13/10/2014

Tavira propõe passeio pela história do “Arraial Ferreira Neto”

O passeio “O Arraial Ferreira Neto”, sob a orientação do historiador Marco Lopes, está marcado para dia 18 de outubro, pelas 10h30, dando continuação ao ciclo “Passeios na história de Tavira”.

Esta atividade tem como finalidade dar a conhecer o passado da cidade, a paisagem urbana, os monumentos e as personagens históricas, bem como sensibilizar para a necessidade de proteger e valorizar a herança patrimonial.

A pesca do atum, em Tavira, tem presença antiga e as almadravas que lançavam ferro nestas bandas eram sinónimo de negócio lucrativo para empresários e para o cofre régio.

Entre maio e setembro, de cada ano, vários pescadores e as suas respetivas famílias esperavam pela chegada do atum. Nesses meses instalavam-se nos arraiais e faziam vida em comunidade. Assim aconteceu com a Armação do Medo das Cascas e com o Arraial Ferreira Neto.

Depois da destruição das habitações e dos armazéns que ficavam na ilha, culpa de vendavais e marés inclementes, a Companhia das Pescarias do Algarve decide construir um moderno e imponente bairro piscatório, em abril de 1945. Nada falta: casas, cantina, balneários, armazéns, lavadouros, escola e igreja. Tudo na linha da arquitetura modernista e na ótica do discurso corporativista.

A inscrição no passeio é gratuita e obrigatória e destina-se ao público em geral (número máximo de 35 participantes).

Os interessados deverão preencher a ficha de inscrição (disponível em www.cm-tavira.pt) e remeter ao Serviço Educativo do Museu Municipal de Tavira, através do email edu.museus@cm-tavira.pt ou entregar na receção do Museu Municipal de Tavira – Palácio da Galeria (aberto de terça-feira a sábado, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30).

Mais informações através do número 281 320 500 (ext. 2308).

sulinformacao.pt

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Portimão - Bombeiros com «elevado nível de prontidão» depende de Taxa de Proteção Civil

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Portimão garante, em comunicado assinado pela sua direção, que «o atual executivo da Câmara Municipal» sempre «honrou os compromissos assumidos com esta Instituição de Utilidade Pública», e que a «solução de financiamento» (Taxa de Proteção Civil) adotada, surge «à semelhança dos demais concelhos que adotaram» essa taxa e «optam por ter um corpo de bombeiros com um elevado nível de prontidão, permanente e transversal às 24 horas do dia».

Face à contestação à Taxa de Proteção Civil, que motivou mesmo uma manifestação na semana passada, vários abaixo-assinados, um movimento de contestação judicial popular e nova manifestação marcada para amanhã, a direção da AHBVP resolveu emitir um «esclarecimento» de «dúvidas que a população, pelas mais diversas vias, tem veiculado aos diversos serviços e dirigentes da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Portimão, bem como junto da estrutura operacional do Corpo de Bombeiros que esta mantem».

No seu comunicado, a AHBVP sublinha que o «elevado nível de prontidão» só acontece «quando se consegue alinhar o financiamento aos requisitos económicos de um corpo de bombeiros misto, integrando pessoal profissional e dedicado em exclusivo a ações de proteção e socorro, viabilizando uma resposta além de eficaz, cada vez mais eficiente».

Os bombeiros acrescentam que «apenas 3% do orçamento anual desta Associação é coberto pela receita de quotas dos sócios».

Assim, frisam, «para a sustentabilidade de uma estrutura “à altura” das exigências que os riscos presentes no concelho proporcionam, é fundamental recorrer a outras fontes de financiamento, porquanto é imprescindível manter uma capacidade de resposta, com elevado grau de prontidão, sem a qual não seria possível oferecer um serviço público eficaz».

A direção da AHBVP acrescenta que «o quadro de financiamento assumido pela Câmara Municipal de Portimão com esta Associação Humanitária, enquanto entidade detentora de um Corpo de Bombeiros, assenta num contrato-programa assinado no passado dia 5 de Setembro, no qual se vinculam obrigações, exclusivamente no âmbito da proteção e socorro, por forma a responder prontamente a situações de emergência».

Para isso, «o Corpo de Bombeiros (CB) de Portimão mantem um dispositivo permanente, 24 horas por dia, o qual combina a componente profissional com o regime de voluntariado, assegurando que existe uma capacidade de resposta sustentada e adequada a uma cidade como Portimão, pelo que mantem um quadro de pessoal de 80 Bombeiros, 50% dos quais em regime de permanência (com relação laboral)».

Desde o início deste ano, foram registadas na Sala de Operações e Comunicações do Corpo de Bombeiros 9.566 solicitações, das quais o comunicado destaca «52 incêndios no perímetro urbano, 17 incêndios em transportes, 112 acidentes rodoviários, 1 acidente ferroviário, 12 fugas de gás, 89 incêndios rurais, 32 incêndios em detritos, 7 quedas de árvores, 19 desabamentos/queda de estruturas, 20 inundações, 2.513 emergências pré-hospitalares, 5.747 transporte de doentes, 51 remoções de cadáver, 251 dispositivos de prevenção e assistência, 19 desobstruções de via, 55 abastecimentos de água, 207 aberturas de porta/elevador, 6 resgates de pessoas e 26 resgates de animais».

Toda esta atividade motivou «10.622 saídas de veículos, 22.414 operacionais, o que representa 16 mil e 800 horas de trabalho».

Graças ao protocolo com a Câmara Municipal de Portimão, dizem os Bombeiros, foi possível dar início à «recuperação do parque de veículos operacionais, o qual atingiu uma média superior a 20 anos de idade, ultrapassando claramente o tempo de vida útil, pelo que urge adaptar urgentemente estes meios técnicos às necessidades operacionais decorrentes dos riscos atuais,conferindo maior capacidade técnica e proteção aos nossos Bombeiros, o que não seria possível sem um modelo de financiamento alternativo».

O comunicado diz ainda que «os sócios da AHBV de Portimão usufruem de um pacote de benefícios, onde se incluem descontos significativos em serviços de cariz “não urgente”, tais como o transporte para consultas programadas, aberturas de porta sem socorro, transporte de água, entre outros serviços particulares».

«Portimão é hoje uma opção para milhares de visitantes e ninguém opta por um destino turístico em que a segurança esteja comprometida pela escassez de meios e recursos disponíveis», conclui o comunicado da direção dos bombeiros.

http://www.sulinformacao.pt/

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Bombeiros de Lagos promovem corrida/caminhada

A Associação da Bombeiros Voluntários de Lagos organiza, no próximo dia 26 de Outubro, a 2º Corrida/Caminhada Intermaché Vida por Vida BVLagos, pela cidade.

A corrida destina-se a angariar fundos para comprar equipamento de proteção individual e de socorro, entre outro material diverso, para os Bombeiros Voluntários de Lagos.

A corrida terá a distância de cerca de 12 quilómetros e a caminhada de 6 quilómetros, tendo um valor inicial previsto de inscrição de 5 euros.

Esta iniciativa já conta com a colaboração do Rancho Folclórico e Etnográfico de Odiáxere,que vai participar.

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10/10/2014

O Triângulo da Vida Teoria desenvolvida por Doug Copp, especialista em sobrevivência


Ouvimos e foi divulgado desde sempre, que em caso de desabamento devemos-nos abrigar debaixo de um local sólido como uma mesa ou uma ombreira de uma porta.

Esta nova teoria, desenvolvida por Doug Copp, um especialista em sobrevivência em tremores de terra refuta esta ideia classificando-a até como muito perigosa.

Como tal Doug desenvolveu uma teoria em que se baseia no Triângulo da Vida...

O que é ”O Triângulo de Vida”?

Quando um edifício desaba, o peso do teto cai sobre os objetos ou móveis esmagando-os sob o peso dos escombros, mas, ao lado desses objetos ou móveis, fica um espaço vazio. Esse é o espaço que se chama de “O Triângulo de Vida”.

Quanto maior o objeto, quanto mais pesado e forte, menos ele se compactará. Quanto menos o objeto se compacte pelo peso, maior será o espaço vazio ou “buraco” ao lado do mesmo; portanto, maior será a possibilidade de que a pessoa que esteja usando esse espaço vazio não sofra ferimentos sérios.

Quando você assistir a um filme com um edifício desabando, conte os “triângulos” (ou seja: espaços vazios), que se formam. Estão em todas as partes do edifício!



1- Quanto menos o objeto se compacte, maior será o espaço vazio junto ao mesmo - Tais espaços vazios (ou espaços vitais) criam cápsulas de sobrevivência;

2 – O ideal é se colocar em posição fetal - Na verdade, este é um instinto natural de sobrevivência. Qualquer pessoa pode sobreviver em um espaço pequeno, como perto de um sofá ou próximo de qualquer objeto grande, que será atingido, mas sempre deixará um espaço vazio em ambos os lados do mesmo.

3 – O Triângulo da Vida (Teoria desenvolvida por Doug Copp, especialista em sobrevivência) – Basicamente, tal teoria relata que as vítimas de desabamentos devem se posicionar junto aos móveis, nunca embaixo deles. Isto porque, quando caem os edifícios, normalmente resta um vazio triangular junto a eles, que não são afetados, conforme ilustra a imagem abaixo:



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Bombeiros Sapadores Cessam Funções no Aeroporto de Lisboa em Dezembro

O destacamento de bombeiros sapadores colocado no Aeroporto de Lisboa vai cessar funções a 31 de dezembro deste ano, dia em que termina o protocolo entre a ANA e a câmara de Lisboa, que não foi renovado.

O Regimento de Sapadores Bombeiros (RSB) de Lisboa, que presta serviço no aeroporto da capital há vários anos, ao abrigo de um contrato entre a ANA-Aeroportos de Portugal e o município, vai ser substituído por uma empresa privada que venceu um concurso público, a partir de janeiro de 2015.

A câmara explicou hoje à agência Lusa que a decisão de pôr fim à parceria partiu da ANA, a qual comunicou, através de um ofício de junho de 2013, "a revogação do protocolo celebrado entre as partes, remetendo para a cláusula décima segunda do mesmo, que lhe permitia a revogação unilateral sem evocar qualquer razão para o efeito".

A autarquia refere que a ANA pagava anualmente pelos serviços dos sapadores 1.903.603 euros, dizendo ainda "que respeita a decisão" da empresa que gere os aeroportos nacionais.

Numa resposta escrita enviada hoje à Lusa, a ANA, comprada no ano passado pelo grupo francês Vinci, informou ter lançado um concurso público, "como faz para todos os serviços prestados por terceiros", sublinhando que a câmara de Lisboa "não apresentou oferta".

Denominado de "Procedimento por negociação - Prestação de Serviços de Socorro e Emergência de Aeródromo no Aeroporto de Lisboa", o concurso foi colocado na plataforma eletrónica a 15 novembro de 2013, sem valor base, tendo como critério de adjudicação "o mais baixo valor".

A ANA escusou-se a revelar o nome da empresa vencedora do concurso e o valor do mesmo, que terá validade de oito anos.

A empresa que gere os aeroportos nacionais diz que ronda os 65 o número de efetivos que vão substituir a atual meia centena de elementos do RSB que se encontra no aeroporto.

O arranque das operações da nova empresa está previsto para o "início de janeiro de 2015", tendo a ANA assegurado que a preparação técnica e profissional dos futuros operacionais "será de acordo com todos os requisitos legais/regulatórios".

Após estes esclarecimentos da ANA, a Lusa questionou hoje a câmara de Lisboa sobre a razão de não ter apresentado uma proposta a concurso, mas não obteve resposta até às 17:40.

Fonte: Lusa

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Acidente fez 2 Mortos na A2 Santana da Serra

Duas pessoas morreram e uma ficou ferida no despiste de um automóvel ocorrido esta sexta-feira, 10, de madrugada na Auto-estrada do Sul (A2), na zona de Ourique.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja indicou à Agência Lusa que o acidente, cujo alerta foi dado às 4h30, ocorreu ao quilómetro 202 da A2, no sentido sul/ norte, na zona de Santana da Serra, no concelho de Ourique.

Segundo a fonte, o ferido foi transportado para as urgências do hospital de Faro, enquanto os cadáveres das vítimas mortais foram levadas para a morgue da unidade hospitalar de Portimão.

Todas as vítimas do despiste do veículo ligeiro de passageiros são do sexo masculino, indicou fonte da GNR, que disse desconhecer, por enquanto, as idades.

As operações de socorro mobilizaram 21 operacionais e dez viaturas dos bombeiros de Almodôvar e de São Bartolomeu de Messines, além de um veículo de Suporte Imediato de Vida (SIV), de Castro Verde, e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Faro.

correioalentejo.com

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Jornadas de cardiologia e hipertensãodo Algarve

O Serviço de Cardiologia do Centro Hospitalar do Algarve promove nos dias 7 e 8 de novembro, em Olhão, a sétima edição das Jornadas de Cardiologia e Hipertensão do Algarve

No primeiro dia vão estar em cima da mesa temas como a «Insuficiência Cardíaca na Prática Clínica» e as «Técnicas não invasivas da cardiologia em medicina familiar», havendo ainda espaço reservado para a mesa de enfermagem, onde, numa vertente mais prática, os enfermeiros convidados vão explicar como se processa o «Ensino ao doente hipocoagulado», bem como falar sobre o «Controlo de fatores de risco»; o papel do «Enfermeiro em cardiologia de intervenção» e sobre «Cateterismo cardíaco».

«Pacing e eletrofisiologia»; o «Porquê dos reinternamentos»; «A via verde coronária. perspetiva da enfermagem» e «Servoventilação: uma nova abordagem ao doente cardíaco» são outros dos temas práticos que vão ser abordados nesta mesa.
Para o segundo dia estão reservados espaços de debate sobre os «Problemas práticos na doença coronária» e «Abordagens dos doentes com arritmias».

Paralelamente decorre ainda uma mesa de Cardiopneumologia, onde os técnicos vão abordar aspetos ligados a: «Eco de stress farmacológico: experiência de um serviço»; «Doppler transcraniano no diagnóstico do foramen ovale patente»; «Seguimento de doentes com monitorização remota»; «Fatores de risco vascular: atualização de conceitos» e «Reabilitação cardíaca fase II - A perspectiva do cardiopneumologista».

Em ambos os dias haverá ainda espaço reservado para questões mais específicas da responsabilidade da indústria farmacêutica, nomeadamente a realização de simpósios sobre
«O que há de novo na Diabetes em Portugal»; «A Hipocoagulação do séc. XXI - o que mudou com rivaroxabano» e «Risco cardiovascular global».

10 de Outubro de 2014 | 07:12
barlavento

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09/10/2014

Ambulância despistou-se no Algarve - 2 feridos

Ambulância de transporte de doentes capotou.

O piso estava escorregadio e a condutora perdeu o controlo da ambulância, que capotou à saída de uma rotunda, ontem, em Lagos. 

As duas tripulantes ficaram feridas. O despiste em Lagos ocorreu por volta das 13h30.

A ambulância pertencia a uma empresa privada. As duas tripulantes, de 22 e 30 anos, sofreram ferimentos ligeiros.

Segundo explicou ao CM fonte da empresa Medy, "a ambulância regressava à base, em Lagos, e não transportava doentes". A chuva e o piso escorregadio poderão ter estado na origem do despiste.

As vítimas foram transportadas pelos Bombeiros de Lagos ao hospital do Barlavento, em Portimão.

CM

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