16/04/2010

Recruta RSB


Terminou hoje a recruta dos bombeiros municipais de Tavira na Escola do Regimento Sapadores Bombeiros em Lisboa.

16 Bombeiros Municipais repartidos pelas corporações de Faro, Olhão e Tavira, concluíram os 6 meses de instrução teórica e pratica necessária para procederem as respectivas tomadas de posse no quadro da autarquia.

Juntamente com o estágio prático já efectuado e necessário, estão agora aptos a integrar as equipas nos seus CBM´s.

A salientar a excelente prestação do bombeiro dos municipais de Tavira Carlos Machado que acabou esta formação em primeiro lugar com a nota mais elevada desta recruta.

Infelizmente um elemento do CBM Olhão não terminou a recruta com a nota mínima pretendida.

A todos os recrutas os meus parabéns.

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Salvamento na Assêca Tavira


Os bombeiros Municipais foram informados de nova cheia na zona da Assêca em Tavira e consequentemente da intransição daquela via.

Pouco faltava para as 20:00 quando um popular ligou para o CBM e informou que se encontrava uma pessoa em cima de uma árvore com uma motorizada na água, pois tinha sido apanhada pela enxurrada.

Os bombeiros fizeram deslocar um veículo todo terreno com quatro bombeiros a fim de proceder ao respectivo salvamento da vítima.

Por ventura a mesma através da árvore consegui chegar a terra firme e deslocou-se pelos próprios meios a casa.

Quando os bombeiros chegaram ao local não avistaram nenhuma situação na zona alagada.

Atraves de um vizinho e do contactante descreveu-se a possível vitima fisionomicamente, fazendo depois a GNR um despiste de identidades.

A mesma fonte informou e confirmou que a pessoa alvo já se encontrava em casa em segurança.

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PCR em comboio regional



Um passageiro do comboio regional entre Tavira e Vila Real de Santo António acabou por morrer vítima de doença súbita dentro do comboio.

A vítima de sexo masculino de 60 anos, estrangeiro, sentiu-se mal e caiu, a mulher pediu ajuda e iniciou manobras de reanimação de imediato.

Quando a chamada chegou á emergência médica sabia-se diante de mão que a mulher que o acompanhava estava no chão com a vítima a fazer boca-boca e compressões cardíacas.

O comboio foi obrigado a parar no apeadeiro da Porta Nova em Tavira.

No local a SIV de Tavira e a VMER de Faro estiveram no local em manobras de SAV mais de 40 minutos.

Foi ainda enviada para o local a UMIP da Delegação Regional do INEM em Faro com a psicologa do CAPIC.

A circulação de comboios esteve condicionada devido a situação no local.

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Tornado registado a partir das oficinas municipais

Ficam aqui as imagens que comprovam a dimensão do incidente que afectou esta manhã o Sul da Cidade de Tavira, provocando avultados estragos.
Estas imagens estão localizadas no acesso ao Arraial Ferreira Neto e Oficinas da Câmara de Tavira.











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A criança e o transporte ao Hospital na ambulância



Na sequência de diversos pedidos de esclarecimento de várias associações de bombeiros,
a LBP enviou agora um comunicado, com base numa resposta do IMTT, que esclarece as dúvidas relativas ao transporte de crianças em ambulâncias.

Várias Associações Humanitárias de Bombeiros solicitaram à LBP a obtenção de «parecer quanto à obrigatoriedade de equipamento de retenção de menores, nomeadamente cadeiras, nos veículos de transporte de doentes em ambulâncias» dos Corpos de Bombeiros (ABSC, ABTD, ou ABTM).

Consultado o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT), entidade competente para o efeito, a LBP foi informada de que «não existe regulação específica para o transporte de crianças em ambulâncias» e que, consequentemente, «não existe imposição legal sobre o modo de transporte de crianças em veículos licenciados de ambulâncias, excepto que não pode ser efectuado nos bancos da frente».

Como TAS e como pai de uma criança de dois anos tenho em atenção a execução de transporte de crianças tanto em ambulâncias de socorro ou ambulâncias de transporte.

Em quanto bebes o problema é minimizado, pois o local mais adequado para se proceder ao transporte até ao hospital é na respectiva maca da ambulância.

Isto é, coloca-se o “ovo” na maca, eleva-se uma porção da cabeceira e prende-se o “ovo”, com os respectivos cintos da maca.

Quando se trata de uma criança ainda que relativamente pequena sem suporte físico suficiente para se poder sentar, penso que a melhor opção é transporta-la na maca com elevação da cabeceira se possível e com a colocação dos três cintos da maca.

Quando se trata de uma criança autónoma, fisicamente capaz de se sustentar sentada com a ajuda do respectivo assento e dos cintos dos bancos da ambulância penso que possa ser transportada nesta posição.

Esta ultima com a particularidade de nunca levar no banco virado para a maca ou seja o banco na lateral, pois em caso de travagem o cinto de segurança não actua e a criança ou o adulto sofrem a energia da desaceleração e travagem sem contenção.

Continuo a achar por aquilo que vejo no dia-a-dia, que a maioria das crianças doentes se encontra ao colo dos pais e é assim que é transportada para o hospital.

Não concordo muito, o mais correcto é pedir aos pais ou no infantário um banco ou cadeirinha de contenção como usam nos seus automóveis e explicar ou expor os aspectos relacionados com a segurança.

Um abraço

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Apresentação do DECIF10


Será no próximo dia 8 de Maio na Cidade de Leiria que terá palco a apresentação do DECIF2010.
Com a presença do MAI e de diversos agentes da Protecção Civil será feita a cerimónia de apresentação onde serão entregues as respectivas “Carica” alusivas ao projecto DECIF.

Seguidamente l irá proceder-se a uma apresentação do DECIF a nível de cada região.
O que ficará por entregar ainda este ano serão os VFCI´s prometidos pelo governo pois ainda não se encontram prontos.

Segundo o BPS, a firma (TECOPAL) que processa o encarroçamento dos mesmos, as entregas não deverão ser possíveis até ao fim da fase “Quente”.

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Fenómeno Meteorológico em Tavira


Tavira foi fustigada esta manhã por um fenómeno meteorológico não habitual para a zona.
Por volta das 8:40 uma massa de ar volumosa foi avistada a dirigir-se do mar para terra na zona das 4 Águas em Tavira.

Ao chegar a terra dizem as testemunhas que a rapidez com que provocou os estragos foi de tal ordem elevada que a única coisa que puderam fazer foi preservar a sua segurança.

Após passar por cima de um armazém de tratamento e venda de marisco onde provocou alguns estragos, “ceifou” um parqueamento de embarcações de competição, pesca e recreio.

Na sua direcção as estruturas que albergavam estas embarcações foram igualmente destruídas.
Dirigindo-se para Este o fenómeno partiu várias árvores de grande porte, a sinalética, balização envolvente a um parque de estacionamento e entrou num porto de abrigo na foz do Gilão nas Quatro Águas.

Nesse porto de abrigo provocou danos avultados em 5 embarcações lá ancoradas e afundou uma outra.

Em linha recta atravessou o Gilão e dirigiu-se para a zona do Centro Comercial Plaza onde veio a perder a sua força.

No caminho apanhou ainda a velhinha fábrica das luvas onde destelhou parte da cobertura, e na fábrica das azeitonas, destruiu parte da fachada e deitou por terra a platibanda.
A partir desta zona o fenómeno perdeu intensidade e dissipou-se.

No local estiveram a Policia Marítima, o Capitão de Porto de Tavira, os Bombeiros Municipais, O C.O.M., o Presidente e Vereação da autarquia de Tavira, a direcção e membros do CNT.



Parque de embarcações do CNT





A velocidade do vento foi de tal ordem que carvou telhas na madeira e tampa de motores





Entrada do Parque de estacionamento do CNT e Doca do Ginásio







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15/04/2010

VFCI-07 CBM Tavira


Adquirido em Setembro de 1989 directamente á fábrica da Camiva em Chambérry é o veículo todo o terreno mais usado e antigo da corporação.

Sendo que, no inicio da fase Bravo até ao final da fase Delta é o veiculo usado na primeira intervenção que geralmente transporta a equipa de combate a incêndios até aos respectivos locais.

Actualmente com pouco mais de 57000 km, transporta um tanque de água com aproximadamente 2500 litros e algum material inerente ao combate a incêndios em espaços rurais e florestais, dotado com uma bomba Camiva, com um débito de 1500l a 15 bar.

Com o evoluir e o avançar dos tempos este veículo sofreu actualizações estruturais importantes.

A necessidade de eliminar os dois lugares exteriores consoante obrigava a legislação vigente, fez com que o carro recebe-se uma reestruturação na empresa Tecopal.

Foi alterado de cabine simples para cabine dupla, sofreu uma pintura e decoração nova, superiormente foi-lhe acrescentado espaço para arrumação, e foi-lhe ainda adicionado uma moto-rossadeira e substituída a motosserra por uma adequada ao serviço de bombeiros.



Este investimento melhorou sobretudo o bem-estar, a segurança e o conforto das equipas de bombeiros que utilizam este veículo.

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14/04/2010

Utilização do Fogo de Supressão no combate a incêndios florestais



A utilização do fogo no âmbito do combate a incêndios florestais constitui uma das técnicas mais eficazes de combate.

No entanto, é também a mais exigente em termos de segurança de pessoas e bens e no conhecimento necessário para prever os seus resultados e consequências.

A simplicidade de meios e de técnicas com que pode ser executado, o reduzido esforço físico necessário e a enorme eficácia e rapidez com que pode resolver diversas situações, tornam o fogo de supressão uma ferramenta acessível e atractiva para muitos dos intervenientes no teatro de operações, podendo conduzir ao seu uso exagerado e desenquadrado, sobretudo quando os utilizadores não possuam a preparação necessária.

O uso do fogo não pode ser encarado como uma simples ferramenta mas sim como uma técnica complexa, que exige profissionais com conhecimentos e experiência consolidada sobre o fogo e sobre todos os elementos que influenciam o seu comportamento, impacto ambiental e gestão, dotando-os com capacidades de análise, antecipação, organização, e execução adequada.

O Fogo de Supressão compreende:

(a) Fogo táctico
Uso do fogo no âmbito da luta contra os incêndios florestais, consistindo na ignição de um fogo ao longo de uma zona de apoio com o objectivo de reduzir a disponibilidade de combustível, e desta forma diminuir a intensidade do incêndio, terminar ou corrigir a extinção de uma zona de rescaldo de maneira a diminuir as probabilidades de reacendimentos, ou criar uma zona de segurança para a protecção de pessoas e bens;

(b) Contra fogo
Uso do fogo no âmbito da luta contra os incêndios florestais, consistindo na ignição ao longo de uma zona de apoio, na dianteira de uma frente de incêndio de forma a provocar a interacção das duas frentes de fogo e a alterar a sua direcção de propagação ou a provocar a sua extinção.

Uso do fogo de supressão

(a) As acções de fogo de supressão são executadas sob orientação e responsabilidade de técnico credenciado para o efeito pela Autoridade Florestal Nacional.

(b) O recurso à utilização de fogos de supressão apenas deve ser ponderado quando esta técnica se justifique como a mais adequada no âmbito da estratégia de combate,
avaliados os resultados esperados, os seus impactes e a segurança de pessoas e bens.

(c) A identificação da oportunidade do uso do fogo de supressão, o planeamento dos
meios e procedimentos necessários, os resultados e riscos esperados são comunicados ao Comandante da Operação de Socorro (COS), que decide a sua
utilização e actua em conformidade.

(d) Os COS, nas situações previstas no sistema Integrado de Operações de Protecção e
Socorro (SIOPS), podem, após autorização expressa da estrutura de comando da
Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) registada na fita de tempo de cada
ocorrência, utilizar fogo de supressão.

A identificação dos responsáveis pela execução e pela autorização serão, em caso de necessidade, comunicados às autoridades policiais com responsabilidade na área.

(e) O início e o fim de todas as manobras de utilização de fogo de supressão, todos os
meios colocados à disposição do técnico responsável ficam submetidos à sua
coordenação, na dependência do COS.

(f) No final das operações o técnico responsável pela execução informa o COS da dispensa dos meios de apoio postos à disposição para a execução das manobras e transmite as instruções ao chefe da equipa de apoio.

(g) Qualquer utilização de fogo de supressão fora do âmbito das alíneas anteriores é, nas suas consequências, incluindo as criminais, da inteira responsabilidade dos seus executores.


DON nº2 DECIF2010

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Helicóptero do INEM sediado em Loulé irá ser transferido para Ourique


Desde o passado dia 1 de Abril que o INEM (Instituto Nacional de Emergência Medica) tem ao serviço mais 3 helicópteros que permitira o transporte em situações de emergência médica, com funcionamento permanente, inclui na sua tripulação um médico e um enfermeiro.

Preconiza-se que os novos helicópteros se destinem sobretudo ao transporte primário, ou seja, entre os locais das ocorrências e as unidades hospitalares, ao contrário dos helicópteros actualmente em funcionamento, que são usados prioritariamente no transporte secundário, isto é, entre unidades de saúde.

A base de Macedo de Cavaleiros corresponde já à localização definitiva.

Nos outros casos, Santa Comba Dão e Loulé, as bases serão transferidas, posteriormente, para Aguiar da Beira e Ourique, respectivamente.

Essas eram as localizações originalmente previstas e a sua concretização está dependente de alguns melhoramentos que estão a ser realizados nos respectivos heliportos, de forma a que possam vir a ser aprovados pelo Instituto Nacional de Aviação Civil, entidade competente para determinar as condições de voo e de aterragem dos helicópteros.

Esse processo decorre sob a responsabilidade dos respectivos municípios.

Na base de Santa Comba Dão existia já um helicóptero da Protecção Civil que era utilizado pelo INEM quando necessário e que estava disponível no horário nocturno.

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