Jorge Machado ainda esclarece:
Dentro de Municípios onde há Profissionais e Mistos detidos e mantidos pelos Municípios não se pode criar Forças Conjuntas.
Porque temos um diploma jurídico completamente diferente, e no texto vem mesmo a referir esta situação, E.P.I. e Forças Conjuntas só podem ser levadas a cabo por parte de vários corpos de Bombeiros Voluntários existentes no mesmo Município, ou seja, isto sim os Municípios vão efectivamente poupar custos nas suas despesas, porque deixam de ter que ajudar a financiar duas ou mais Corpos de Bombeiros Voluntários.
Em suma, o que nos Bombeiros e um cidadão comum ao ler as Portarias e os Dec. Lei deve levar em conta as virgulas e os pontos finais, ou seja se não soubermos fazer pausas e ver a lógica em conjugação com outras portarias e dec. Lei vai levar-nos ao engano total e que por muitas situações levam Bombeiros contra Bombeiros.
Eu no passados, já fiz parte de uma estrutura de Bombeiros Voluntários e foi efectivamente onde criei o bichinho pela vontade de ser Bombeiro, e os meus superiores hierárquicos sempre me envenenaram para estar contra os Bombeiros Profissionais, fui crescendo e vendo que queria levar isto como Profissão, situações que nos moldes como estava não seria possível de se concretizar, assim quando ouve oportunidade de mudar para os Bombeiros Profissionais de Faro fiz com algum receio do que tinha ouvido ate ai.
No entanto, a minha convicção de ser Profissional era tanta que tinha imposto em mim, a ideia e desculpem o termo, (para me comerem vão ter que me cagar), e fez de mim um escudo, quando foi o meu espanto que tudo o que me tinham dito nunca constou a verdade.
São homens duros, sim é verdade porque impõem disciplina e rigor em todas as tarefas desempenhas porque eles apenas querem que sejamos os melhores, isto é um facto até a data em que foi criada a dita FOCON, há data actual vivemos e trabalhamos em forma desorganizada e injusta.
Fiz serviço Militar nos Pára-quedistas e sempre me disseram nenhuma guerra se ganha sem as Tropas motivadas.
O Estandarte da Corporação Municipais de Faro, é mais velho que a Bandeira Nacional, o respeito, a dedicação que os seu Profissionais dos Bombeiros tem ao longo destes anos dado em Prol da cidade e do Algarve é de Louvar por isso temos as mais prestigiadas condecorações no nosso Estandarte, quando criada Associação dos Bombeiros Voluntários de Albufeira, foi os nossos Profissionais de Faro, que se deslocavam todos os dias para que eles soubessem os Primeiros passos da vida de Bombeiros, hoje posso dizer que é o Corpo de Bombeiros Voluntario mais organizado e com desenvolvimento nas áreas de Formação e acção, dignos de Profissionais…
Só me resta desejar a todos os Bombeiros Felicidades e Profissionalismo acima de tudo nas lutas em que vamos atravessar.
Jorge Machado CBMFaro
FIRESHELTER52
20/04/2010
ECIN`s

È noticia no JN:
Bombeiros voluntários queixam-se apoiados na LBP, que o valor monetário pago para a execução das equipas de combate a incêndios florestais não é ajustado á realidade despendida tanto fisicamente como profissionalmente.
Irrisoriamente são atribuídos uns míseros 1,70 euros á hora.
Num serviço de 12 horas o bombeiro é compensado em, pouco mais de 20 euros.
Algumas autarquias apoiam os bombeiros acrescentando a refeição durante o tempo que despendem.
Porem, muitas são os corpos de bombeiros espalhados por este pais, neste tema incluo também os municipais, que se aproveitam destas equipas e da sua grande afluência para aumentarem o poder de resposta em serviços emergentes e rotineiros dos quartéis.
Nenhum CB, pode dizer que paga 1,70euros á hora mas que os bombeiros estão exclusivamente aptos para a execução do serviço predestinado.
Não é verdade, como referido os mesmos fazem todo o tipo de serviço desde condução de doentes até serviços de rotina nos CB´s.
Visto a altura de crise e desemprego que se atravessa, para já é inútil fazer ou tentar fazer qualquer tipo de boicote ou manifestação.
Não caiam nesta irrealidade, no dia em que vocês não preencherem as escalas em prol de todos e da melhoria do desenvolvimento do serviço, outros virão e irão ocupar o vosso lugar.
È a corrida á necessidade e sobrevivência.
A melhor forma é mostrar o descontentamento na altura de responder a situações não relacionadas com o serviço de ECIN e ter um chefe de equipa com eles no sítio e saber dizer:
-“ Isso não é serviço para a equipa de ECIN, não vamos sair”.
Mais ideias esperam-se nos respectivos comentários!
Um abraço
Fireshelter52
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18/04/2010
Uma fotografia do culpado
Um ponto de vista, Jorge machado, CBM Faro
Na sequência da resolução de problemas relacionados com Corpos de Bombeiros detidos por Municípios, um camarada do CBM Faro, faz jus ao 247/2007 e presta um serviço de esclarecimento com um breve resumo de acções descritas a todos os bombeiros.
Vincando o tema Voluntário versos municipal, Jorge Machado interligado á ANBP/SNBP, bombeiro Municipal de 3ª classe da actual FOCON, escreve para o Blog e de forma coerente e inteligente abre a porta a um debate com coerência e expõe a razão da sua luta contra o município de Faro.
Ao principio o texto pode parecer em vão, mas entrando no esquema de trabalho imposto pelo municio de Faro, poderemos repara em alguns senãos...
No SAFEPLACE52 dou abertura para que este tipo de situações que podem vir a mover mentalidades com a exposição de razões se desenvolva.
Hoje o Jorge amanhã tu...
Vamos “ouvi-lo”:
Que espécies de Corpos de Bombeiros existem?
Nos municípios podem existir os seguintes corpos de bombeiros:
a) Corpos de bombeiros profissionais;
b) Corpos de bombeiros mistos;
c) Corpos de bombeiros voluntários;
d) Corpos privativos de bombeiros.
Os corpos de bombeiros profissionais têm as características seguintes:
1. São criados, detidos e mantidos na dependência directa de uma câmara municipal;
2. São exclusivamente integrados por elementos profissionais;
3. Detêm uma estrutura que pode compreender a existência de regimentos, batalhões, companhias ou secções, ou pelo menos, de uma destas unidades estruturais;
4. Designam-se bombeiros sapadores.
Os corpos de bombeiros mistos têm as características seguintes:
1. São dependentes de uma câmara municipal ou de uma associação humanitária de bombeiros;
2. São constituídos por bombeiros profissionais e por bombeiros voluntários, sujeitos aos respectivos regimes jurídicos;
3. Estão organizados, de acordo com o modelo próprio, definido pela respectiva câmara municipal ou pela associação humanitária de bombeiros.
Os corpos de bombeiros voluntários têm as características seguintes:
1. Pertencem a uma associação humanitária de bombeiros;
2. São constituídos por bombeiros em regime de voluntariado;
3. Podem dispor de uma unidade profissional mínima.
Os corpos privativos de bombeiros têm as características seguintes:
1. Pertencem a uma pessoa colectiva privada que tem necessidade, por razões da sua actividade ou do seu património, de criar e manter um corpo profissional de bombeiros para autoprotecção;
2. São integrados por bombeiros com a formação adequada;
3. Organizam-se segundo um modelo adequado às suas missões e objectivos.
4. Têm uma área de actuação definida dentro dos limites da propriedade da entidade ou entidades à qual pertencem, podendo actuar fora dessa área por requisição do presidente de câmara no respectivo município, ou da ANPC, quando fora do município, que suporta os encargos inerentes;
5. A sua criação e manutenção constituem encargo das entidades a que pertencem, não sendo abrangidas por apoios da ANPC.
Quais as Carreiras existentes nos Bombeiros?
O desempenho de cargos e o exercício de funções nos corpos de bombeiros mistos não pertencentes aos municípios e nos corpos de bombeiros voluntários desenvolve-se por categorias que integram, respectivamente a carreira de oficial bombeiro e a carreira de bombeiro voluntário.
O que é a Área de Actuação de um Corpo de Bombeiros?
Área de actuação é a área geográfica predefinida, na qual um corpo de bombeiros opera regularmente e ou é responsável pela primeira intervenção;
Cada corpo de bombeiros tem a sua área de actuação definida pela ANPC, ouvido o Conselho Nacional de Bombeiros, de acordo com os seguintes princípios:
a) A área de actuação de cada corpo de bombeiros é correspondente à do município onde se insere, se for o único existente;
b) Se existirem vários corpos de bombeiros voluntários no mesmo município, as diferentes áreas de actuação correspondem a uma parcela geográfica que coincide, obrigatoriamente, com uma ou mais freguesias contíguas.
Havendo no mesmo município um corpo de bombeiros profissional ou misto e um ou mais corpos de bombeiros voluntários, a responsabilidade de actuação prioritária e comando cabe ao corpo de bombeiros profissional ou, quando este não exista, ao corpo de bombeiros misto, sem prejuízo de eventual primeira intervenção de algum dos outros em benefício da rapidez e prontidão do socorro.
Fora desses casos, havendo no mesmo município vários corpos de bombeiros voluntários, a responsabilidade de actuação prioritária cabe ao corpo de bombeiros da respectiva área de actuação, ainda que exista intervenção conjunta de outros corpos de bombeiros, sem prejuízo de eventual primeira intervenção de algum dos outros em benefício da rapidez e prontidão do socorro.
Na sua área de actuação, cada corpo de bombeiros assegura a actividade operacional em todos os serviços para os quais for solicitado e seja considerado apto ou, fora dela, em todos aqueles que, nos termos legais, lhe forem requisitados.
Nos municípios em que se justifique, os corpos de bombeiros voluntários ou mistos detidos pelas associações humanitárias de bombeiros podem dispor de equipas de intervenção permanente, cuja composição e funcionamento é definida por portaria do membro do Governo responsável pela área da administração interna.
Nos municípios onde existam mais de um corpo de bombeiros podem ser criadas forças conjuntas que desenvolvam a sua actividade de forma partilhada.
Uma força conjunta pode ser constituída pela integração da totalidade, ou parte, dos quadros activos de cada corpo de bombeiros.
O comando da força conjunta é determinado por decisão dos comandantes dos corpos de bombeiros envolvidos.
Jorge Machado CBMF
Á lei é clara, tal como no 247 ou 241 de 2007.
As autarquias valem-se de pequenas aberturas não com intenções de resuloção, mas com intenções de economizar.
E isto eu tambem não concordo, amanhã pode bater a minha porta.
FIRESHELTER52
Vincando o tema Voluntário versos municipal, Jorge Machado interligado á ANBP/SNBP, bombeiro Municipal de 3ª classe da actual FOCON, escreve para o Blog e de forma coerente e inteligente abre a porta a um debate com coerência e expõe a razão da sua luta contra o município de Faro.
Ao principio o texto pode parecer em vão, mas entrando no esquema de trabalho imposto pelo municio de Faro, poderemos repara em alguns senãos...
No SAFEPLACE52 dou abertura para que este tipo de situações que podem vir a mover mentalidades com a exposição de razões se desenvolva.
Hoje o Jorge amanhã tu...
Vamos “ouvi-lo”:
Que espécies de Corpos de Bombeiros existem?
Nos municípios podem existir os seguintes corpos de bombeiros:
a) Corpos de bombeiros profissionais;
b) Corpos de bombeiros mistos;
c) Corpos de bombeiros voluntários;
d) Corpos privativos de bombeiros.
Os corpos de bombeiros profissionais têm as características seguintes:
1. São criados, detidos e mantidos na dependência directa de uma câmara municipal;
2. São exclusivamente integrados por elementos profissionais;
3. Detêm uma estrutura que pode compreender a existência de regimentos, batalhões, companhias ou secções, ou pelo menos, de uma destas unidades estruturais;
4. Designam-se bombeiros sapadores.
Os corpos de bombeiros mistos têm as características seguintes:
1. São dependentes de uma câmara municipal ou de uma associação humanitária de bombeiros;
2. São constituídos por bombeiros profissionais e por bombeiros voluntários, sujeitos aos respectivos regimes jurídicos;
3. Estão organizados, de acordo com o modelo próprio, definido pela respectiva câmara municipal ou pela associação humanitária de bombeiros.
Os corpos de bombeiros voluntários têm as características seguintes:
1. Pertencem a uma associação humanitária de bombeiros;
2. São constituídos por bombeiros em regime de voluntariado;
3. Podem dispor de uma unidade profissional mínima.
Os corpos privativos de bombeiros têm as características seguintes:
1. Pertencem a uma pessoa colectiva privada que tem necessidade, por razões da sua actividade ou do seu património, de criar e manter um corpo profissional de bombeiros para autoprotecção;
2. São integrados por bombeiros com a formação adequada;
3. Organizam-se segundo um modelo adequado às suas missões e objectivos.
4. Têm uma área de actuação definida dentro dos limites da propriedade da entidade ou entidades à qual pertencem, podendo actuar fora dessa área por requisição do presidente de câmara no respectivo município, ou da ANPC, quando fora do município, que suporta os encargos inerentes;
5. A sua criação e manutenção constituem encargo das entidades a que pertencem, não sendo abrangidas por apoios da ANPC.
Quais as Carreiras existentes nos Bombeiros?
O desempenho de cargos e o exercício de funções nos corpos de bombeiros mistos não pertencentes aos municípios e nos corpos de bombeiros voluntários desenvolve-se por categorias que integram, respectivamente a carreira de oficial bombeiro e a carreira de bombeiro voluntário.
O que é a Área de Actuação de um Corpo de Bombeiros?
Área de actuação é a área geográfica predefinida, na qual um corpo de bombeiros opera regularmente e ou é responsável pela primeira intervenção;
Cada corpo de bombeiros tem a sua área de actuação definida pela ANPC, ouvido o Conselho Nacional de Bombeiros, de acordo com os seguintes princípios:
a) A área de actuação de cada corpo de bombeiros é correspondente à do município onde se insere, se for o único existente;
b) Se existirem vários corpos de bombeiros voluntários no mesmo município, as diferentes áreas de actuação correspondem a uma parcela geográfica que coincide, obrigatoriamente, com uma ou mais freguesias contíguas.
Havendo no mesmo município um corpo de bombeiros profissional ou misto e um ou mais corpos de bombeiros voluntários, a responsabilidade de actuação prioritária e comando cabe ao corpo de bombeiros profissional ou, quando este não exista, ao corpo de bombeiros misto, sem prejuízo de eventual primeira intervenção de algum dos outros em benefício da rapidez e prontidão do socorro.
Fora desses casos, havendo no mesmo município vários corpos de bombeiros voluntários, a responsabilidade de actuação prioritária cabe ao corpo de bombeiros da respectiva área de actuação, ainda que exista intervenção conjunta de outros corpos de bombeiros, sem prejuízo de eventual primeira intervenção de algum dos outros em benefício da rapidez e prontidão do socorro.
Na sua área de actuação, cada corpo de bombeiros assegura a actividade operacional em todos os serviços para os quais for solicitado e seja considerado apto ou, fora dela, em todos aqueles que, nos termos legais, lhe forem requisitados.
Nos municípios em que se justifique, os corpos de bombeiros voluntários ou mistos detidos pelas associações humanitárias de bombeiros podem dispor de equipas de intervenção permanente, cuja composição e funcionamento é definida por portaria do membro do Governo responsável pela área da administração interna.
Nos municípios onde existam mais de um corpo de bombeiros podem ser criadas forças conjuntas que desenvolvam a sua actividade de forma partilhada.
Uma força conjunta pode ser constituída pela integração da totalidade, ou parte, dos quadros activos de cada corpo de bombeiros.
O comando da força conjunta é determinado por decisão dos comandantes dos corpos de bombeiros envolvidos.
Jorge Machado CBMF
Á lei é clara, tal como no 247 ou 241 de 2007.
As autarquias valem-se de pequenas aberturas não com intenções de resuloção, mas com intenções de economizar.
E isto eu tambem não concordo, amanhã pode bater a minha porta.
FIRESHELTER52
Alta ou baixa pressão na bomba do veiculo

Este título é a questão que se encontra na enquete de votação á vossa direita.
A questão colocada relaciona-se com a diversidade de bombas disponíveis em uso no serviço de bombeiros.
Ao pesquisar na Web uma bomba de um Renault Camiva de 1989, deparei-me com uma panóplia de bombas em venda, nenhuma igual e nenhuma diferente.
Com o objectivo idêntico entre todas, movimentar água, são o ex-líbris das nossas viaturas, e por vezes mesmo ao fim de tantos anos de serviço acabam por ir para a sucata sem termos tirado o partido máximo das mesmas.
Comentem á vontade, dêem o vosso testemunho para que entre todos se compara o que temos nos nossos parques.
Não se esqueçam de votar!
Um abraço
FIRESHELTER52
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Ambulância para obesos

Actualmente registam-se bastantes serviços de socorro em ambulâncias com pessoas que sofrem de obesidade mórbida.
Este tipo de socorro mostra algumas lacunas pois cada vez mais torna-se necessário a utilização de utensílios materiais e humanos que as vulgares ambulâncias de socorro não possuem.
Nomeadamente o aumento da célula sanitária adjuvada ao equipamento especial como a cama em vez da actual maca, e consequentemente o amento do veículo em si tal como a capacidade máxima admissível.
Os bombeiros de Bremen Alemanha puseram em funcionamento este protótipo de ambulância adaptada a este tipo de situações.
A referir que o veiculo dispões de uma cama especial dentro de um molde sanitário (célula), que se situa a nível do chão e que se levanta posteriormente para o transporte.

Um avanço na atenção de sinistrados que necessitam de um atendimento digno e adequado.
FIRESHELTER52
Taxa Municipal Para PC

O Governo admite viabilizar uma taxa municipal para a Protecção Civil que sirva para os municípios reforçarem o investimento nesta área de intervenção.
O secretário de Estado da Protecção Civil, Vasco Franco, que ontem visitou o quartel dos Bombeiros Sapadores de Gaia na companhia do presidente e vice-presidente da Autarquia, admitiu que este será um meio de "romper com um paradigma perverso em que os municípios que mais gastam com os bombeiros são também aqueles que menos apoios têm".
Desta forma, Vasco Franco acredita que a criação da taxa municipal para a Protecção Civil, proposta por Luís Filipe Menezes, "é uma sugestão justa de financiar os municípios e por, esta via, estes aumentarem a capacidade de defesa e protecção das populações e dos bens". Há tempos, a Câmara de Gaia já tinha avançado com a ideia de criar uma taxa do género, mas que não foi concretizada, dada a polémica criada.
Porém, "num ambiente de contenção", o secretário de Estado baixou as expectativas: "O que podemos fazer é, no âmbito do QREN, procurar repartir de uma forma equitativa estes apoios".
Mau tempo deixa veleiro em risco

Um veleiro dinamarquês esteve esta sexta-feira em risco perto de Tavira, mas a pronta acção do Instituto de Socorros a Náufragos evitou que a embarcação e o seu tripulante sofressem danos,o comandante do porto.
Em causa esteve «um veleiro de 11 metros, que seguiu uma trajectória próxima da praia e entrou na zona de rebentação, mas o salva-vidas Rainha Dona Amélia interveio e retirou-o da zona», explicou o comandante Sameiro Matias.
O incidente ocorreu hoje de manhã e «a bordo do veleiro seguia um único tripulante, também de nacionalidade dinamarquesa, de 74 anos, que aguarda agora no porto de Tavira pela melhoria das condições climáticas e do estado do mar para seguir viagem», acrescentou.
«A embarcação tinha vindo de Espanha e, de acordo com o tripulante, pretendia seguir viagem junto à costa até Lisboa», disse ainda o comandante do porto de Tavira e de Vila Real de Santo António.
FIRESHELTER52
Inundações

Por todo a madruga e noite foram registadas chuvas fortes que causaram diversas inundações.
Porem, esta madrugada nem os bombeiros foram poupados a avultados estragos.
Em Tomar, um raio atingiu o quartel dos Bombeiros, queimando a central telefónica.
O quartel dos Bombeiros de Taipas (Guimarães) sofreu inundação e ficou com as comunicações destruídas.
O IM prevê para o fim do dia de hoje a melhoria do estado do tempo.
Fonte: CM
FIRESHELTER52
17/04/2010
Acidente A22

Ocorreu esta manhã na A22 a seguir á ponte do Rio Seco entre Faro-Olhão um acidente de viação que causou um ferido grave.
Um veículo ligeiro após terminar a subida do Rio Seco entrou na Berna e despistou-se.
Tudo indica pelas marcas no local que após entrar em contacto com a terra e o pasto molhado na berma nunca mais o condutor conseguiu controlar a mesma.
No decorrer do despiste o condutor subiu parte de uma barreira e capotou violentamente várias vezes até á imobilização total da viatura no capim.
Ao regressar ao quartel uma ambulância INEM sediada no CBM Tavira deparou-se com o aparato do acidente e com uma vítima em estado grave deitada ao lado do veículo sinistrado.
Tudo indica que a mesma tenha saído pelos seus próprios meios do veículo acidentado.
Um minuto mais tarde da nossa chegada entrou no T.O. uma ambulância INEM da Delegação Regional do Algarve e seguidamente a VMER de Faro.
A vítima recebeu o tratamento adequado no local e foi transportada ao Hospital de Faro.
FIRESHELTER52
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