagem (muito urgente, espera máxima de 10 minutos), terão chegado a aguardar seis horas para serem atendidos.

A Administração Regional de Saúde do Algarve recomendou aos utentes que se dirijam aos Centros de Saúde da região, cujos serviços médicos foram reforçados, numa altura em que se perspetiva um pico de casos de gripe, tendo também sido alargado o horário de atendimento naqueles serviços de saúde.
Por: Lusa

FIRESHELTER52

01/08/2016

Criança e dois jovens esperaram por Ortopedistas que não apareceram

Três médicos ortopedistas, contratados pelo Centro Hospitalar do Algarve a uma empresa prestadora de serviços para garantir as Urgências da unidade de Faro, deixaram sem cirurgia uma criança e dois jovens, além de vários doentes adultos.



Segundo o “Correio da Manhã” o caso aconteceu na madrugada da última quinta-feira, quando a unidade tentou contactar os médicos.

A criança apresentava uma fratura numa das mãos, um dos jovens tinha uma fratura na perna direita e o outro era politraumatizado, com fraturas em diversos pontos do corpo.

Ao que o “CM” apurou, dois dos ortopedistas estiveram incontactáveis, com os “telemóveis desligados”, e um outro foi encontrado a dormir do sexto piso tendo abandonado a unidade 20 minutos depois de ter regressado aos Serviços de Urgência.

A Administração hospitalar está a avaliar as circunstâncias dos factos e admite a tomada de eventuais medidas corretivas, não estando afastado o cenário de penalizações à empresa prestadora de serviços.

Algarve Primeiro

FIRESHELTER52