07/11/2015

Salva Vidas Resgata Pescador que caiu de Falésia

Um pescador lúdico romeno, com 44 anos, caiu de uma arriba na praia do Zavial (Vila do Bispo). 

O homem escorregou e caiu de uma altura de mais de 30 metros. Acabou por ser resgatado já sem vida pelo salva-vidas de Sagres, cerca de uma hora depois do acidente ter ocorrido. 

As operações de busca contaram com elementos da Polícia Marítima e dos Bombeiros Voluntários de Vila do Bispo. 

Quando foi encontrado, o INEM ainda tentou reanimá-lo, mas sem sucesso.

http://barlavento.pt/

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Incêndio de Tavira e São Brás serviu de mote ao Congresso Nacional sobre Incêndios Florestais

O congresso “I Seminário da Rede Incêndios – Solo” e “I Simpósio Ibero-Afro-Americano de Riscos”, realizado na Universidade do Algarve, entre os dias 4 e 6 de novembro, culminou com uma visita técnica a São Brás de Alportel e uma sessão explicativa sobre o forte incêndio que afetou o concelho em julho de 2012.

O salão nobre dos Paços do Concelho de São Brás de Alportel acolheu esta sexta-feira, a sessão informativa que marcou o encerramento do congresso e deu início à visita técnica com ponto de partida no concelho de Tavira, na zona da Catraia, seguindo-se os sítios de Parises, Cabeça do Velho e Lajes, localidades no centro da área ardida, e os sítios do Bengado, Mesquita Baixa e Desbarato, na zona limítrofe do incêndio.

Durante a visita os participantes do congresso, tiveram a oportunidade de conhecer a área afetada pelo incêndio de julho de 2012, que deflagrou em Tavira e chegou ao concelho de São Brás de Alportel, tendo destruído perto de 25 mil hectares entre os dois concelhos.

Em paralelo ao congresso o município são-brasense aderiu à iniciativa “A Terra Treme”, um exercício público no âmbito do risco sísmico assinalado com uma simulação com o intuito de sensibilizar a população em geral a relembrar os princípios base de um comportamento preventivo assente em três gestos: baixar, proteger e aguardar.

O exercício de simulação foi assinalado às 11h06 contando com a adesão de todos os funcionários da autarquia, professores, funcionários e alunos do Agrupamento de Escolas e munícipes. 



Algarve Primeiro

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05/11/2015

Curso de Aperfeiçoamento de governo de embarcações

Atentos à necessidade da padronização formativa nacional, está a decorrer o CAGE, um curso no âmbito da Autoridade Marítima Nacional, direcionado para a bolsa de formadores da Escola da Autoridade Marítima. 
O curso teve início no dia 26 de outubro e irá prolongar-se até dia 20 de novembro de 2015.

Durante quatro semanas serão abordados os módulos de técnicas de sobrevivência no Mar, embarcações de pequeno porte, moto de salvamento marítimo e embarcações até 9 metros.

​O CAGE tem por objetivo preparar os 12 participantes, militares, militarizados e civis que prestam serviço na Autoridade Marítima Nacional, de forma a adquirirem competências formativas nas vertentes dos módulos lecionados, para futuramente serem certificados como formadores das mesmas valências.​

amn.pt

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Bombeiros Olhão e Faro responderam a Acidente na En125

Os Bombeiros Municipais de Olhão e os Bombeiros Sapadores de Faro responderam durante a madrugada de hoje a um acidente de viação na Estrada Nacional 125.

O acidente ocorreu por volta das 4 da manhã na localidade de Torrejão, Olhão.

Estiveram envolvidos na assistência socorro e salvamento os Bombeiros Sapadores de Faro com um Veiculo de Salvamento e Desencarceramento e um Veiculo de Combate a Incêndios, juntamente com os Bombeiros Municipais de Olhão com um outro Veiculo de Combate a Incêndios.

Do acidente resultou uma vitima que foi assistida pelas equipas de assistência e socorro no local e transportada pelo INEM ao Hospital.

Foto coligida in: Bombeiros Sapadore Faro in Facebook

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03/11/2015

Proteção Civil do Algarve considera que alerta azul foi eficiente e ajustado

O comandante distrital de Proteção Civil do Algarve defendeu hoje que o estado de alerta azul emitido pela autoridade nacional no domingo para a região foi «eficiente e ajustado» e a prova é que «tudo correu bem».

"Parece-me que o estado de alerta declarado [pela Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC)] provou-se que foi eficiente e ajustado", disse aos jornalistas Vítor Vaz Pinto, sublinhando que a "prova evidente é que nunca houve falta de meios em lado nenhum" da região, sobretudo na zona de Albufeira, a mais fustigada pela forte chuva.

Aquele responsável refutava, assim, as críticas da Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Proteção Civil (Asprocivil) de que a ANPC deveria ter aumentado o nível de alerta para a região, no domingo, de azul para vermelho, já que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) tinha colocado o Algarve sob aviso vermelho.

Vítor Vaz Pinto, que falava aos jornalistas após uma reunião na Câmara de Albufeira, que reuniu várias entidades, aproveitou para esclarecer que os avisos emitidos pelo IPMA são dirigidos à população, para que adote medidas de prevenção, e que os alertas emitidos pela ANPC têm a ver com o dispositivo de forças a acionar em resposta às situações.

"O trabalho de casa foi feito, há planos prévios de intervenção que foram acionados, há planos de emergência que estavam em vigor e que estão a funcionar e tudo funcionou da forma que era expectável", declarou.

Aquele responsável frisou, ainda, que estiveram envolvidos nas operações 1.200 elementos da Proteção Civil, apoiados por mais de 400 meios técnicos.

Em comunicado enviado na segunda-feira à agência Lusa, a Asprocivil refere que a ANPC devia ter aumentado o nível de alerta, já que o IPMA tinha colocado sob aviso vermelho - nível de situação meteorológica de risco extremo - o distrito de Faro, devido à previsão de chuva forte entre as 09:00 e as 15:00 de domingo.

A Asprocivil adiantou que, segundo informação divulgada pelo IPMA, entre as 05:00 e as 14:00 de domingo “choveram 102 litros (média habitual seria de 90 litros) por metro quadrado”, acrescentando ainda que, “entre as 12:00 e as 13:00, foi a hora em que mais choveu”, sendo que os dados recolhidos indicam 20 litros por metro quadrado naquela hora.

As chuvas intensas que se abateram sobre Albufeira no último domingo afetaram sobretudo o centro da cidade, destruindo estradas e viaturas e devastando estabelecimentos comerciais.

A dimensão dos estragos, que ainda não estão quantificados, já levou o presidente da Câmara de Albufeira a pedir ao Governo a declaração do estado de calamidade pública.

Por: Lusa

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Pego do Inferno pode ficar visitável já para o ano

O Pego do Inferno, em Tavira, pode voltar a estar acessível ao público já para o ano, se a meteorologia ajudar, uma vez que, durante o Verão passado, não teve água.

A Câmara Municipal tem previstas obras de requalificação do espaço, financiadas ao abrigo do programa Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC), mas, mesmo antes de a candidatura ser aprovada, a autarquia quer devolver-lhe a visitabilidade e a «dignidade».

Em conversa com os jornalistas durante a Fam Trip promovida ao concelho de Tavira, pela Região de Turismo do Algarve, Jorge Botelho adiantou que «já no próximo ano, com ou sem candidatura, iremos fazer – desde que haja água – com que o pego seja limpo e visitável, não pela parte de cima, mas pela parte de baixo, para que volte a ser uma zona com dignidade».

No entanto, para que isso aconteça, «é preciso que chova, para que a cachoeira possa ter água. Devido a dois anos secos que tivemos, o pego não tem água, tem um ar desolador, mas, felizmente, depois do incêndio, já retomou o verde», adiantou o autarca.

Jorge Botelho já tinha avançado ao Sul Informação, em Julho, que havia intenção de avançar com obras no Pego do Inferno, mas que a Câmara não tinha o valor necessário disponível (cerca de 1 milhão de euros) e que, por isso, ia ser apresentada uma candidatura no âmbito do novo quadro comunitário.

Agora, em Outubro, o autarca atualizou essa informação e diz que «temos 500 mil euros previstos numa candidatura através do DLBV, em parceria com a In Loco e, se for aprovado, faremos a intervenção de reaproveitamento».

Na internet continua ativa uma petição para que a recuperação do Pego do Inferno avance, neste momento, com mais de 1500 assinaturas.

sulinformacao.pt

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Bombeiros Municipais respondem a Capotamento na EN125

Os Bombeiros Municipais de Tavira responderam durante a noite de hoje a um acidente de viação na EN125 perto de Tavira.

Um despiste seguido de capotamento perto da rotunda do cemitério de Tavira fez três feridos.

As vitimas foram assistidas no local e transportadas ao Hospital de Faro.

A circulação na EN125 esteve cortada no decorrer das operações de socorro.

Estiveram envolvidos mais de uma dezena de operacionais apoiados por um Veiculo de Salvamento e Desencarceramento e uma Ambulância de Socorro dos Bombeiros Municipais.

Do INEM estiveram envolvidas mais duas ambulâncias sendo uma delas SIV sediada em Tavira e uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação.

A autoridade também esteve no local garantindo a segurança da via para os sinistrados e equipas de proteção e socorro.

A estrada voltou a reabrir por volta da meia noite.

FIRESHELTER52

Missão Cumprida

Muitos falam a mais de três horas de distância, acham eles, que era a cor do aviso ou do alerta que superaria todas as dificuldades que chegaram com a força da corrente.

Acham eles que isto não devia ter acontecido, e os estragos minimizados, sendo que a única solução contra a força impetuosa da água seria bebê-la toda ou leva-la para casa dentro das algibeiras dos fatos..


Não tinham coletes, mas foram...
Não tinham fatos, mas entraram...
Não tinham nada... tinham toda a vontade e determinação para agir em segurança e salvar o maior número de vidas e bens com viabilidade.

Missão cumprida...

Missão bem mais dificil que sentados numa cadeira a mais de 300 km´s, secos e quentes a opinar e a criticar tudo e todos.

Talvez não estejam recordados do KATRINA, mas bem mais e melhores equipados e avisados, nada puderam fazer os americanos... Não evitaram a morte de centenas de pessoas e a destruição de milhares de habitações e bens... Porquê será?

Porque será que a comunicação social dá canal a quem quer protagonismo?

Parabéns Bombeiros do Algarve , População, Autoridades, Proteções Civis que fizeram o que puderam onde puderam e como puderam.

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01/11/2015

260 anos acontecia o grande sismo de 1755

Há 260 anos acontecia o grande sismo de 1755, que destruiu grande parte de Lisboa. 
O dia estava quente e muitos lisboetas preparavam-se para ir à missa das dez. Às 9h40 a terra estremece três vezes em 17 minutos, ouviu-se um estrondo e logo o mar se levantou, a seguir deflagraram os incêndios.
Vale a pena ler a descrição desta catástrofe por Jacome Ratton, que a viveu:

"Entre os acontecimentos extraordinários da minha vida não devo omitir a meus filhos o que passei na ocasião do memorável terramoto de Lisboa, que teve lugar no 1.º de Novembro de 1755, pelas nove horas e meia da manhã; e como fosse dia de Todos os Santos, tinha eu ido à missa à Igreja do Carmo, cujo tecto era de abóbada de pedra, e derrubado matou muito povo que ali se achava, de cujo perigo escapei por ter ido mais cedo, e me achar na dita hora nas águas furtadas das minhas casas, mostrando a um comprador uma partida de papel, que nos tinha vindo avariado, e ali se tinha posto a enxugar. 
Ao sentir o primeiro abalo me ocorreram muitas reflexões tendentes a salvar a minha vida, e não ficar sepultado debaixo das ruínas da própria casa, ou das vizinhas, se descendo as escadas fugisse para a rua; mas tomei o partido de subir ao telhado, nas vistas de que abatendo a casa eu ficasse sempre superior às ruínas. 
Já quando eu tomei este expediente era tanta a poeira, que, à maneira do mais denso nevoeiro, impedia a vista, a duas braças de distância; só passados alguns minutos, que a dita poeira se foi dissipando, é que eu pude ver o interior das casas vizinhas, por terem caído as paredes fronteiras, até aos primeiros andares, ficando os telhados apenas sustidos pelas paredes divisórias. 
Seus habitantes, alguns ainda em camisa, correndo espavoridos de uma a outra parte imprecavam os auxílios do Céu, e dos homens, em seu socorro. À vista desta horrível cena, me resolvi descer as escadas, e fugir para a rua, a fim de buscar alguma parte aonde me julgasse mais seguro. 
Ao descer as escadas encontrei meus pais, que aflitos me buscavam nas ruínas de um grande pano de chaminé que tinha caído, e debaixo do qual me julgavam sepultado. Foi inexplicável o nosso contentamento quando nos encontrámos; mas eu sem perder tempo lhes pedi que me acompanhassem para o largo mais próximo, que era ao fundo da Rua do Alecrim; e encontrando de passagem D. Maria Castre, nossa vizinha, pouco mais ou menos da minha idade, que também fugia, a tomei pelo braço, e seguimos a Rua dos Remolares por cima de entulhos, e muitos corpos mortos, até à beira-mar, aonde nos julgávamos mais seguros. 
Pouco depois de ali termos chegado, assim como muita gente, se gritou que o mar vinha saindo furiosamente dos seus limites: facto que presenciámos, e que redobrou o nosso pavor, obrigando-nos a retroceder pelo mesmo caminho, e a procurar, pela Rua de S. Roque, o alto da Cotovia, então obras do Conde de Tarouca, depois Patriarcal, e hoje Erário novo, aonde também vieram ter, por diversos caminhos, meus pais, e os parentes da dita senhora, todos na maior inquietação por não saberem uns dos outros, como aconteceu a imenso povo, que procurou aquele sítio descampado, então terras de pão, desde o alto da Rua de S. Bento até à Travessa de Pombal e Cardais de Jesus, havendo apenas algumas casas na rua que vai desde o Pátio do Tijolo, ou obras do Conde de Soure, até à fábrica da seda, que já existia, assim como também a casa de D. Rodrigo, actualmente Imprensa Régia, e o Convento dos Jesuítas, hoje Colégio dos Nobres. 
O descampado daquele alto dava lugar a descobrir-se a cidade por todos os lados, a qual, logo que foi noite, apresentou à vista o mais horrível espectáculo das chamas que a devoravam cujo clarão alumiava, como se fosse dia, não só a mesma cidade, mas todos os seus contornos, não se ouvindo senão choros, lamentações, e coros entoando o Bendito, ladainhas, e Miserere. 
Por fortuna o céu se conservava claro e sereno, e o terreno enxuto; por não ter até então havido chuvas, nem as haver por oito dias mais, o que deu ocasião a fazer cada um os arranjos, que lhe permitiam as circunstâncias.

Na madrugada do dia seguinte me convidou meu pai para o acompanhar às nossas casas, e ver se delas podíamos salvar alguma coisa, principalmente o precioso, livros, e papéis de maior importância. 
Não foi sem bastante trabalho que nos saímos bem desta empresa; por quanto descendo pela Rua de S. Bento, ainda com poucas casas, atravessámos do Poço dos Negros para o Poço Novo, tomámos a Calçada do Combro, e Rua do Loreto, para descermos ao fundo da Rua do Alecrim, de cujo lugar avistámos já em chamas a propriedade pegada com a nossa casa, restando-nos apenas tempo para tirar os artigos acima ditos, que metemos em um baú, que meu pai por uma banda, e eu por outra trouxemos, por entre chamas em que ardiam as ruas do Alecrim, S. Roque, e S. Pedro de Alcântara, até ao alto da Cotovia, aonde minha mãe nos esperava. 

Dali partimos com o baú em uma besta de carga, que por fortuna apareceu, e nos dirigimos a uma quinta de pessoa da nossa amizade, sita na estrada do Lumiar, adiante do Campo Grande, aonde fomos bem recebidos, e alojados no jardim, debaixo de uma barraca feita de lençóis, e alastrada de colchões, sobre os quais dormiam promiscuamente, e sem se despir, tanto a gente da casa, como a de fora; porque ninguém se animava a dormir debaixo de telha. 
Os hóspedes eram muitos, e o pouco, comer porque todos tinham receio de se demorar na cozinha, que havia pago em comum era mal feito; e houve tanta escassez de pão, que meu pai, e eu fomos com uma besta de ceirão buscar uma carga a Linhá Pastora nas vizinhanças de Barcarena. 
Naquela quinta nos demorámos somente os dias necessários, para nos refazer do vestuário indispensável, principalmente roupa branca; visto que não foi possível a cada um salvar mais do que aquela que tinha no corpo.”
Recordações de Jacome Ratton,Lisboa, (1.ª edição: Londres, 1813) pág. 30-33,
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Detetor de Fumo por Aspiração (ASD)

Um detector de fumo de aspiração (ASD), consiste numa unidade central da detecção que suga o ar através de uma rede das tubagens para detectar o fumo.

A câmara da amostra é baseada em um nefelómetro que é capaz de detectar a presença de partículas do fumo suspensa no ar detectando a luz dispersa por elas na câmara.

Os detectores de fumo de aspiração são altamente sensíveis, e podem detectar o fumo antes que esteja mesmo visível ao olho humano.

O projeto de ASD corrige os defeitos dos detectores de fumo convencionais usando a tubagem de amostra com furos múltiplos. As amostras de ar são capturadas e filtradas, removendo todos os contaminadores ou poeira para evitar falsos alarmes e processadas então por uma unidade centralizada, altamente sensível da detecção do laser.

Se o fumo é detectado, o alarme de sistemas será acionado, e os sinais a seguir são processados através das estações de monitorização centralizadas após alguns segundos.

As sensibilidades do alarme de ASD são configuráveis e podem ser programadas aos níveis que variam com as condições meteorológicas ou outras tornando os ASD mais sensíveis do que um detector convencional.

Os ASDs são apropriados para ambientes onde é necessária uma capacidade rápida e altamente sensível da detecção de fumo.

Este fator fá-los apropriados em áreas que contêm bens facilmente danificáveis pelo fogo.

Frequentemente, os detectores normais de ponto reconhecerão o perigo demasiado tarde, porque o fumo frequentemente não alcança o teto com a rapidez necessária para que um fogo seja detectado em tempo útil.

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